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setembro 27, 2004
E nos paralímpicos...

Afixado por afixe em 27 de setembro de 2004, às 19:00
Afixadelas
E a gasolina sempre a aumentar... Nunca mais saem pó mercado os carros a agua!
Afixado por Primo em 27 de setembro de 2004, às 23:26
Se for água mineral é mais cara que a gasolina.
Afixado por Monty em 27 de setembro de 2004, às 23:44
Apesar de não vir a propósito sdo assunto de hoje (tudo vem a propósito de tudo) transcrevo um texto que acabo de receber de um amigo.
Meu Caro:
Quando Antero escreveu, no âmbito das conferências do casino, o opúsculo " as causas da decadência dos povos peninsulares" enganou-se.
Basta ir hoje a Ayamonte para verificar a pujança Andalusa!
Assim é que a decadência é, apenas, a de um dos vários povos da península, a saber, o que gira sob a denominação de português.
E porque raio é que isto está no estado em que está?
Penso que uma das causas reside no estado, criado para administrar um império nos meados do Séc. XVII e que se manteve ao longo dos séculos, concentrando-se e totalitarizando-se no Sec. XX, com a ditadura e a guerra colonial.
No essencial, e face à falta de recursos do rectângulo, o estado continuou, após o 25 de Abril, a ser o principal empregador e continuou a usar o país como o ambiente adequado a desenvolver a sua actividade predatória.
Afixado por Anonymous em 28 de setembro de 2004, às 00:16
Apesar de não vir a propósito sdo assunto de hoje (tudo vem a propósito de tudo) transcrevo um texto que acabo de receber de um amigo.
Meu Caro:
Quando Antero escreveu, no âmbito das conferências do casino, o opúsculo " as causas da decadência dos povos peninsulares" enganou-se.
Basta ir hoje a Ayamonte para verificar a pujança Andalusa!
Assim é que a decadência é, apenas, a de um dos vários povos da península, a saber, o que gira sob a denominação de português.
E porque raio é que isto está no estado em que está?
Penso que uma das causas reside no estado, criado para administrar um império nos meados do Séc. XVII e que se manteve ao longo dos séculos, concentrando-se e totalitarizando-se no Sec. XX, com a ditadura e a guerra colonial.
No essencial, e face à falta de recursos do rectângulo, o estado continuou, após o 25 de Abril, a ser o principal empregador e continuou a usar o país como o ambiente adequado a desenvolver a sua actividade predatória.
Afixado por MM em 28 de setembro de 2004, às 00:16
Calma lá MM, no hay milagro!
A pujança de nuestros hermanos assenta
na escravatura, no desvio de rios e em muito fertilizante de síntese: tudo insustentavel e com um preço social e ambiental ainda por apurar em toda a sua extensão...
Afixado por João Ribeiro em 28 de setembro de 2004, às 00:57
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A colocação dos professores & Teoria da cunha informática.
No Caricas.
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Afixado por piro em 28 de setembro de 2004, às 01:15
