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setembro 07, 2004

Sobre o Priorado de Sião...

Muito se tem escrito ultimamente sobre o Priorado de Sião, também conhecido como "Monastério de Sião", ou simplesmente "Prieuré de Sion" na versão original. Claro que a esmagadora maioria do que se escreveu era mentira, ou pelo menos, meia verdade.

Hoje em dia, com o romance-lixo de Dan Brown, nunca o termo "Priorado de Sião" esteve tanto na moda. Esta "sociedade secreta" surge, para alegria de tanta gente, como a paladina na luta contra a negra e criminosa Igreja Católica.

Assim, não é de estranhar que algumas pessoas, depois de quase sufocadas no lixo pseudo-factual que o esgoto de uma grande parte dos media insiste em vomitar cá para fora, se interroguem sobre o que está, de facto, por detrás deste famoso "Priorado".

Desde os anos sessenta que o britânico Paul Smith se dedica à investigação do mistério de Rennes-le-Château, e sobretudo, do pretenso "Priorado de Sião". O site de Paul Smith, resultado de uma vida inteira de trabalho, está disponível em inglês para todo o mundo:

http://www.priory-of-sion.com/

Aqueles que sabem usar criteriosamente motores de busca já teriam dado, com toda a probabilidade, com este site. Pois aqui fica a minha opinião de que estamos perante um acervo documental de altíssimo valor, pleno também das opiniões de uma pessoa tão lúcida quanto informada.

Quem porventura já foi mais adiante no uso dos motores de busca, terá certamente tropeçado nas infinitas diatribes entre Paul Smith e Robin Crookshank Hilton, editora da revista Phenomena. Estas diatribes, para quem está mais atento, fazem sentido se soubermos que Simon Cox, autor de um livro de "descodificação" que está a vender forte e feio em Portugal, também é editor da Phenomena.

Não estranharei se alguém comentar a aspereza dos ataques de Paul Smith a esta senhora. Certamente que Paul Smith usa uma metodologia que poderá inquietar muita gente. Honestamente, prefiro ficar-me pelos factos e pelos documentos, e neste aspecto, o site de Paul Smith é um poço infindável de dados sólidos e pontos de vista bem fundados.

Acabou de ler "O Código Da Vinci"?
Está verdadeiramente perdido no meio desta confusão toda e não sabe por onde começar?
Sugiro, definitivamente, este site.

Afixado por Bernardo Motta em 7 de setembro de 2004, às 16:24

Afixadelas

Os que acabaram de ler o livro e que resolvam vir até cá acima (vindos dos posts do costume) respirem fundo, não se enervem, todos nós ficamos encantados por contos de fadas (até eu) e façam o que o Bernardo diz.

Informem-se primeiro, conversem depois. Isto é só para alguns, claro. Há pelas caixas de comentários do Afixe muita gente bem informada que sabe conjugar um verbo e não precisa de entremear num raciocinio as palavras feias que se têm visto nos tais posts.

Afixado por Monty em 7 de setembro de 2004, às 17:26

Romance-Lixo porquê?

Afixado por cachucho em 7 de setembro de 2004, às 18:08

Ui, cachucho, vai aos posts da última ceia e vê a confusão que por lá vai...
;)
Ali ao lado onde diz Afixe e a última ceia...

Afixado por Monty em 7 de setembro de 2004, às 18:16

Vou lá ver. Por acaso não li o livro ainda, mas conheco pessoas que já o leram e não o acharam um romance lixo, por isso agora fiquei na dúvida do porquê da expressão! :)

Afixado por cachucho em 7 de setembro de 2004, às 19:09

Cachucho,

Façamos o seguinte exemplo, que eu acho particularmente ilustrativo. Vamos supor que um autor qualquer, pode ser norte-americano (seria até natural que o fosse), escreveria um romance passado na Segunda Guerra Mundial.

Repara, era tudo romance. Só que era baseado em personagens reais: Hitler, Goebbels, Himmler, etc, etc... E usando nomes reais de judeus reais. E nesse romance, o autor, apenas em nome da criatividade literária, pegaria em personagens provenientes do mundo académico alemão (sendo académicos, não levantariam tantas suspeitas), personagens essas que teceriam as seguintes considerações sobre a revelação de uma "verdade oculta" em relação ao nazismo e à sua relação com os judeus:

a) Toda a campanha pós-guerra contra Hitler estaria baseada numa difamação dos judeus, reunidos em "complot" mundial
b) Afinal, o número de mortos nos campos de concentração não passaria de algumas dezenas, e a culpa não teria sido dos nazis, porque os campos já existiriam, e teriam sido usados por outros judeus para matar judeus
c) Hitler, no fundo, no fundo, até gostava dos judeus, e tinha salvo alguns deles de morrerem às mãos de outros judeus
d) A doutrina nazi era perfeitamente legítima, e bem intencionada, só que fora pervertida pelos "Sábios de Sião", uma sociedade secreta de judeus conspirativos
e) tudo isto estaria fortemente baseado em provas documentais reais, como os depoimentos escritos conhecidos como "Protocolos dos Sábios de Sião", onde se provaria que os judeus teriam um plano maquiavélico para se apoderarem da humanidade e para a controlarem
f) finalmente, caberia ao nazismo o desmascarar da conspiração judaica, pelo que os nazis eram, de facto, os salvadores da humanidade.

Tudo isto, num romance, obviamente.
Com liberdade artística, obviamente.

Agora, Cachucho, imagina que eras judeu (não sei se és ou não). Que acharias tu deste "romance"? Desta obra da criatividade literária?

Espero que este exemplo tenha ajudado. Como disse o Monty, nas páginas sobre o tema da "Última Ceia", encontram-se lá inúmeros debates em tornos de detalhes da obra de Dan Brown. Terei todo o gosto em elucidar-te sobre alguma questão em concreto que te pareça ainda duvidosa em relação à minha postura.

Um abraço!

P.S: Só como curiosidade histórica, a impostura dos famigerados "Protocolos dos Sábios de Sião" é bem real. A crença numa conspiração judaica mundial alimentou a chama do anti-semitismo bem antes de Hitler subir ao poder. A máquina nazi aproveitou-se destes "Protocolos". A falsidade e a origem dos ditos "protocolos" está há muito determinada, e hoje em dia só fazem sucesso em grupos neo-nazis. Ou seja, a farsa dos "Protocolos" deixou de ser relevante. Quem me dera poder dizer o mesmo relativamente à farsa Dan Brown...

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 7 de setembro de 2004, às 19:09

Bernardo eu não li o livro como disse anteriormente.
Era apenas uma pergunta directa, sem segundas intenções.
Mas parece-me que é perfeitamente legítimo confrontar certas passagens da bíblias com outras visões, ou não?

Acreditas que tudo na bíblia é 100% correcto? Que não pode existir uma certa manipulação?
Do mesmo modo que deste o exemplo da tal ficção que metia Hitler no pedestal , também era interessante ver por quem a bíblia foi escrita.

Afixado por cachucho em 7 de setembro de 2004, às 19:14

Cachucho,

"Bernardo eu não li o livro como disse anteriormente.
Era apenas uma pergunta directa, sem segundas intenções."

OK! Tudo bem.
Não leves a mal o exemplo, hã? Era só uma forma fácil de te passar depressa o meu ponto de vista em relação ao romance.

"Mas parece-me que é perfeitamente legítimo confrontar certas passagens da bíblias com outras visões, ou não?"

Sim, porque não?
O problema está nas conclusões infundadas (e até maliciosas e deturpadas) que certas pessoas chegaram, depois de um desonesto "confronto".

"Acreditas que tudo na bíblia é 100% correcto?"

Define em que moldes queres usar a palavra "correcto". Doutrinalmente? É certo que sim. Para mim, é um texto revelado. Escrito por mão humana, é certo, mas "divinamente guiada" se quiseres.

Claro que, lendo literalmente algumas passagens com, por exemplo, detalhes cronológicos, e lendo-os como quem leria um jornal moderno, algumas coisas podem parecer-te anacrónicas.

O problema com os textos sagrados em geral nunca está nos textos. O corão não manda matar reféns, por exemplo! O problema com os textos sagrados está SEMPRE nos leitores, e nas leituras que deles são feitas.

"Que não pode existir uma certa manipulação?"

Isso, para mim, é insustentável, pelo simples facto de que, repito, considero que o texto sagrado tem origem divina. Se disseres, por outro lado, que "houve manipulação na interpretação dada ao texto sagrado", aí posso concordar contigo, porque a manipulação será obra de uma pessoa humana, que é falível e limitada. Ou seja, quando alguém na Igreja Católica decidiu começar uma cruzada para matar cátaros, essa pessoa usou, certamente, uma leitura manipulada dos textos sagrados para legitimar o crimes que iria cometer.

"Do mesmo modo que deste o exemplo da tal ficção que metia Hitler no pedestal , também era interessante ver por quem a bíblia foi escrita."

Repito: foi escrita por homens divinamente inspirados. Se calhar, devido ao que por aí tem circulado em relação a este romance, estás a cair na esparrela de Dan Brown, quando diz que os textos foram todos moldados e validados apenas em 325 d.C., no Concílio de Niceia.

Os textos sagrados, meu caro, são bem mais antigos. O texto mais moderno é o do Apocalipse, escrito entre 90 e 100 d.C. Duvido que alguém sustente que S. João, que escreveu o Apocalipse, teria alguma "agenda política".

Um abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 7 de setembro de 2004, às 20:28

Queria apenas dizer que quem escreveu os textos da bíblia tinha uma fé inabalável, logo puderia acreditar em coisas que realmente não existiam, ou pelo menos abordavam as coisas de maneira tendenciosa, religiosamente falando.

Não estou com isto a dizer que as pessoas que acreditam na bíblia estão errdas. Estou apenas a dar a minha opinião em relação à religião no geral.

Afixado por cachucho em 8 de setembro de 2004, às 01:36

A propósito de São João: o evangelista e o apóstolo são a mesma pessoa, Bernardo?

Afixado por Monty em 8 de setembro de 2004, às 10:41

Proponho a leitura de "Baudolino" de Umberto Eco.

Sobre religião..."nunca devemos duvidar da sabedoria da Igreja Católica pois é o unica ditadura que sobreviveu em dois mil anos".

Eu acho incrivel é que ainda existam pessoas que acreditem em virgens Marias e divindades. É uma questão de fé, normalmente é uma palavra utilizada conjuntamente com outra:...tenham fé, que eu estou a dizer a verdade...

Afixado por Sr. Mofo em 8 de setembro de 2004, às 15:27

Pois.O Eco é um exemplo de erudição quer medievalista quer contemporanea.São romances como os do Eco que me deixam sem vontade nenhuma de visitar outros autores....sobretudo se os encontro muito nas lojas de aeroporto.A.B.

Afixado por A.B. em 8 de setembro de 2004, às 17:06

Babacas como esse Bernardo chamam qualquer coisa que julgam errado de lixo, mas lixo são suas próprias e radicais opiniões. Fixando seus olhos miúdos apenas nos erros que o livro tem, esquece do valor do mesmo em levantar a poeira de um assunto tão polêmico e, ao menos, fazer milhares de pessoas se envolverem nos debates.

Sugiro que todos leiam e releiam livros sobre o tema.

abc

Afixado por Astrudjo em 9 de setembro de 2004, às 21:57

Não é possível que alguém no século XXI com todo o desenvolvimento da ciência ainda escreva um comentário dizendo:"É certo que sim. Para mim, é um texto revelado. Escrito por mão humana, é certo, mas "divinamente guiada" se quiseres".
Meu amigo...vá acreditar em Adão e Eva e a arca de Noé e guarde suas opiniões para você.

Só pode ser brincadeira o que eu li agora pouco...

Afixado por ALguem do seculo XXI em 10 de setembro de 2004, às 00:28

A questão da fé (em textos ou pessoas) precisa ser deixada por um instante, para que possamos refletir se a atitude que tomamos a cada dia é algo bom, digno de um ser humano. Importa, hoje, as nossas intenções diante da vida. Escreva seu próprio "texto sagrado" e verás que o papel aceita qualquer letra. Do livro fica para mim uma coisa: o ser humano é perfeito e homem + mulher é a expressão dessa perfeição!

Afixado por Victor em 10 de setembro de 2004, às 04:34

Li o livro,gostei e em nada mudou minhas verdades.Pelo contrario...não importa se Jesus viveu e morreu como um homem,se casou,teve filhos ou não.Tenho entrado mais nas igrejas e orado mais.......
O que não se concebe mais são mentes fechadas e radicais!

Afixado por Lysbeth em 11 de setembro de 2004, às 22:55

"A propósito de São João: o evangelista e o apóstolo são a mesma pessoa, Bernardo?"

Crê-se que sim, Monty.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 12 de setembro de 2004, às 22:55

Caro Obstruso,

"Sugiro que todos leiam e releiam livros sobre o tema."

O problema, meu amigo, é que há livros e livros. Só uma pergunta: você estará a ler os livros certos?

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 12 de setembro de 2004, às 22:57

Um senhor evoluído e científico escreveu-nos isto (sob anonimato, obviamente):

"Não é possível que alguém no século XXI com todo
o desenvolvimento da ciência ainda escreva um comentário dizendo:"É certo que sim. Para mim, é um texto revelado. Escrito por mão humana, é certo, mas "divinamente guiada" se quiseres".
Meu amigo...vá acreditar em Adão e Eva e a arca de Noé e guarde suas opiniões para você."

Está a sugerir que me censurem? Não posso dizer o que penso? Bravo, para uma mente evoluída e moderna, você deveria ser a favor da liberdade de expressão! Outro daqueles anacronismos que bloqueiam as mentes menos instruidas.

"Só pode ser brincadeira o que eu li agora pouco..."

E se eu lhe disser que sou Engenheiro Electrotécnico, pelo Instituto Superior Técnico em Lisboa, e que trabalho na área das tecnologias de informação aplicadas a sistemas de segurança vídeo inteligentes, você ainda ficará mais surpreendido, certo?

Sempre ao dispor, para surpreender e divertir os nossos simpáticos visitantes!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 12 de setembro de 2004, às 23:01


Acredito priamente na liberdade de expressão e de pensamento. Na liberdade de o srº eng dizer o que pensa, de o srº dan brown inventar uma história de policial normalissima, expôr um tema semi-tabu a toda uma sociedade e a ponha a debater sobre temas desconhecidos até aqui pela maioria. Com ou sem exageros.
Dan Brown decidiu-se em escrever um romance e foi isso que fez não me parece que alguém vá tomar «O Codigo de Da Vinci» como uma obra de referência sobre o assunto.
A questão pessoal religiosa, o acreditar ou não na inspiração divina de quem escreveu a biblia, não conta minimanemte para a qualidade de um romance.

Afixado por Anonymous em 15 de setembro de 2004, às 21:56

Caro anónimo,

Tudo bem. É a sua opinião. Se acha que isto não tem mal nenhum, tudo bem.

Sugiro que, antes de fechar o assunto, dê uma olhadela nos textos que escrevi recentemente aqui no Afixe sobre o Priorado de Sião, e mais recentemente ainda sobre Eugène Vintras, e o seu Carmelo.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 15 de setembro de 2004, às 22:05

Caro Bernardo:

Ao contrário de muitas pessoas que conheço, ainda não li O Código da Vinci de Dan Brown e confesso que, pelo que conheço do livro, este não me suscita, para já, curiosidade e desejo de leitura.
Talvez por ser uma obra polémica, na qual não reconheço elementos históricos e religiosos fundamentados para atestar a sua veracidade, mergulhei na leitura do livro de Simon Cox: O Código da Vinci Descodificado, na esperança de conhecer os factos por detrás da ficção de Brown. Contudo, fiquei ainda mais confusa relativamente aos mesmos e cheguei à conclusão de que um não crente na fé católica é capaz de tomar uma aitude mais critica relativamente a estes assuntos e de conseguir desmistificar o mistério em redor do romance de Brown do que um católico fervoroso, isto porque o católico acredita piamente nas Sagradas Escrituras e não as contesta.

Afixado por rutita em 17 de setembro de 2004, às 12:24

Acho incrivel frases como esta:

"O problema, meu amigo, é que há livros e livros. Só uma pergunta: você estará a ler os livros certos?"

caro Bernardo Sanchez da Motta, acredito que uma pessoa tao mais informada que nós se sinta mal ao ver isto, mas não será pouco ético falar como se soubesse mais que os restantes mortais?!? isto sem falar do monumental disparate que foi a comparação do romance imaginario sobre os Nazis e o livro de DB (livro que n gostei particularmente...). Quando diz com ironia coisas como "igreja negra e criminosa"... não sei se você, na sua basta sabedoria se lembra da inquisição, das pessoas que eram queimadas vivas porque, porque, porque... sim. Acha que esse periodo negro e relamente criminalista da igreja deve ser aplaudido!? também sou cristao e acredito em Deus, mas se Este me deu a capacidade de pensar, foi para que eu pensasse. Não para viver naquilo que a sociedade impoe sem questionar. É realmente fantastico ver bagatelas como essas. Você sabe que a Biblia não foi estrica por Cristo não sabe? Sabe tbm certamente que foram ao longo dos tempos encontrados um ou outro documento que deveria contar na Biblia acerca da vida de Jesus, mas que não conta... deve saber tbm que os evanjelhos foram escolhidos a dedo. Se você tem fé (tal como eu) na existencia de Deus e recusa-se sob qualquer hipotese aceitar o obvio (que é o facto de haver muitas coisas mal contadas pela igreja...) ao menos não tente espalhar essas suas sub-teorias apoiadas por alguns investigadores que, se o agradam, são logo bons investigadores, podendo enganar certas pessoas que acavm por ser induzidas em erro. Eu também acredito em Deus. Mas tenho cabeça para pensar. É triste, mas quem quiser ser enganado que o seja...

Afixado por Sir Auron em 17 de setembro de 2004, às 14:38


"mergulhei na leitura do livro de Simon Cox: O Código da Vinci Descodificado, na esperança de conhecer os factos por detrás da ficção de Brown. Contudo, fiquei ainda mais confusa relativamente aos mesmos"

É perfeitamente normal. Simon Cox atingiu os seus objectivos, é o que isso quer dizer.
Leia:

http://bmotta.planetaclix.pt/embuste.html

Encontra lá uma refutação do lixo de Simon Cox.
Enquanto as pessoas não se derem conta de que é lixo, eu não irei desistir de o tentar mostrar.

" e cheguei à conclusão de que um não crente na fé católica é capaz de tomar uma aitude mais critica relativamente a estes assuntos e de conseguir desmistificar o mistério em redor do romance de Brown do que um católico fervoroso, isto porque o católico acredita piamente nas Sagradas Escrituras e não as contesta."

Não concordo.
Está a associar a minha crença católica com falta de atitude crítica, e pior, está julgo eu, a assumir que um católico prefere a mentira para preservar as "Escrituras", em vez da Verdade.

Cara senhora, nada me interessa para lá da Verdade. Por isso mesmo, se levo a sério as Escrituras, é porque fazem parte da Verdade, no meu ver das coisas.

Não percebo, essa mania de imaginar que um católico poderia preferir a falsidade com o intuito de proteger a doutrina... Uma doutrina falsa não merece ser protegida. Se tento proteger o legado católico, é porque acho que é verdadeiro, e merece ser protegido.

Em relação às obras literárias (que luxo, chamar-lhes assim!) em questão, a mais simples (e mesmo não católica) análise histórica permite demonstrar que são um mar de falsidades.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 17 de setembro de 2004, às 20:01

Infelizmente, caro Bernardo, sua lavagem cerebral sofrida foi duradoura a ponto de duvidares de provas existentes que não vê porque não quer...
Concordo totalmente com Auron e Anônimo.
Abraços.

Afixado por jordan em 17 de setembro de 2004, às 20:35

Repare, caro Motta, que quando nós temos algo "preso" na nossa cabeça como certo torna-se dificil desacreditar. Por exemplo (n é o exemplo perfeito, mas para o que é, serve :)): Um homem (eu ou você ou outro qualquer...) encontra uma mulher (no caso do homem em questao ser heterosexual...) que considera como excelente para ele. Começam a namorar e/ou casam.se e tal e ao longo dos anos ele cada vez gosta mais dela e ela parece ter o mesmo sentimento para com ele. Ele tem confiança total nela. Um dia o melhor amigo do homem diz que sabe que a mulher esta a trai-lo. O homem provavelmente vai-se rir na cara do amigo! Ele confia ja ha muitos anos na esposa! Seria impossivel ela engana-la. No entanto ele arranja provas disso e relamente é verdade. Aí não ha volta a dar. Está provado. Por muito que doa... entende o que quis dizer com isto tudo...?

Afixado por Mind Zero em 17 de setembro de 2004, às 22:41

Bem, só mais duas ou tres achas para a fogueira de modo a que a discução, dentro de uma maneira civilizada e educada, respeitando SEMPRE o pensamento de outros, possa continuar.
Hoje não restam dúvidas que a Bíblia é a compilação de varios escritos e lendas passadas oralmente durante muitos anos e como acontece nestes casos, a verdade dos factos originais, foi-se alterando de contador para contador e daí a necessidade de uma interpretação OFICIAL, dogomática e indiscutivel.
Mas mesmo isso não pode esconder factos que são evidentemente falsos como só estes dois que se seguem:
O universo só tem 6 000 anos como a Biblia afiança?
O Homem foi realmente criado, num acto imediato, do pó e a mulher de uma sua costela?
Como estas, há dezenas, ou mesmo centenas, de factos em qué só realmente uma fé enorme, pode levar a acreditar neles por isso, não se diga que a Bíblia é um relatoverdadeiro inspirado por Deus até porque se supões que se Deus existe, não será mentiroso.

Afixado por Flávio em 18 de setembro de 2004, às 00:02

Engraçado como as religões instituídas, tal como os poderes instituidos, não aceitam a dúvida, a discussão saudável, a procura ... concluindo a aprendizagem !

Estou a ler o livro, não por ser escrito por um autor americano, mas porque o tema me interessa - as religiões - desde as mais antigas, ditas pagãs, até às da actualidade.

Segundo o meu ponto de vista o livro está muito bem feito!

1. Ensina :

* quantos saberão o que é a "Proporção Divina" (apenas um exemplo).

2. Obriga-nos a raciocinar :

* é sem dúvida um explêndido policial
* obriga-nos a duvidar, o que segundo a minha opinião, é uma boa prática porque nos empurra para a procura, para a busca (e que eu saiba isso nunca fez mal a ninguém ...)

3. Obriga-nos a dialogar :

* que devia ser o mote perfeito de todas as relações humanas, ao invés da "habitual agressividade" a que se assiste e assistiu ao longo dos tempos, não concorda ? Porquê agredir, se podemos dialogar, sem nos magoarmos ?

* Se toda a literatura, pintura, música, e a própria vida, depende da interpretação de cada um de nós, que está sempre influenciada pela maneira como a olhamos e a vivemos, não aceito a leviandade e facilidade com que utiliza a palavra "lixo" - aceito, não o intoxico com "a minha verdade" ... cada um de nós tem a sua verdade, exactamente porque somos diferentes, porque vemos, ouvimos, sentimos de maneira diferente !

4. História - factos são factos, não estão sujeitos a interpretação, podem sim na passagem à escrita ser manipulados e todos nós sabemos que isso aconteceu, acontece e irá sempre acontecer, porque o poder instituido é pernicioso !

E finalmente, porque sou humana, e não resisto a uma provocaçãozita ... :

- Independentemente das "interpretações" do texto, que o Bernardo tanto invoca, o que é para si um livro "não lixo" ?

- O Caminho ?

Duvide sempre Bernardo ... A verdade, a de cada um de nós (que para mim é a real), nasce da dúvida, da procura ...

Afixado por knopfli em 19 de setembro de 2004, às 12:36

Caro Benardo, abra o seu espírito e tente ler mais alguma coisa sobre os assuntos debatidos no livro.
Já ouviu falar dos documentos do Mar Morto?
Alguma vez leu outros evangelhos que não os escolhidos pela Igreja a pedido e mando de Constantino?
Até por uma questão de adquirir novos argumentos para rebater.
Voce sabia que a Igreja Católica durante séculos garantia que a terra era o centro do universo e que o sol girava em volta dela?
Que a lua era um espelho colocado ali por Deus para iluminar a terra?
Sabia que a Inquisição perseguia ferozmente quem dissesse o contrário?
Como vê, nem tudo o que a Igreja afiança é verdadeiro.
Porque lhe repugna tanto que Jesus tivesse casado?
Se Jesus era um bom judeu e seguindo as normas vigentes nessa sociedade tinha a obrigação de casar antes dos 30 anos e até agora a Igreja ainda nunca explicou o que fez Jesus durante vinte e tal anos omissos dos evanjelhos canónicos

Afixado por Anonymous em 19 de setembro de 2004, às 19:10

Bem, a lista de comentários é impressionante. Isto é que foi vender em Portugal, senhor Dan Brown! Parabéns, a devastação aqui no nosso cantinho à beira mar plantado não ficou atrás da devastação nos outros países!

Viva Dan Brown.

Agora, o Jordan:

"Infelizmente, caro Bernardo, sua lavagem cerebral sofrida foi duradoura a ponto de duvidares de provas existentes que não vê porque não quer..."

De que provas existentes falas, meu caro? Consegues concretizar, ou és só mais um daqueles que quer aparecer, quer dizer alguma coisa, sem perceber NADA do assunto?

"Concordo totalmente com Auron e Anônimo."

Tudo bem. Viva a liberdade.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 19 de setembro de 2004, às 23:15

Agora, o Mind Zero:

"Por muito que doa... entende o que quis dizer com isto tudo...?"

Não, confesso que não entendi.
Será que está a insinuar que a minha "lavagem cerebral" católica tem a ver com a minha tomada de posição em relação às falsidades do Priorado?

O que é que o faz pensar que, ao contrário de tanta gente por aqui, eu resolvi falar sem ter conhecimento de causa?

O que o faz pensar que eu não digo o que digo com a segurança e a confiança de quem estudou, DE FACTO, o assunto? E não com a leviandade de quem gosta de lançar para o ar umas "bocas"?

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 19 de setembro de 2004, às 23:17


Caro Bernardo,

olha que pela tua paciência, acho que lá no fundo, no fundo, crês na regeneração destas alminhas.

:)

Afixado por gibel em 19 de setembro de 2004, às 23:29

Agora o Flávio:

"Hoje não restam dúvidas que a Bíblia é a compilação de varios escritos e lendas passadas oralmente durante muitos anos e como acontece nestes casos, a verdade dos factos originais, foi-se alterando de contador para contador e daí a necessidade de uma interpretação OFICIAL, dogomática e indiscutivel."

A necessidade de uma interpretação oficial é evidente para qualquer pessoa sensata. O que o Flávio diz é que a "verdade" foi-se alterando. E com isso é que eu simplesmente não concordo.

"O universo só tem 6 000 anos como a Biblia afiança?"

A Bíblia "afinaça" isso onde? Arranja-me uma citação?

"O Homem foi realmente criado, num acto imediato, do pó e a mulher de uma sua costela?"

Se tomar isso à letra, lendo a Bíblia como a lê o homem moderno, terá um problema grave: a mente do homem moderno tornou-se cega para muitas coisas. Falo de uma verdadeira deficiência mental do homem moderno. Não é estranho que algumas pessoas não compreendam o relato da Criação. O que é preocupante é que, hoje em dia, já quase ninguém o compreenda!

O mundo, no tempo da Criação, não era como é hoje.
O homem não era como é hoje, nem a mulher. O "pó" significa a matéria indistinta que serviu de base à Criação. Semelhante ao conceito hindu de Prakriti, que no Ocidente não tem equivalente exacto, apesar de ser aproximado da "substantia" aristotélica. É isso o que significa o "pó". O uso da expressão "costela" quer significar que a mulher não é superior ao homem (não foi feita da cabeça do homem), nem é inferior ao homem (não foi feita dos pés do homem), mas sim igual ao homem (e por isso, feita de uma "costela").

O facto da mulher vir "depois" do homem é uma questão muito complexa, que me tomaria muito tempo. Fique, Fábio, com a certeza de que isso não implica uma inferioridade da mulher, de forma alguma!

Não estamos evidentemente a falar de um "homem", como hoje em dia o conhecemos, nem de uma "mulher". Estamos a falar da criação por Deus dos dois princípios da humanidade: o princípio da masculinidade humana e o princípio da feminidade humana. O significado literal de "Adão" é "homem". O que reforça o que eu disse. Adão não é "um homem", mas sim o princípio de todos os homens. Eva não é "uma mulher", mas sim o princípio de todas as mulheres.

Poderia ficar aqui décadas a debitar texto, mas infelizmente seria tempo perdido, porque a esmagadora maioria dos meus interlocutores não irá perceber o sentido das minhas palavras, e rapidamente me rotulará com um daqueles preconceitos à maneira, que são sempre jeitosos nestas ocasiões.

"Como estas, há dezenas, ou mesmo centenas, de factos em qué só realmente uma fé enorme, pode levar a acreditar neles por isso"

Sim, fé enorme.
Para mim, fé é indistinta de conhecimento. Se eu não compreendesse de alguma forma aquilo em que acredito, não acreditaria. A fé, para mim, é a conformação da vontade à certeza do espírito. Disse "certeza do espírito" e não "certeza da razão". A razão é humana. O espírito é uma porta aberta para o supra-individual, para o divino.

"não se diga que a Bíblia é um relatoverdadeiro inspirado por Deus até porque se supões que se Deus existe, não será mentiroso."

Quem disse que a Bíblia mente, meu caro?

Se quiser, poderemos continuar a debater estas questões, desde que não me rotule como um mentecapto crédulo e ignorante. Isso eu não toleraria, e tenho mais que fazer do que debater estes temas com pessoas que não estivessem predispostas a ouvir o que tenho para dizer...

Um abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 19 de setembro de 2004, às 23:32

Cara Knopfli,

"Engraçado como as religões instituídas, tal como os poderes instituidos, não aceitam a dúvida, a discussão saudável, a procura ... concluindo a aprendizagem !"

Porque é que diz isso? O que a faz pensar que o que eu digo não veio da procura? Acaso conhece o meu site, e o trabalho que lá se encontra? É com base nesse trabalho de pesquisa que digo o que digo.

"Estou a ler o livro, não por ser escrito por um autor americano, mas porque o tema me interessa - as religiões - desde as mais antigas, ditas pagãs, até às da actualidade."

Então, aconselho a que não use esse livro como fonte de informação sobre religiões.

"Segundo o meu ponto de vista o livro está muito bem feito!"

OK, tudo bem. Opiniões são opiniões.

"* quantos saberão o que é a "Proporção Divina" (apenas um exemplo)."

Poderia aprender isso com outros autores mais sérios, como por exemplo, lendo os tratados de Arquitectura de Andrea Palladio. Não é preciso ler o imbecil do Brown para aprender isso...

"2. Obriga-nos a raciocinar :"

Tenho outras formas mais interessantes de raciocinar. Duvido mesmo que o romance faça isso, meu caro, até porque o autor esforça-se por repetir VÁRIAS vezes as mesmas teorias, com medo que algum leitor mais burro não dê por elas, e sempre ajudando os leitores (do mais mentecapto ao mais informado) a chegar às mesmas conclusões.

"* é sem dúvida um explêndido policial"

Já li melhores.

"* obriga-nos a duvidar, o que segundo a minha opinião, é uma boa prática porque nos empurra para a procura, para a busca (e que eu saiba isso nunca fez mal a ninguém ...)"

Certo.
Só que Dan Brown faz os leitores "duvidar" de coisas verdadeiras, e acreditar em coisas falsas. Quantas pessoas que leram o romance sabem que o Priorado de Sião é uma farsa? Que é um embuste criado por um francês chamado Pierre Plantard? Quantos, minha cara?
E aquele parágrafo "FACTO" onde Brown diz que o Priorado foi criado em 1099? Será isso verdade?

"não concorda ? Porquê agredir, se podemos dialogar, sem nos magoarmos ?"

Mas dialoguemos! Dialoguemos! mostre-me onde está a verdade nas teorias do autor...

"cada um de nós tem a sua verdade, exactamente porque somos diferentes, porque vemos, ouvimos, sentimos de maneira diferente !"

Ok, relativizar a verdade.
Isso é um dos males intelectuais do homem moderno. Uma falsa "tolerância" leva o homem moderno a considerar que "cada qual tem a sua verdade".

Seja como você quer ser.
A verdade, sobre cada aspecto da nossa existência, do mais simples ao mais complexo, é só uma!

Relativizar a verdade é declarar falência intelectual. Todo o trabalho intelectual, seja ao nível puramente sensorial, seja ao nível mais metafísico, tende a separar o conhecimento em "verdade" e "falsidade". Esborratar o conceito de verdade é muito grave.

Não conte comigo para relativizar a verdade.
Em relação a este caso específico de eu dizer que o Priorado é uma farsa, das duas uma: ou eu estou certo, ou estou errado.

Não há "a minha verdade", nem "a tua verdade", minha amiga. Ou o Priorado é uma farsa ou não é!
E as provas, estou careca de o dizer, estão no meu site, fruto do trabalho de largos anos, e que eu quero colocar à disposição dos utilizadores da Internet, porque sei o trabalho que dá descobrir a verdade.

Mentir é fácil. Dan Brown escreveu um romance fácil. Misturou três ou quatro obras anteriores, e o enredo estava feito. Mentir todos sabem, uns com mais jeito do que outros. O problema é que para "limpar" um parágrafo de tangas de Dan Brown são precisas dezenas de páginas de trabalho sério para que se possa "arrumar de novo a casa". Todos sabemos que sujar é fácil. Limpar é que dá trabalho.

"4. História - factos são factos, não estão sujeitos a interpretação, podem sim na passagem à escrita ser manipulados e todos nós sabemos que isso aconteceu, acontece e irá sempre acontecer, porque o poder instituido é pernicioso !"

OK.
E Dan Brown?
Não tem também "poder" (talvez ainda não instituido) para manipular os dados? É o que ele faz, ao fazer o leitor acreditar que o Priorado de Sião é uma organização milenar!!

"E finalmente, porque sou humana, e não resisto a uma provocaçãozita ... :

"- Independentemente das "interpretações" do texto, que o Bernardo tanto invoca, o que é para si um livro "não lixo" ?"

Pegue num qualquer livro de Umberto Eco. Pegue na obra de Camões, de Pessoa, de Eça de Queiroz, pegue num Dostoievsky, pegue em Teixeira de Pascoaes, sei lá... Poderia escrever aqui e agora cem nomes. Só para começar...

"- O Caminho ?"

Qual caminho?

"Duvide sempre Bernardo ... A verdade, a de cada um de nós (que para mim é a real), nasce da dúvida, da procura ..."

É o que faço.
Leia o meu site, e depois, por favor, volte cá e diga-me se mantém a mesma ideia da minha pessoa...

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 19 de setembro de 2004, às 23:46

Agora um anónimo,

"Caro Benardo, abra o seu espírito e tente ler mais alguma coisa sobre os assuntos debatidos no livro."

Com que atrevimento é que insinua que não o fiz? É impressionante a ligeireza de algumas pessoas a falar sobre outras que não conhem... Conhece-me? Tenha vergonha, e não diga asneiras!
Acha que por escrever sob anonimato tem o direito de insultar as pessoas? Imbecil...

"Já ouviu falar dos documentos do Mar Morto?"

Mais que "ouvir falar" (esse deve ser o seu caso), eu sei o que são os documentos do Mar Morto. São textos liturgicos de uma comunidade judaica que vivia no Deserto, a escassos quilómetros de Jerusalém, perto das grutas que se encontram num local hoje chamado de Qumran. Compilados entre 300 a.C, e 68 d.C.

"Alguma vez leu outros evangelhos que não os escolhidos pela Igreja a pedido e mando de Constantino?"

Para já, fique a saber que acabou de demonstrar a sua patética ignorância sobre o tema. Os Manuscritos do Mar Morto não são evangelhos, sabia?? Estes manuscritos nada têm a ver com o cristianismo, são o produto de uma comunidade JUDAICA. "Evangelion" é a palavra grega que significa "boa nova", por isso só faz sentido DEPOIS de Jesus. Como lhe expliquei, a comunidade em Qumran existia três séculos antes de Cristo.

NÃO HÁ EVANGELHOS EM QUMRAN! NÃO HÁ EVANGELHOS NOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO!

Agora, um tipo que ouviu umas coisas aqui e ali poderá estar a fazer confusão com os Evangelhos Gnósticos, escritos em torno do ano 200 d.C, e encontrados no Egipto, em Nag Hammadi, em meados dos anos cinquenta?
Deve ser isso... Sim, também li estes, ao contrário de si.

"Voce sabia que a Igreja Católica durante séculos garantia que a terra era o centro do universo e que o sol girava em volta dela?"

Nem vou discutir isto consigo. Você não está preparado.

"Que a lua era um espelho colocado ali por Deus para iluminar a terra?"

E isto, tirou de que "documento oficial da Igreja"?

"Sabia que a Inquisição perseguia ferozmente quem dissesse o contrário?"

Ó homem, esteja calado! Não misture alhos com bugalhos! Este artigo começou em torno da questão do Priorado de Sião!! Onde é que você já vai? Começa a divagar aos manuscritos do mar morto, e agora dá um saltinho à Inquisição? É porque não percebe NADA sobre o Priorado de Sião, certo? Por isso é que muda de assunto... Só faz figura de parvo. Se não percebe do assunto e não quer aprender, ponha-se na alheta.

"Como vê, nem tudo o que a Igreja afiança é verdadeiro."

Isso diz um mentecapto como você, que não sabe o que diz.

"Porque lhe repugna tanto que Jesus tivesse casado?"

Não me repugna. Simplesmente, acho que se ele não se casou é um pouco ridículo falar sobre ele como se ele se tivesse casado. Ao contrário de patetas como você, não há qualquer problema teológico com Jesus casar (não deixaria de ser Deus, como tantos idiotas hoje em dia insistem), mas se isso não aconteceu, que interesse terá agora assumir isso como certo?

Você conheceu-o?
Conheceu a mulher dele? Ou é só mais um daqueles papalvos que leram Brown e agradeceram a vinda deste glorioso escritor?

"Se Jesus era um bom judeu e seguindo as normas vigentes nessa sociedade tinha a obrigação de casar antes dos 30 anos"

OK, mais um que acha que não havia celibatários na Terra Santa... Também acha que eles eram executados? É que há por aí uns cromos que dizem isso...

"e até agora a Igreja ainda nunca explicou o que fez Jesus durante vinte e tal anos omissos dos evanjelhos canónicos"

A Igreja não tem que falar sobre assuntos que desconhece. Nisto, você deveria aprender com o exemplo. Não se tem muita informação sobre esse período. É por isso que não se fala muito sobre isso. Não há dados. O interesse dos evangelistas por Jesus começa com a vida adulta de Jesus, com o início da sua pregação.

Vá lá estudar este assunto, e fique a saber que, mesmo para insultar, convém saber do que se está a falar. Isto se quiser evitar figuras tristes...

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 19 de setembro de 2004, às 23:57

Olá Gibel,

"olha que pela tua paciência, acho que lá no fundo, no fundo, crês na regeneração destas alminhas."

Olha que tens toda a razão, a crer pelas palavrinhas deste último anónimo... Já começo a ver a paciência a esgotar-se... Ele é "evangelhos do Mar Morto", ele é "pergaminhos" em vez de papiros, ele é misturar tudo e voltar a dar... Já não posso mais com o "Constantino que escolheu evangelhos e queimou os restantes", já não posso mais com "os bispos em Niceia que foram chantageados por Constantino", nem com o "Jesus que se foi casado já não podia ser Deus", e tantas burradas do género.

Ee não sou santo, longe disso, mas isto é de matar a paciência a qualquer um.... Deus me dê forças!!

E o pior é que as mesmas pessoas que usam a Internet para vir aqui abandalhar, podiam perfeitamente VERIFICAR o que eu acabei de dizer, apenas navegando um pouco, e LENDO, e ESTUDANDO os assuntos...

Lá diz o povo: "A ignorância é muito atrevida"!

Um abraço, amigo Gibel, e obrigado pela força!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 20 de setembro de 2004, às 00:02

Não fui ao seu site, nem tenho muita vontade de ir ... :(

Impressiona-me a sua "intolerância" e linguagem agressiva, que diga-se de passagem não é compatível com a mensagem de Jesus Cristo, enquanto homem que é no que acredito!

Lamento muito mas, até prova em contrário, a relatividade da verdade existe e é por isso mesmo que você acredita que Jesus Cristo é Deus ...

Prove-me cabalmente (2+2 = 4) que Jesus Cristo é Deus !

Para quem o lê, fica com a sensação (eu fiquei) da existência de um inexplicável medo de que "Codigo da Vinci" possa abalar o mundo onde se movimentam as suas convicções ? Porquê ?

Se o "Código da Vinci" é uma "farsa" porquê tanta preocupação ?

O fruto proibido, é o mais desejado ... (não é literário, meu caro Bernardo, mas esta é uma das verdades que não é passível de ser relativizada)!

Agora duas provocaçõezitas :

- não acho que seja necessário desfiar a cultura a que cada um teve acesso, pode ou quiz ter acesso - é muito feio, pouco tolerante, e, desculpe-me, pouco inteligente - não sabe o que eu li ou deixei de ler !

- tss! tss! "Caminho - 999 pontos de meditação para fazer na vida a obra de Deus" (com toda a certeza o seu trabalho de investigação ainda não chegou ao fim ...)

Porque será que tenho a sensação que era suposto eu ter entrado nesta discussão pela porta lateral do edifício ?

Afixado por Knopfli em 20 de setembro de 2004, às 01:31

Porque não gosto de me deixar levar por preconceitos, decidi ir ler o seu site.

Escolhi uma das suas observações ao livro de Simon Cox, sobre a fertilidade ou não da Virgem Maria, para o questionar :

"... embora fossem cuidadosos em não lhe conceder os habituais atributos de fertilidade associados com as figuras da deusa"

Aqui, Simon Cox está em puro delírio, talvez gerado por químicos alucinogéneos. Os bispos foram "cuidadosos", diz Simon Cox... O autor parece ter provas de que, debruçados uns sobre os outros numa roda conspiratória, os bispos retiraram em comum acordo os atributos de fertilidade a Maria (o que não deixa de ser irónico, porque isto destrói a tese de Simon Cox - uma Maria estéril não poderia ter gerado Jesus sem deixar de o ser, pelo que negar a fertilidade a Maria é uma perfeita asneira).

Por favor tenha dó de quem o lê ... não é a Igreja Católica que apregoa que a Virgem Maria foi concebida por obra e graça do Espirito Santo ? A ser verdadeira esta teoria, tanto faz que fosse estéril como não !

Afixado por knopfli em 20 de setembro de 2004, às 02:11

Here i am again coming from your site ! We have here a "knowledgeable" "egocentric" "serious" problem, don't we ?

If not, let us see :

- Dan Brown não passará por pessoa culta ou informada aos olhos do leitor sensato

- O uso do Ankh como amuleto protector é, obviamente, um uso "infantil" do símbolo, que só se poderia tornar popular entre o povo, nas camadas menos instruídas, ou em períodos históricos em que se tivesse perdido o significado original do Ankh.

- Ou seja, toda a gente concorda, hoje em dia, que antigamente os homens e as mulheres eram mentecaptos, quase animais, e que faziam estátuas gordas porque veneravam "deusas". Esta "infantilização" dos nossos antepassados faz falta a muita gente, que se quer ver hoje em dia como "civilizada", "instruída", enfim, "evoluída".


- Margaret Starbird não convence a pessoa culta, séria e informada.

- Francamente, como é que este homem quer ser levado a sério? Depois, a frase final parece feita para irritar as pessoas sérias:

- Só os tolos teimosos é que continuam a levar esse livro a sério

- Ninguém sério acreditaria na honestidade de Gérard de Sède

- Só Simon Cox, na sua profunda ignorância sobre o tema

- A falácia é auto-evidente. Risca-se do confronto argumentativo as poucas pessoas que estão em condições de o fazer, e as poucas que podem falar com conhecimento de causa.

Afixado por knopfli em 20 de setembro de 2004, às 03:24

Cara Knopfli,

"Não fui ao seu site, nem tenho muita vontade de ir ... :("

É pena... Você é que perde...

"Impressiona-me a sua "intolerância" e linguagem agressiva, que diga-se de passagem não é compatível com a mensagem de Jesus Cristo,"

Nada compatível!
Eu sou um tipo horrível, e admito-o com uma falta impressionante de paciência para aturar as estupidezes dos outros. Leu a mensagem que me deixou um senhor anónimo, aqui atrás? O que acha desta mensagem? É educada? É respeitadora? Merece ou não merece que eu o trate como tratei?

Se você for educada comigo, não terei razões para ser antipático consigo.

"Prove-me cabalmente (2+2 = 4) que Jesus Cristo é Deus !"

Está a gozar, certo?

"Para quem o lê, fica com a sensação (eu fiquei) da existência de um inexplicável medo de que "Codigo da Vinci" possa abalar o mundo onde se movimentam as suas convicções ? Porquê ?"

Não!
O livro é um emaranhado de tangas! Tangas, percebe? E isso ofende a consciência do homem honesto. Ofende a minha consciência. Tenho muitos amigos e amigas verdadeiramente baralhados com o enxame de nojice que vem deste livro. E, sabendo exactamente como explicar os erros, eu sinto-me na obrigação de NÃO ME CALAR!

E por muito que isso irrite pessoas como você, acredite em mim que se você for até ao fundo da questão, voltará aqui certamente e dirá: "Bernardo, você tinha razão!". Quer apostar?

"Se o "Código da Vinci" é uma "farsa" porquê tanta preocupação ?"

Precisamente porque é uma farsa.
Imagine que alguém escrevia um livro a difamar a sua mãe. Um livro a dizer as piores coisas sobre a sua mãe. Como reagiria você?

"- não acho que seja necessário desfiar a cultura a que cada um teve acesso, pode ou quiz ter acesso - é muito feio, pouco tolerante, e, desculpe-me, pouco inteligente - não sabe o que eu li ou deixei de ler !"

Onde é que eu insultei a sua cultura?

"- tss! tss! "Caminho - 999 pontos de meditação para fazer na vida a obra de Deus" (com toda a certeza o seu trabalho de investigação ainda não chegou ao fim ...)"

Mas porque raio é que me atira à cara com o Caminho, do Escrivá? Acha que eu admiro essa obra?

"Porque não gosto de me deixar levar por preconceitos, decidi ir ler o seu site."

OK, menos mal.

"Por favor tenha dó de quem o lê ... não é a Igreja Católica que apregoa que a Virgem Maria foi concebida por obra e graça do Espirito Santo ? A ser verdadeira esta teoria, tanto faz que fosse estéril como não!"

Não, não é verdade.
Se Maria fosse estéril nunca conceberia! Acaso a amiga Knopfli acha possível conceber-se sem se ser fértil? E se Maria não tivesse útero? Como nasceria Jesus? Por favor, minha amiga, tente ser séria. O assunto é sério. E a minha linguagem áspera vem apenas da minha revolta por ver tanta gente sem conhecimentos básicos ter a LATA de falar de forma leviana sobre questões fundamentais da fé católica. E isso ofende-me como católico, mas também me ofenderia se não o fosse, porque mesmo não sendo católico, é possível ficar-se ofendido por ataques tão descarados à verdade.

"Here i am again coming from your site ! We have here a "knowledgeable" "egocentric" "serious" problem, don't we ?"

A partir daqui, não percebi. Porque escreve você em inglês?

Se quiser continuar esta discussão, tem que apresentar argumentos sérios. Não imbirre com o meu estilo de escrita. Isso não leva a lado nenhum. Tenho todo o direito em manifestar a minha repulsa às asneiras de Simon Cox. A Internet é livre.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 20 de setembro de 2004, às 11:11

Ora bem.

Isto tá giro tá!!!!

Ora aqui vai um comentário de um ateu convicto, a ver se consigo por um cado de agua na fervura.

Meus amigos, porque discutir as crenças de cada um?
Não temos todos a liberdade de acreditar no que quisermos?

Não acredito em Deus, não acredito na igreja, mas também não acredito no priorado, na opus dei, nos maçons ou em qualquer outra seita ou religião.

Sinceramente gostei do livro, pelo divertimento que me proporcionou.
Um género de Indiana Jones meets Lara Croft. Lol.
Sejam os factos históricos verdadeiros ou falsos a verdade é que o livro é divertido e viciante.
O resto pouco importa.
Afinal quem acreditava antes me alguma coisa, não vai deixar de acreditar, certo?

Deixem-se de discussões da treta e vejam o livro pelo que ele é afinal. Um romance. Algo para nos divertir.

Fiquem em paz!

Afixado por JonhyWalker em 20 de setembro de 2004, às 12:21

Caro amigo JohnyWalker,

"Meus amigos, porque discutir as crenças de cada um? Não temos todos a liberdade de acreditar no que quisermos?"

Concordo 100% consigo.
O problema é que há muita gente por aqui que, não sabendo bem como refutar o que eu digo sobre o Priorado, insistem em desviar a conversa para o catolicismo, e para a Igreja Católica.

Desde que não me insultem, tenho todo o gosto em partilhar com toda a gente a minha forma de ver e viver a doutrina católica.

Mas isso pode tornar-se enfadonho e maçudo.
Por isso, a sua mensagem vem mesmo a jeito! Se alguém quiser refutar o que eu digo sobre o Priorado, tudo bem. Façam-no.

Se não, deixemos morrer esta lista de comentários, e passemos adiante. Isto já se está a tornar maçudo e maçador.

"Não acredito em Deus, não acredito na igreja, mas também não acredito no priorado, na opus dei, nos maçons ou em qualquer outra seita ou religião."

Ok, um céptico. Tudo bem. Apesar de eu não ser adepto do cepticismo absoluto, é uma postura sensata, pelo menos.

"Sinceramente gostei do livro, pelo divertimento que me proporcionou."

Se sucedesse o mesmo com toda a gente, tudo seria mais fácil, e o livro seria muito mais inofensivo. Mas nem toda a gente reage ao livro com o seu cepticismo!

"Afinal quem acreditava antes me alguma coisa, não vai deixar de acreditar, certo?"

O problema é que deixam. O livro é especialmente perigoso para aqueles que já tinham dúvidas.

"Deixem-se de discussões da treta e vejam o livro pelo que ele é afinal. Um romance. Algo para nos divertir."

Antes fosse tudo assim tão simples! Tivessem todos a sensatez de ver o livro como um romance, e o livro seria muito mais inofensivo...

"Fiquem em paz!"

Você também!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 20 de setembro de 2004, às 13:16

Boa tarde Bernardo !

Primeiro que tudo quero esclarecer que não sou nem a favor da igreja católica, nem de outra qualquer, interesso-me sim por religiões.

Sou não crente, filha de pais que eram profundamente católicos e praticantes! Não o ataco a si, nem a niguém pela única razão de serem crentes nesta ou naquela religião, nesta ou naquela filosofia - não tenho preconceitos!

Agora, isso sim, impressionou-me como já manifestei, a sua intolerância e agressividade, que se manifesta na sua forma de escrever! A não ser assim, vejamos :

- "Nada compatível!
Eu sou um tipo horrível, e admito-o com uma falta impressionante de paciência para aturar as estupidezes dos outros. Leu a mensagem que me deixou um senhor anónimo, aqui atrás? O que acha desta mensagem? É educada? É respeitadora? Merece ou não merece que eu o trate como tratei?
Se você for educada comigo, não terei razões para ser antipático consigo."

Acho que a "educação" não é um reflexo do comportamento dos outros - ou somos educados ou não! Quanto muito, admito, podemos nos irritar, ou descontrolar, com razão ou não, mas isso não nos dá o direito de sermos mal educados.

- "O livro é um emaranhado de tangas! Tangas, percebe? E isso ofende a consciência do homem honesto. Ofende a minha consciência. Tenho muitos amigos e amigas verdadeiramente baralhados com o enxame de nojice que vem deste livro. E, sabendo exactamente como explicar os erros, eu sinto-me na obrigação de NÃO ME CALAR!"

Continuo na relatividade da Verdade e como tal não acho que nos devamos sentir ofendidos por opiniões contrárias, tendo sempre o cuidado de não agredirmos para não sermos agredidos. A humildade era outra das facetas de Cristo, não era ? Não concordo com a humildade levada aos extremos - dar a outra face - mas acredite, prefiro ter mão para dar, do que cara para levar.

- "Precisamente porque é uma farsa.
Imagine que alguém escrevia um livro a difamar a sua mãe. Um livro a dizer as piores coisas sobre a sua mãe. Como reagiria você?"

Cada um de nós tira as conclusões que quizer do livro, não vejo onde uma teoria possa ofender (no que me diz respeito, não tenho provas do que seja, nem da existência do Priorado do Sião , nem da existência de Cristo como Deus, nem da concepção de Maria que não pelas vias normais). Aonde está a ofensa de Maria ter sido concebida por um mortal ? Qual o problema de Cristo ter tido como companheira Maria Madalena ?

Sou mãe, fui concebida pelas vias normais, humanas, e não me ofende nada, pelo contrário - o meu filho foi das melhores coisas que me aconteceram, o meu marido é o melhor AMIGO que tenho.

"A partir daqui, não percebi. Porque escreve você em inglês?"

Usei o inglês, porque como sabe há conceitos linguísticos, ideias, que quando traduzidos para uma outra língua perdem o seu sentido. Mas se não percebeu, volte a ler os extractos do seu texto que eu transcrevi e tente encontrar o que há de comum entre eles e em mais este que transcrevo agora :

"Se quiser continuar esta discussão, tem que apresentar argumentos sérios."


E porque sou brincalhona - acho que deve recordar o Acto de Contrição ....

Afixado por Knopfli em 20 de setembro de 2004, às 17:42

Adenda :

-"Se Maria fosse estéril nunca conceberia! Acaso a amiga Knopfli acha possível conceber-se sem se ser fértil? E se Maria não tivesse útero? Como nasceria Jesus? Por favor, minha amiga, tente ser séria."

A acreditar na teoria da Igreja Católica, relativamente à concepção de Maria, não vejo a necessidade da existência ou não da fertilidade.

A fertilidade não está directamente relacionada com o facto da existência do útero ou não, está sim ligada à fertilização de um óvulo cuja localização tanto pode ser intra-uterina como extra-uterina (nas trompas).

Desculpe-me a minha "ignorância" e "falta de seriedade", mas não consigo mesmo perceber como podería Maria ter sido concebida senão pelas vias normais ...

Afixado por Knopfli em 20 de setembro de 2004, às 17:58

E como sou brincalhona e para aliviar :

Será que na época já existia fertilização "in vitro" ? É um caso a ponderar e investigar ...

Não se zangue, pense que os outros também se podem ofender e zangar com as suas opiniões, com a sua forma de expressar ...

Afixado por Knopfli em 20 de setembro de 2004, às 18:04

OK, Knopfli, vamos ver se nos entendemos...

"Não o ataco a si, nem a niguém pela única razão de serem crentes nesta ou naquela religião, nesta ou naquela filosofia - não tenho preconceitos!"

Ok, perfeito.

"Agora, isso sim, impressionou-me como já manifestei, a sua intolerância e agressividade, que se manifesta na sua forma de escrever!"

Tem toda a razão. Essa minha forma de ser expressa-se com mais frequência pelo facto de ter que suportar comentários imbecis (não necessariamente os seus), dia após dia, ao longo de várias semanas, em vários blogues. Entenda que eu não tenho por hábito falar sobre assuntos que desconheço. E é com imensa facilidade que se vê este ou aquele papalvo a insinuar que "eu não tomei em consideração isto", ou "eu não estou bem informado", ou tretas do género. Falo muito a sério sobre assuntos que conheço. Senão calava-me.

"Quanto muito, admito, podemos nos irritar, ou descontrolar, com razão ou não, mas isso não nos dá o direito de sermos mal educados."

Ok, concordamos. Considere que eu me descontrolo com especial facilidade quando me insultam ou insultam a minha seriedade, honestidade, e competência para discutir estes temas. Essa competência, que é sempre relativa (há gente tão mais competente que eu!), vem do trabalho que tenho vindo a desenvolver nos últimos anos em prol da verdade relativamente ao Priorado de Sião e ao Mistério de Rennes-le-Château, que é a espinha dorsal de toda esta mistificação. O meu site fala por si.

"Continuo na relatividade da Verdade e como tal não acho que nos devamos sentir ofendidos por opiniões contrárias, tendo sempre o cuidado de não agredirmos para não sermos agredidos."

Isso é pacífico demais. Dan Brown erra, e muito na minha opinião. Esses erros são, grande parte deles, erros conscientes. Ele sabe o que está a fazer. Isso, para mim, só pode vir de má fé, de uma má fé que quer enganar o máximo possível de leitores crédulos e mal informados. E isso ofende-me e irrita-me. E o que eu acho mais supreendente é que, tentanto ajudar quem foi enganado ou tentando evitar que outros se enganem, essas mesmas pessoas (cuja confiaça de leitor é traída por Dan Brown) sejam tão ingratas e violentas para comigo, que sem elas perceberem, estou a ser um excelente amigo delas!

Mais valia eu ficar calado e não dizer o que sei? Isso não seria egoísta e sacana da minha parte? Saber tudo e calar-me?

Sou um dos piores inimigos desta farsa toda, e não conte comigo para me calar. Vou até ao fim. Já ajudei muitas pessoas, que me agradeceram, e que ficaram a perceber de onde tudo isto tinha vindo. Por essas pessoas, e por elas apenas, o meu trabalho faz sentido.

"A humildade era outra das facetas de Cristo, no era ? Não concordo com a humildade levada aos extremos - dar a outra face - mas acredite, prefiro ter mão para dar, do que cara para levar."

Estou muito longe de conseguir imitar Cristo, infelizmente. Sou um pecador, cheio de defeitos. Contudo, não vou recuar naquilo que considero ser a minha humilde função: limpar este esterco todo em torno de Dan Brown.

"não tenho provas do que seja, nem da existência do Priorado do Sião"

O problema é esse. É que não só há provas da existência do Priorado de Sião como se sabe muito bem em que é que consistia. Daí o trabalho que desenvolvi no meu site para expor a verdade sobre o Priorado.

"nem da existência de Cristo como Deus"

Mas quem terá provas da existência de Cristo como Deus? Quem acredita, acredita.

"nem da concepção de Maria que não pelas vias normais"

Idem.

"Aonde está a ofensa de Maria ter sido concebida por um mortal?"

Maria foi concebida por um mortal. Chamava-se Joaquim.

"Qual o problema de Cristo ter tido como companheira Maria Madalena?"

Se ele não teve companheira, verá com facilidade que a sua frase se transforma numa falsidade. Pura e simplesmente uma falsidade: não é uma ofensa à pessoa de Cristo (se ele tivesse uma companheira, que mal teria isso?), mas sim uma perversão da verdade histórica em relação ao fundador de uma das maiores religiões mundiais.
Faço-lhe esta pergunta:
Se ele foi solteiro, qual é o mal?

"A acreditar na teoria da Igreja Católica, relativamente à concepção de Maria, não vejo a necessidade da existência ou não da fertilidade."

Então: a fertilidade é a capacidade para ter uma gravidez e levá-la a bom termo. A única diferença, segundo a doutrina católica, está em que o agente activo não é um homem, mas sim o Espírito Santo. Tudo o resto, mesmo biologicamente falando, está lá, em Maria. Por isso é que ela é, literalmente, "teotokos", que em grego significa "mãe de Deus".

"A fertilidade não está directamente relacionada com o facto da existência do útero ou não, está sim ligada à fertilização de um óvulo cuja localização tanto pode ser intra-uterina como extra-uterina (nas trompas)."

Repito: por "fertilidade" quis dizer "capacidade para ter uma gravidez e levá-la a bom termo".

"Desculpe-me a minha "ignorância" e "falta de seriedade", mas não consigo mesmo perceber como podería Maria ter sido concebida senão pelas vias normais ..."

Repito:
Maria foi concebida "pelas vias normais", ou seja, é filha "normal" de Santa Ana e de S. Joaquim. Está, julgo eu, a haver uma confusão com o conceito teológico da Imaculada Conceição (dogma do Papa Pio IX). A "imaculada" refere-se ao facto de Maria não trazer em si a mancha do Pecado Original. Discutir isto poderá ficar para outra altura, senão esta mensagem ficaria gigante.

"Não se zangue, pense que os outros também se podem ofender e zangar com as suas opiniões, com a sua forma de expressar ... "

Knopfli, eu estou muito à vontade por discutir estes e outros temas com outras pessoas que não sejam crentes, e até que me achem um maluco. Repare: a discussão inicial não girava em torno de crenças religiosas. Começou pelo Priorado de Sião. E neste ponto, estou absolutamente convicto de que o dito Priorado é uma farsa, uma burla, inventada por Pierre Plantard, e que Dan Brown dá uma ideia totalmente errada do Priorado, ocultando aos seus leitores provas históricas que já estão publicadas há décadas.

Refira-se, por favor, ao meu site, onde tenho vindo a ampliar nos últimos dias uma secção inteira dedicada ao Priorado de Sião e ao seu fundador, o mitómano Pierre Plantard.

A minha irritação vem dos insultos que me dirigem certas pessoas que, numa total ignorância do tema do Priorado de Sião, se atrevem a contestar a minha competência, a minha seriedade, e o conhecimento que quero partilhar com todos.

Não têm sido poucas as sugestões que me fazem para que escreva e publique um livro. Isso dar-me-ia dinheiro. Não quero. Quero manter, para já, o site aberto e sem restrições. A verdade deve estar acessível a toda a gente. Para eu mostrar que nada mais me move do que a busca da Verdade. Para mostrar que não quero fazer dinheiro com isto.

Fiz-me entender?

Um abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 20 de setembro de 2004, às 19:11

"O livro é especialmente perigoso para aqueles que já tinham dúvidas"

Sinceramente eu acho que as críticas do Sr. Bernardo ao livro já estão chegando ao estágio do fanatismo....

Perigoso por quê? Porque ele pode despertar a "curiosidade" daqueles que acreditam em uma verdade incondicional?

Acho que o livro realmente deve ter um fundo de verdade em suas revelações, pois do contrário ele não teria lhe afetado tando assim.

Penso que todos podem ter suas crenças e defender suas opiniões, minha família é católica, fui batizada, fiz primeira comunhão, crisma, já fui muito a missas, acredito em Deus, etc..mas chegar ao ponto de achar que possui a verdade absoluta e todos os que gostaram do livro por algum motivo devem ser convencidos do contrário...é um pouco de exagero..., não acham?

Estou lendo o livro, conheço pessoas que já o leram e estou achando muito interessante, mais pelo romance policial e narrativa que prende o leitor do que essencialmente pelo seu conteúdo "perigoso".

Um abraço a todos aqui do Brasil (Porto Alegre)

Afixado por Sara em 21 de setembro de 2004, às 02:45

Cara Sara,

"Sinceramente eu acho que as críticas do Sr. Bernardo ao livro já estão chegando ao estágio do fanatismo...."

Sinceramente a Sara não percebe nada do assunto, e sinceramente, está a insultar-me. Sinceramente, tenho pouca paciência para insultos. Se as pessoas têm apenas insultos para fazer, porque é que insistem em largar a sua posta aqui? Vão para outra freguesia!

"Acho que o livro realmente deve ter um fundo de verdade em suas revelações, pois do contrário ele não teria lhe afetado tando assim."

Ah, certo!
Que demonstração brilhante, esta a sua!
Ficou provado que eu estou errado, e que Dan Brown está certo!

"Estou lendo o livro, conheço pessoas que já o leram e estou achando muito interessante, mais pelo romance policial e narrativa que prende o leitor do que essencialmente pelo seu conteúdo "perigoso"."

Gostos não se discutem.
A verdade histórica, essa deve ser discutida.

Adeusinho

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de setembro de 2004, às 10:13

dan brown wins.....

Afixado por sauniere em 21 de setembro de 2004, às 11:51

"dan brown wins....."

Grande novidade...

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de setembro de 2004, às 12:32

é bom saber q o reconheçe Eng. Sanchez da Motta...

Afixado por sauniere em 21 de setembro de 2004, às 14:37

AVISOS À NAVEGAÇÃO

Tema: "posts" sobre o Priorado de Sião, Rennes-le-Château, e outros assuntos associados ao Código Da Vinci.

Ponto 1: Qualquer pessoa pode ter uma posição 100% oposta à minha, como é evidente; tenho aprendido, e mesmo revisto o meu trabalho, à custa da ajuda de muitos contestatários que apresentaram provas concretas relativas a erros meus.

Ponto 2: A minha investigação, mesmo que estivesse toda errada, merece respeito: tomou-me muito tempo, e está repleta de documentos originais, ou cópias fidedignas de originais. Se a quero apresentar ao maior número de pessoas é porque acredito na sua validade e na sua utilidade. Este é um dos pontos mais importantes: respeitar o meu trabalho, o que não significa concordar; por isso, a partir de hoje, não vou tolerar comentários que insinuem a "minha ignorância", ou a minha "fraca preparação", ou o meu "fanatismo", e outros do género - vão para o lixo imediatamente.

Ponto 3: O tema em debate é logo indicado pelo título do artigo. Neste caso, o tema é o Priorado de Sião. Tudo o que fugir do assunto só será tolerado se for pertinente; e o que é um comentário pertinente? é um comentário que traz algo de novo E CONCRETO à discussão, por exemplo, uma citação de um livro, um link para um site, um exemplo de um documento, um nome de uma pessoa envolvida, um erro crasso nalguma coisa que eu tenha escrito (neste caso, é preciso apresentar a prova de que eu errei), etc.

Ponto 4: As pessoas que decidirem everedar por vias de debate religioso ou teológico já sabem que deverão esperar da minha parte respostas que vêm de um católico; pelo que se deverá manter um nível adequado de tolerância e respeito mútuo; contudo, eu gostaria que se evitassem comentários que desviem o tema central em discussão.

Para finalizar: o meu ponto de opinião é este "O Priorado de Sião é um embuste, uma farsa, uma fantasia saída da cabeça de Pierre Plantard". Se eu tivesse que resumir a minha posição, era isto que eu diria.

Tenho provas suficientes para sustentar esta tese, e outras teses associadas, no meu site, em:

http://bmotta.planetaclix.pt

Queria também dizer que eu próprio já tive, na minha vida, três fases diferentes em relação aos meus conhecimentos sobre este tema em concreto:

1. Uma fase em que desconhecia isto tudo por completo (óbvio)
2. Uma fase em que acreditei em tudo isto, na sequência da leitura do livro do trio Lincoln, Baigent e Leigh
3. A fase actual, de refutação disto tudo com base em provas e documentos em concreto

Por isso, é evidente que terei todo o gosto em debater isto com qualquer pessoa que se encontre em qualquer das fases acima descritas, e mesmo com quem seja fã incondicional de Dan Brown. Peço, no entanto, que se evitem considerações sobre a minha pessoa, e que os comentadores, se têm algo a protestar, que o façam de forma concreta, citando do meu trabalho a parte exacta que contestam, e argumentando convenientemente a sua contestação.

Estas são as minhas regras, para aplicar a todos os meus artigos que tenham como tema o Priorado de Sião, ou os temas normalmente associados ao Código Da Vinci.

Quem não as cumprir, verá os seus comentários apagados sumariamente. Parece-me justo, uma vez que os artigos são meus, e eu tenho todo o direito de impedir boicotes a eles, por parte de pessoas que, nada tendo de concreto para refutar, gostam de vir para aqui encher de lixo este blogue e conspurcar um trabalho sério, e que merece respeito.

Cumprimentos a todos, e obrigado às inúmeras pessoas que nunca violaram nenhum destes pontos, mesmo aquelas que discordam de mim.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de setembro de 2004, às 14:41

poxa.... olha sinceramente eu li o livro do codigo da vinci e meu irmao.... eu nao sei por que tu ta chamando o livro de lixo..... o autor tava tentando fazer apenas uma coisa que prendesse a atença das pessoas e naum um livro pra ser usado em faculdade... se vc é tao metido a eu sei de tudo e vcs sao inferiores pq vc naum pega e escreve um livro falandu td que pra vc e verdade....

eu soh axu ke naum vai vender nd...

Afixado por vic em 22 de setembro de 2004, às 00:06

Caro Vic,

A sua mensagem estava no limiar de ser apagada.
Tenha um pouco mais de cuidado. Como você não foi totalmente ofensivo, eu respondo-lhe e mantenho o seu comentário.

Não sei se reparou, mas um senhor que por cá passou e deixou uma bosta, viu essa mesma bosta liminarmente apagada.

"poxa.... olha sinceramente eu li o livro do codigo da vinci e meu irmao.... eu nao sei por que tu ta chamando o livro de lixo....."

Gostos não se discutem.
Eu acho o livro mau, e acho que tenho o direito de o dizer, e muito mais de explicar porquê.

"o autor tava tentando fazer apenas uma coisa que prendesse a atença das pessoas e naum um livro pra ser usado em faculdade..."

Que sabe você sobre os desejos do autor?
Eu só tento adivinhar os desejos do autor, porque não me posso colocar na cabeça de Dan Brown (se bem que estará cheia de espaço). Você conhece Dan Brown? Tem a certeza de que ele queria apenas fazer uma "coisa" que prendesse a atenção das pessoas?

Meu amigo, eu acho que isto é tudo muito mais grave, e tenho vindo a explicar porquê. É a minha posição, que é livre, certo?

"se vc é tao metido a eu sei de tudo e vcs sao inferiores pq vc naum pega e escreve um livro falandu td que pra vc e verdade...."

Meu amigo, eu não sou "metido a eu sei de tudo", porque isso seria estúpido da minha parte. Eu, obviamente, estou longe de sequer saber alguma coisa de palpável. Mas, e isso é bem certo, conheço melhor este assunto que muitas das pessoas que por aqui passam para me ofender.

Se eu me irrito, é com a falta de educação das pessoas, e com a arrogância daqueles que, não sabendo nada sobre isto, têm a lata de insultar quem, como eu, sabe algumas coisas. Repito: algumas coisas, muito poucas, mas mesmo assim, são coisas sólidas as que eu sei.

"eu soh axu ke naum vai vender nd..."

Eu não quero vender nada.
Quero informar. Quem quiser ser informado, tudo bem. Quem não quiser, tem que ter pelo menos a educação de não me insultar. É o mínimo.

Fique bem.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 22 de setembro de 2004, às 10:01

Caro Bernado,

Realmente acho que não sou dígna de visitar o seu site, já que, como você disse, não entendo nada do assunto... Só uma última consideração, que sei que poderá ser apagada, pois pelo que percebi você só manterá neste fórum as informações que você achar convenientes:
1- Quem pede respeito, não chama o trabalho dos outros de lixo;
2 - Se você realmente acha que "O Priorado de Sião é um embuste, uma farsa, uma fantasia saída da cabeça de Pierre Plantard". Penso que você deveria ocupar o seu tempo em alguma atividade mais produtiva, pois você deve passar o dia respondendo os ítens deste fórum.

Abraços,

Afixado por Sara em 22 de setembro de 2004, às 23:06

Cara Sara,

Relembro-a só da forma como você começou a insultar-me (por vezes, a memória das pessoas é fraca):

"Sinceramente eu acho que as críticas do Sr. Bernardo ao livro já estão chegando ao estágio do fanatismo...."

"Acho que o livro realmente deve ter um fundo de verdade em suas revelações, pois do contrário ele não teria lhe afetado tando assim."

As suas insinuações, e insultos a um suposto "fanatismo" são provas evidentes da sua falta de respeito. Ficou irritada por eu ter respondido à letra? É o costume... As pessoas gostam de ofender, mas não gostam de ser ofendidas.

"Realmente acho que não sou dígna de visitar o seu site, já que, como você disse, não entendo nada do assunto..."

Dispenso a ironia.
Se percebe do assunto, cá estarei para debater isto consigo. E você sabe disso. Sabe, porque já leu outras mensagens minhas, que eu falo e discuto com TODA a gente. Menos com os mal educados.

"Só uma última consideração, que sei que poderá ser apagada, pois pelo que percebi você só manterá neste fórum as informações que você achar convenientes:"

Não apenas manterei aqui as mensagens que não forem rudes e mal educadas. Esta sua última mensagem, por exemplo, não foi nada simpática, e mesmo assim, eu deixei-a porque não foi mal educada. Pareceu-me apenas uma pessoa chateada, e eu estou aqui para, se você quiser, tentar uma segunda abordagem.

"1- Quem pede respeito, não chama o trabalho dos outros de lixo;"

Na minha opinião, as coisas devem ser chamadas pelos seus nomes. As opiniões ainda são livres, que eu saiba. Além disso, chamar "trabalho" ao panfleto de Simon Cox, ou ao livro de Dan Brown é gozar com o verdadeiro trabalho.

"Penso que você deveria ocupar o seu tempo em alguma atividade mais produtiva"

Já o faço. O meu dia de trabalho começa cedo e acaba tarde.

"pois você deve passar o dia respondendo os ítens deste fórum."

Exacto! E já viu, por aqui, cara Sara, como é injusta a forma ingrata como as pessoas tratam este meu esforço, começando por si?

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 23 de setembro de 2004, às 09:58

Tanta confusão por causa do romance de Dan Brown...

Não nos estaremos a esquecer que é uma obra de ficção e não um documentário?

Se o Sr. em questão tivesse querido fazer um documentário, ter-se-ia apoiado em documentos, estudaria a fundo, etc, etc.

Cláudia

Afixado por Cláudia em 24 de setembro de 2004, às 11:58

Tbm concordo com um comentario anterior...
nao se pode ler somente 2, 3 ou 4 livros sobre o tema com uma mesma opiniao..
tbm me pergunto se vc esta lendo os livros certos
existe muito mais coisas entre o ceu e a terra do q se possa imaginar
e nao é um ou dois livros q vao mudar isto.
tbm sugiro The da Vince Code...
pense nisso..

Afixado por João Pedro em 25 de setembro de 2004, às 00:47

http://members.tripod.com/Ramon_K_Jusino/magdalena.html#workscited

Afixado por Knopfli em 25 de setembro de 2004, às 17:40

Sou apenas um aficcionado por conhecimento em busca de mais um pouco do mesmo, e, ao procurar informações sobre o priorado de Sião, pois estou lendo o supracitado livro "o código da Vinci",me deparei com o atual debate. Ainda não acabei de ler o livro, mas estou gostando muito, tanto por ser um bom tipo de entretenimento, quanto por me induzir à pesquisa de novos assuntos. Não concordo com a posição de Bernardo Sanchez de considerá-lo um lixo, pois o livro foi muito bem escrito, e suas informações, mesmo sendo falsas ou deturpadas, ficaram muito bem intrincadas com a história. O mais sensato ao se ler um livro como este, seria não aceitar de primeira tudo o que o autor nos passa, e sim procurar saber se suas informações são realmente verdadeiras. Considerando isso, admiro muito a atitude do sr. Sanchez em dividir com outros sua pesquisa. Eu, em especial, estou muito grato por isso. Espero poder, em breve, voltar a este debate com uma bagagem sufuciente para defender meu ponto de vista.

Abraços.

Afixado por Sgt. Pepper em 26 de setembro de 2004, às 02:12

Ainda nao li o dito livro mas gostaria de fazer uma pergunta, numa posição neutra: Bernardo, se de facto um dos dois tem de estar "errado" (ou o Bernardo ou o "Código DaVinci"), porque é que é o livro que está "errado"? Já li coisas sobre as duas "partes" (a sua e a do livro), e sobre "provas" que cada uma das partes tem (ou pseudo-provas), de que é o outro que está errado, e que o seu ponto de vista é que está correcto.
Partindo do principio de que eu nao percebo nada sobre o assunto, e porque nesta página apenas me posso dirigir a você e nao ao autor do livro (infelimente), apenas o posso perguntar a você: porque é que é você que está correcto?

Afixado por Patrícia em 26 de setembro de 2004, às 14:31

olha pessoal , eu estou lendo o codigo da vinci, e por mais que o que estiver escrito la seja ficçao , se vc é uma pessoa critica, vai se dar ao trabalho de procurar entender, e conecer mais sobre o assunto, portanto, por mais que o livro seja uma ficçao que distorce a realidade ele tem sua participaçao no incentivo à cultura, e à busca pela verdade.....

Afixado por fernanda em 26 de setembro de 2004, às 23:55

caros "brownianos", eu pessoalmente tb compartilho a vossa opinião(achei o Código da Vinci bastante estimulante),mas de facto muitos dos factos que o Eng Sanchez da Motta evidencia, e estão disponiveis a toda a gente no site concebido,e mto bem diga se ,plo proprio Eng são realmente pernitentes...
O Sr Plantard teve de facto um rol enorme de acusações, desde furtos a burlas e todo o género de "esquemas".
Eu pessoalmente tb acredito muito sinceramanente que ele tenha praticamente "conduzido" toda a investigação do trio Leigh,Bagient,Lincoln na composiçao do best seller de '82 "Holy Blood Holy Graal",em que colocou os 3 autores numa correria desenfreada por toda a França á procura de provas que pudessem suportar as suas teorias,e se formos comparar estas duas obras(Código com HBHG), aqui sou quase da opinião do Eng...
é que excluindo o fantastico enredo policial, aí Eng acho q Brown foi brilhante, todo o resto é quase um enorme plágio da investigaçao de 82 em HBHG!
Desde os nomes de algumas personagens d Código, ao proprio conteudo do livro, á forma cmo a historia se desenvolve, o Sr Brown foi de facto muito pouco original, pois limitou se a trazer para os dias de hoje algo que já estava impresso, e novamente digo á mão de semear de qq um,desde 1982.....

Afixado por bruce em 28 de setembro de 2004, às 16:35

Boa Noite!
O senhor acredita em DEUS?

Afixado por Patrick Grow em 29 de setembro de 2004, às 01:07

A religião é um atraso para o mundo moderno, em que sábios e pensadores são perseguidos e queimados vivos por mostrarem que a religião está errada. Para alguns de vocês a terra ainda é plana?? Podem dizer que isso era antigamente, mas vejamos exemplos do nosso tempo, em África há uma grande epidemia de S.I.D.A e houve uma campanha de sensibilização para o uso do preservativo. Até aqui tudo bem, até que a hipocrita igreja católica decidiu meter-se e dizer que o uso do preservativo não fazia nada em relação à s.i.d.a. e que a única coisa era não fazerem amor de todo, o conhecido absentismo... Como podem vocês ser tão hipocritas??? Jesus existiu sim, mas era um orador pagão, uma excelente pessoa, que foi torturado pelos romanos por ter ideias contrarias às deles... Jesus nasceu a 25 de Dezembro... Solsticio de Inverno, uma das datas mais importantes do calendário pagão, mas morreu quando?? não se sabe... a data da morte dele muda todos os anos... que incorência, não acham??

Afixado por Vasco em 29 de setembro de 2004, às 01:13

caro VAsco...
ibidem ibidem ibidem
e o mais engraçado é q agora os abutres(pq n têm outro nome)do vaticano, querem ter controlo directo sobre o santuário de Fátima, tendo cmo pretexto o facto do Dalai Lama e um outro sacerdote hindu, terem orado no santuário(isto é de gritos!!!!!)
Sendo Fátima um ENORME negócio, e muito rentável, eu pergunto me...
porque será?????
E é assim que querem levar as pessoas á Igreja....

Afixado por sauniere em 29 de setembro de 2004, às 10:29

Independentemente das considerações católicas ou anti-católicas que por aqui correm, o que mais me espanta é que poucos se dão conta do imenso rio de porcaria que corre por detrás do fenómeno mediático que é o romance de Dan Brown.

Esse imenso rio de porcaria, que contém practicamente tudo, desde o mito do "Grande Monarca" de Nostradamus, passando pelas lendas do falso Luís XVII (Naundorff), passando pelos infames Protocolos dos Sábios de Sião (Sergei Nilus), passando pelo ocultismo e neo-martinismo de Papus, passando pela Sociedade Teosófica, pelo Carmelo de Vintras, pelos mitos do "divino feminino" da Duquesa de Pomar, Lady Caithless, pelos intentos políticos do Grande Oriente de França (e do seu braço armado, a Carbonária), pela difamação anti-maçónica do caso Leo Taxil, pelos "satanismos" de Charles Détre (Téder), e de Niccollaud, atravessando a Segunda Guerra, e a ideologia nazi, com as SS de Himmler e a missão deste último ao Tibete, o neo-catarismo do historiador nazi Otto Rahn ("Kreuzzug gegen den Graal", e "Luzifers Hofgesind"), passando pela difusa e confusa trama de Pierre Plantard e do seu Priorado, pela mistificação OVNI, e por todo o lixo New Age (Paul Lecour, Ordem do Templo Solar, Raelianos), para terminarmos em Dan Brown, como é possível, REPITO, como é possível que tanta gente não se dê conta de que está a lidar com algo de muito, MUITO complexo?

Prudência, meus caros, prudência...
Se acreditam em tudo o que lêem, depois não se queixem de serem peças inconscientes em todo este jogo.

Dan Brown, um romancista?
Liberdade criativa?
Tudo bem, tudo bem...

Eu não quero impor nada a ninguém. Aqui ficam estes avisos...

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 29 de setembro de 2004, às 11:14

Eu acredito em Deus!!E conheço a Biblia porque a leio!Eu li o livro do Dan Brown,que de facto "revela" algumas coisas interessantes,se calhar coisas em que nunca pensamos.Terá Jesus casado com Maria Madalena?Terá a igreja católica manipulado a compilação da Biblia?Será que Dan Brown nos está a vender através do seu livro uma Religião(Culto ao femenino)?E por fim terão voçês lido alguma vez a biblia para colocarem em causa a sua verecidade?Havera algum problema em a Biblia confortar vidas?E trazer animo e força a quem procura conheçer Deus?
Para terminar :"a religião foi a forma que o homem usou para encontrar Deus,a Biblia foi a forma de Deus se aproximar do Homem,Jesus o exemplo de como é possivel viver em comunhão com Deus"

Afixado por shetor em 29 de setembro de 2004, às 15:42

e todos os banhos de sangue em nome de Deus...
Fé é uma coisa, isso cada um sente Deus do modo que quiser, não é necessario ir á missa pra se ser crente no q quer q seja, agora que a Igreja Católica Apostolica Romana é tudo menos santa, acho q disso n há duvida...

Afixado por sauniere em 29 de setembro de 2004, às 18:12

Eng por favor...
o seu largo conhecimento nesta área não está de forma nenhuma em causa, tente dirigirer-se ao comum dos mortais, cmo eu p ex, da forma mais leiga possivel...
Obrigado

Afixado por sauniere em 29 de setembro de 2004, às 18:17

Caro "Saunière" (que nome original!):

"o seu largo conhecimento nesta área"

Não tenho nenhum "largo conhecimento nesta área", porque:

1. O meu conhecimento não é largo (eu até o acho curto)
2. Esta coisa de "área" é muito vago: que área?

"tente dirigirer-se ao comum dos mortais, cmo eu p ex, da forma mais leiga"

Bom... Passa-se o seguinte:

1. O tema em discussão, ou seja, a fraude do "Código Da Vinci" é um tema muito complexo: os nomes que citei apenas servem para mostrar o abrangente leque de questões e pessoas envolvidas - e garanto que não fui exaustivo!

2. Este tema obriga ao estudo, à meditação, ao raciocínio, à persistência e à paciência. Não há respostas fáceis. Não há "curto-circuitos" explicativos! Ou seja, há coisas que não podem ser passadas a "formas leigas" sem que sejam mutiladas, compreende?

Ou seja, caro "saunière", perante a sua situação (situação muito frequente, pela qual também eu já passei), parece-me que haverá duas coisas a fazer:

1. Ou você espera que eu "simplifique" o que é complexo, até a um ponto em que elas se tornam incompreensíveis (porque foram hiper-simplificadas) - parece-me má ideia

2. Ou você faz um esforço sério por aprender mais!

Estou aqui para ajudar.
É só o que tenho em mente, quando venho aqui responder a questões.

O que me chateia um pouco, caro Saunière, é que se você nem sequer modera o seu preconceito anti-católico, parece-me que não poderá progredir.

Explico-me: o verdadeiro historiador não tem que ser católico ou ateu. Tem que ser sério. Tem que se despir de preconceitos. Você ainda não o fez. Não são os temas que estão abusivamente complexos. O seu preconceito anti-católico, acompanhado de uma necessidade de fazer algumas leituras fundamentais, está a impedi-lo de ir mais além.

Cito só um exemplo: o meu amigo Paul Smith. Ele é investigador de longa data desta questão suja do Priorado de Sião. Ele é ateu.

Ele é ateu, mas não tem preconceitos anti-católicos. Logo, como foi sério no seu trabalho, e não omitiu nem deturpou informações devido a algum preconceito, ele surge naturalmente como um bom investigador e historiador do Priorado de Sião.

Ele não tem que aderir ao catolicismo para defender a Verdade.
Fiz-me entender?

Um abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 29 de setembro de 2004, às 18:48

Ah, e para terminar, "Saunière", falta uma coisa...

Sobre a questão do Vaticano e de Fátima, relativa à visita de representantes de outras tradições...

Obviamente, acho estas visitas naturalíssimas e desejáveis.
Só que, em vez de fazer como faz o "Saunière", ou seja, em vez de saltar para o insulto preconceituoso, vou tentar saber mais. Vou-me informar. Não vou acreditar nos media. Os media enganam-se, por vezes. Os media deturpam, por vezes.

Se se verificar que o Vaticano desaprova as visitas, e quiser aumentar o seu poder de controlo sobre o santuário, garanto-lhe que me oporei terminantemente!

Não siga a via do seu "predecessor" de comentários, esse tal de "Vasco". A via desse "Vasco" não tem saída.

Se quiser continuar o debate, terei todo o gosto. A via do Vasco não é bem-vinda. Só não apago a sua mensagem, precisamente para eu a poder usar como um mau exemplo de como não se vai a lado nenhum, intelectualmente falando...

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 29 de setembro de 2004, às 18:52

Preconceituoso? Anti Católico?
Eng se tomo uma posição contraria á Igreja Católica, garanto lhe que não o faço de ânimo leve, garanto lhe que estou plenamente convicto das minhas ideias em relação á instituição supracitada. Foi um juzo de valor ao qual cheguei á medida que fui crescendo, não pense que venho pra aki só mandar postas de pescada ou pra fazer sarrabulho, intelectualmente falando.
Tb acredito no debate de ideias, é precisamente em funçao disso que eu escrevo e tento humildememnte contribuir pra este blog...
e em relação a preconceitos...
N m interprete mal,n tou a fazer qq tipo de comparação, mas nunca ng neste blog apelidou p ex, a Bblia Sagrada de ser qualquer tipo de lixo...

Afixado por sauniere em 30 de setembro de 2004, às 10:28

Caro "saunière",

"Preconceituoso? Anti Católico?"

Se me enganei, fico mais descansado.

"Eng se tomo uma posição contraria á Igreja Católica, garanto lhe que não o faço de ânimo leve, garanto lhe que estou plenamente convicto das minhas ideias em relação á instituição supracitada."

OK, está no seu direito.
Sucede que, frequentemente, muita gente comete a falácia de me atirar à cara com os crimes da Igreja Católica, só porque eu critico Dan Brown.

De uma vez por todas, a crítica a Dan Brown não
obriga a uma defesa da Igreja Católica. Não há dúvida de que Dan Brown difama a doutrina católica, e segue um impulso anti-católico. Mas tanto católicos como não católicos, desde que sejam pessoas de boa vontade, e que detestem a difamação, podem (e devem) juntos criticar Dan Brown.

"Tb acredito no debate de ideias, é precisamente em funçao disso que eu escrevo e tento humildememnte contribuir pra este blog..."

Também eu acredito no debate de ideias.
Só que, infelizmente, eu sinto que o último preconceito que permanecerá inatacável (ou seja, legítimo), será o preconceito anti-católico. Ou seja, "está na moda" ser anti-católico, e ninguém vê mal algum nisso.

A crítica à Igreja Católica não era o tema deste artigo. E, por isso, os comentários críticos à Igreja Católica não têm directamente a ver com o tema.

Não vou dizer que foi você que virou a discussão no sentido da crítica à Igreja Católica
e em relação a preconceitos... Porque isso foi um tal de Vasco (que graças a Deus desapareceu). Mas como você apoiou o Vasco e continuou o mesmo tema, eu achei que lhe devia escrever o que escrevi.

"N m interprete mal,n tou a fazer qq tipo de comparação, mas nunca ng neste blog apelidou p ex, a Bblia Sagrada de ser qualquer tipo de lixo..."

Repare...
Você pode achar a Bíblia um lixo. Eu não levo nada disso a mal! Cada qual acha o que quer!

Como é que se pode levar a mal que eu ache o livro de Dan Brown um lixo? Acho que é um lixo! Pronto. Estou no meu direito.

Sintetizando:

1. Para uma análise crítica da fraude Dan Brown é preciso evitar o preconceito anti-católico, senão não se vai a lado nenhum; e isto porque a própria fraude está baseada num preconceito anti-católico; seria um pouco como tentar perceber o nacional socialismo de Hitler sem perder o preconceito racial - impossível, não é?

2. A minha posição, e o tema destes artigos, é a crítica imparcial (tanto quanto possível) à fraude Dan Brown, e à fraude do Priorado; insisto que podemos fazer esta crítica de um ponto de vista neutro, ou seja, tanto católicos como ateus, ou pessoas de outra postura espiritual, podem chegar às mesmas conclusões negativas em relação às teses de Dan Brown.

3. Eu gostaria de manter este tema, sem descambar para uma conversa sem fim em torno do ataque e defesa da Igreja Católica; estas conversas, muitas vezes, descambam para o insulto, ou divagam eternamente, e por isso eu queria evitar todo o tipo de debate em relação à Igreja Católica e/ou em relação à doutrina; para isso, haverá outros locais na Internet, que abordem esses temas;

Fiz-me entender?

Um abraço

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 30 de setembro de 2004, às 11:19

perfeitamente Eng.
um abraço p si tb

Afixado por sauniere em 30 de setembro de 2004, às 16:49

Caro Eng
Fazendo uso das suas proprias palavras;
"Como é que se pode levar a mal que eu ache o livro de Dan Brown um lixo? Acho que é um lixo! Pronto. Estou no meu direito"
Eu n o levei a mal Eng, tá n seu pleno direito de opinar cmo bem lhe aprouver, estamos num estado democrático.
É que ao apelidar o livro de Dan Brown de lixo, isso tb é uma forma de preconceito percebe?
Eu até reconheço que possa ter um preconceito contra a Igreja, se o quiser interpretar dessa forma até o aceito,agora o que não acho justo é que apenas a minha não crença é que seja preconceituosa, percebe Eng?
Eu mais uma vez repito, apenas quero contribuir e acimo de tudo aprender, e acho que posso aprender muito consigo, não ser apenas mais um elemento desestabilizador deste blog.
Por isso mesmo é q procuro, leio, estudo, conforme a minha vida profissional o permite é claro, e vou emitindo as minhas opinioes consoante o meu grau de conhecimento, e vou continuar a faze-lo, cingido me ao assunto aki em questão tal como me pediu.
Melhores Cumprimentos.

Afixado por sauniere em 30 de setembro de 2004, às 17:14

Olá outra vez Saunière,

"Eu n o levei a mal Eng, tá n seu pleno direito de opinar cmo bem lhe aprouver, estamos num estado democrático."

OK.

"É que ao apelidar o livro de Dan Brown de lixo, isso tb é uma forma de preconceito percebe?"

Percebo que isso possa ser visto assim.
Para mim, chamar aquele livro de lixo, que é uma palavra forte, é uma forma de fazer passar a minha opinião. O que interessa são os factos. O que interessa é que se saibam quais foram as "fontes" de Dan Brown. O que interessa é a verdade histórica. A minha opinião não interessa para nada. Eu dou-a, porque a quero dar, mas não é relevante.

"Eu até reconheço que possa ter um preconceito contra a Igreja, se o quiser interpretar dessa forma até o aceito,agora o que não acho justo é que apenas a minha não crença é que seja preconceituosa, percebe Eng?"

Espere lá.
A sua descrença não está em causa. Cada qual é livre de crer ou não crer. Cuidado, meu amigo, se eu critico alguma coisa em si é um ligeiro preconceito anti-católico, que eu noto.

Mas há ateus sem esse preconceito! Faço-me entender?

"Eu mais uma vez repito, apenas quero contribuir e acimo de tudo aprender, e acho que posso aprender muito consigo, não ser apenas mais um elemento desestabilizador deste blog."

Eu não acho que você seja desestabilizador.

"Por isso mesmo é q procuro, leio, estudo, conforme a minha vida profissional o permite é claro, e vou emitindo as minhas opinioes consoante o meu grau de conhecimento, e vou continuar a faze-lo, cingido me ao assunto aki em questão tal como me pediu."

Eu tento fazer o mesmo.
Um abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 30 de setembro de 2004, às 18:13

Bom, só para informar gostei muito do livro e após ler um comentário que dizia: "não acredite em tudo que você lê em um livro ou vê na tv.." ; gostaria de deixar o meu comentário: não acredite em tudo que você lê na bíblia ou que as religiões te ensinam. Ah, também não achei muito adequado o exemplo dos judeus!!

Afixado por Bia em 30 de setembro de 2004, às 22:19

Caro Bernardo,

Gostaria de começar pelo propalado "Código Da Vinci" ao qual li recentemente. Sem querer me misturar a tudo - acho uma coisa simples: quem procura fatos em uma obra de ficção é um coitado.

Li o livro (claro). Achei-o mediano. Dan Brown fez uma "costura" de fatos para justificar o seu romance, que, realmente, nem como policial achei nada mais que digerível.

Aliás, interrompendo um pouco para falar somente sobre o livro e seu autor: Dan Brown é apenas um arremedo de Agatha Christ. Narrativa empolgante? Em parte. No entanto este insiste tanto em suas pistas que chega a chamar, por vezes, o leitor de burro. Rebuscado, detalhista para tentar disfarçar o conjunto de clichês policialescos que podem ser encontrados em qualquer filme B de Hollywood, o autor parece mais preocupado em encher as páginas do que contar a história.

Nada me revoltou mais que o discurso vilanesco típico de desenho animado para a revelação do "mestre". Se não atirei o livro de fato, naquele exato momento que li, o fiz mentalmente. No mas, o romance em sí é simplista e resgata uma fórmula de bestseller típica. Perde quando devia ser inteligente e inovador e cai no comum.

Finda essa crítica ao livro eu gostaria de dizer:

Sobre o Priorado, por exemplo, sendo este tão secreta irmandade, teria seus conceitos e segredos revelados em um romance popular?!? Se sim, façamos já a busca do "Santo Graal" sob o Louvre pois o romance nos revela onde encontrármos tal (ou tais) relíquia(s).

Dan Brown, na minha humilde opinião, só quis deixar seu romance mais adulto, interessante e deu um golpe que revelarei mais adiante. Sem citações históricas - parcamente misturadas e mal ajambradas para dar enredo a sua trama - o "Código Da Vinci" seria menos que Harry Potter. O que lhe levanta o status são exatamente tais situações e teorias conspiratórias. Isso sim o transforma em um Harry Potter para adultos (desculpem a repetição).

De resto, não sou nenhum expert em história ou religião, meus poucos conhecimentos só me dizem que Brown manipulou templários, Graal, Vaticano e igreja para dar peso ao seu livro - e teve grande sucesso nisso criando uma nova fábula, o que admiro: a nova lenda do Graal.

Esta nova lenda contada (ou inventada) por Brown é muito interessante - mas, novamente não passa de conto de fadas como tantas outras lendas. Nada diferente de Arthur, Avalon, Távola redonda, Merlin... E eu pergunto: não há pesquisadores modernos que procuram o corpo de Arthur? Por incrível que pareça há!

Meu caro Bernardo, não compartilho de sua fé ou crença na Igreja, Vaticano e Bíblia. Apesar de ter sido criado em um ambiente católico tenho minhas próprias opiniões - que confesso não acho que venham ao caso. Acho sua luta inglória, pois, o que mais me vem a cabeça, no que Brown podia procurar ao criar sua teoria da conspiração era exatamente atitudes como a sua. Não só para atingir sucesso como aumentá-lo exponencialmente.

Aliás, o mesmo faz citações sobre isso no próprio livro ao falar sobre uma matéria do personagem do avô de Sophie em um jornal sobre o filme "última tentação de Cristo".

Para mim fica óbvio que tais coisas tem o simples intuito da reação da maior religião organizada do mundo! E o que se consegue com isso? Publicidade e vendas!!! Nisso Brown acertou em cheio! Quanto mais polêmico e mais rebatido, mais vendido!

Para ser sincero: "Última Tentação de Cristo" - este filme já não coloca as mesmas coisas que Brown volta a repetir? Some-se a isso templários, inquisição, poder... O que falta?

Muitas coisas ditas pelos personagens de Brown estão longe de ser novas. Só ganham roupagem nova junto a conspiração. A única coisa que ainda me deixa admirido é que ainda se caia nesse mesmo estratagema de vendas.

Muito bem. Acho que já fui muito longo e longe em minhas observações. Sinceramente espero que não me leves a mal. Absolutamente não acho que fiz nenhuma observação brlhante ou reveladora como também espero não tê-lo ofendido com minha opinião. Não conheço o seu trabalho, mas, li tudo que havia nestes comentários e achei que o meu seria pertinente.

E desculpe-me se digo que em sua luta para desacreditar o livro o senhor acaba apenas abraçando o que mais o autor pretendia. Enfim, o senhor provando ou não o quão ficcional o livro é, apenas o faz vender; e no fim esse era o objetivo... Não é?!? Vale lembrar que o Sr. Brown, antes deste, tinha 3 fracassos homéricos na prateleira.

Atenciosamente,

Gustavo Monteiro

Afixado por Monteiro, Brasil em 1 de outubro de 2004, às 08:18

Caro Gustavo,

Obrigado pelas suas palavras, que revelam sensatez e precaução, qualidades muito raras hoje em dia.

"Sobre o Priorado, por exemplo, sendo este tão secreta irmandade, teria seus conceitos e segredos revelados em um romance popular?!? Se sim, façamos já a busca do "Santo Graal" sob o Louvre pois o romance nos revela onde encontrármos tal (ou tais) relíquia(s)."

Exacto. O mais puro bom senso deveria fazer as pessoas questionarem-se se por acaso um "grande segredo" viria revelado num livro que se vende em supermercados.

"Sem citações históricas - parcamente misturadas e mal ajambradas para dar enredo a sua trama - o "Código Da Vinci" seria menos que Harry Potter."

Ao menos, o Harry Potter tem a vantagem de ser um bocadinho mais original.

"O que lhe levanta o status são exatamente tais situações e teorias conspiratórias. Isso sim o transforma em um Harry Potter para adultos "

Estamos de acordo.

"a nova lenda do Graal"

Sim. Eu vejo-a como a "lenda revolucionária" do Graal. Digo "revolucionária", porque esta lenda, ao invés de querer complementar as outras (o que até seria inofensivo), quer substituir as outras, ou seja, a lenda de Brown pretende tornar obsoletas as antigas lendas do Graal.

"Nada diferente de Arthur, Avalon, Távola redonda, Merlin... E eu pergunto: não há pesquisadores modernos que procuram o corpo de Arthur? Por incrível que pareça há!"

E não há turistas que acham que o "PS" na igreja de Saint Sulpice em Paris quer dizer "Prieuré de Sion"? E, de máquina fotográfica em punho, não passam eles tardes a divagar sobre os "códigos" em Saint Sulpice, e no Louvre?

"Meu caro Bernardo, não compartilho de sua fé ou crença na Igreja, Vaticano e Bíblia."

Como já disse, basta bom senso para criticar esta obra. A pertença ao catolicismo não é um requisito.

"Apesar de ter sido criado em um ambiente católico tenho minhas próprias opiniões - que confesso não acho que venham ao caso"

Obrigado pela sua sensatez.

"Acho sua luta inglória, pois, o que mais me vem a cabeça, no que Brown podia procurar ao criar sua teoria da conspiração era exatamente atitudes como a sua. Não só para atingir sucesso como aumentá-lo exponencialmente."

Aqui já não concordo.
Eu considero que essa "popularidade" é um dano colateral. É um mal menor.
Não me parece que o objectivo de Dan Brown seja que surjam pessoas como eu. Antes pelo contrário, somos certamente incómodos para Dan Brown, ao fazer a sua "pesquisa impecável" parecer uma merda de uma pesquisa (a expressão "pesquisa impecável" veio precisamente dos exagerados elogios dos "comentadores literários" de alguns agentes mediáticos).

"Para mim fica óbvio que tais coisas tem o simples intuito da reação da maior religião organizada do mundo! E o que se consegue com isso? Publicidade e vendas!!! Nisso Brown acertou em cheio! Quanto mais polêmico e mais rebatido, mais vendido!"

Claro que sim.
Mas isso apoia-se numa tese (que julgo ser a sua) que é a de que Brown apenas procura o lucro e a fama. Eu não acho que o lucro e a fama esgotem os objectivos de Dan Brown. Eu acho que ele tem uma agenda.

"Para ser sincero: "Última Tentação de Cristo" - este filme já não coloca as mesmas coisas que Brown volta a repetir?"

Mas que diferença! Tanto na qualidade, como no alcance, como no poder de "convencer" os leitores de que o imaginário é real!
O filme de Scorcese é um filme. Não me recordo de ver esse filme acompanhado de panfletos a dizer "FACTO: ...".

"Muitas coisas ditas pelos personagens de Brown estão longe de ser novas. Só ganham roupagem nova junto a conspiração. A única coisa que ainda me deixa admirido é que ainda se caia nesse mesmo estratagema de vendas."

Então?
É um estratagema que vende!!
Agora não percebi. Você mesmo o afirmou, Gustavo! O estratagema funciona!

"Sinceramente espero que não me leves a mal."

Era só o que faltava, Gustavo. Acaso me ofendeste?
Que eu saiba, não...

"Absolutamente não acho que fiz nenhuma observação brlhante ou reveladora como também espero não tê-lo ofendido com minha opinião."

Nem por sombras. Nenhuma ofensa. A tua opinião, moderada e sensata, foi muito bem-vinda.

"Não conheço o seu trabalho, mas, li tudo que havia nestes comentários e achei que o meu seria pertinente."

Por favor, não deixe de ler o meu site:

http://bmotta.planetaclix.pt

Isso explica tudo o que eu aqui digo, sem o qual apenas parecerá que eu sou um paranóico. Como você o disse, criticar assim com tanta raiva "apenas" um romance seria uma tolice. Sem ler o meu site, não perceberá os meus ataques e as minhas críticas. Eu não acho que o "Código Da Vinci" seja apenas um romance. Existe uma agenda em Dan Brown, que ultrapassa a questão financeira.

"Enfim, o senhor provando ou não o quão ficcional o livro é, apenas o faz vender"

Certo!
Mas, caro Gustavo, eu não estou só a provar que o livro é ficcional!! O próprio Dan Brown apresenta o livro como um romance!
Eu estou a tentar demonstrar que tudo isto serve uma agenda bem mais vasta. Qual era o interesse em criticar a ficção como tal? Ficção é ficção!!
Para além de querer ajudar as pessoas que estão a ler este livro como se fosse a verdade, e garanto-lhe que são muitas, diria mesmo, são a maioria, eu estou a querer demonstrar de onde é que isto tudo vem. Isso dá-nos alguma luz sobre outros lados menos falados da "agenda" de Brown, e dos objectivos que ele está a ajudar a alcançar.

"Vale lembrar que o Sr. Brown, antes deste, tinha 3 fracassos homéricos na prateleira."

Que, agora, inexplicavelmente, vão sair da prateleira, e vão passar, de repente, a ser "brilhantes".

Um abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 1 de outubro de 2004, às 12:53

Como se pode ver nos comentários do Sr. Bernardo Motta, o seu fanatismo atinge níveis muito elevados. O Dan Brown apenas escreveu um romance que à semelhança de todos os romances usa uma quota parte de ficção para adornar a história.
Mas não era preciso ler este romance para perceber que a igreja é uma grande farsa, basta para isso ler a bíblia. Se a bíblia serve de guia orientador aos católicos então sigam as orientações todas e não apenas aquelas que lhes são mais "rentáveis".
A história tem nos mostrado várias facetas da igreja, desde a inquisição de antigamente à pedófilia actual, que mostram claramente que o poder da mesma reside na falta de análise daqueles que a apregoam. Gostaria de saber como reagira agora a igreja se aparecesse uma rapariga/senhora a dizer que tinha sido engravidada pelo Espirito Santo. Será que chamavam ao filho dela Jesus Cristo?
Enfim todos precisamos de acreditar em alguma coisa...mas acreditar em factos émais credível do que acreditar em milagres...

Afixado por Luis Silva em 1 de outubro de 2004, às 14:36

"o seu fanatismo atinge níveis muito elevados"

Estou a pensar se apago esta merda ou não...
O que acha que eu deveria fazer, Luís?

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 1 de outubro de 2004, às 17:11

Caro Luís Silva,

A minha paciência tem limites.
Dou-lhe até segunda-feira (tempo mais que suficiente) para "rever" a maneira como partilha os seus pontos de vista neste espaço. Este espaço tem regras. E aproveite para pedir desculpas pela sua intervenção inapropriada e ofensiva.

Se reparar, o Afixe bate-se pelo combate à mediocridade e à intolerância.

A sua frase atrás, não só é mediocre, como é intolerante. Eu não o conheço de lado nenhum. Não o ofendi. Você não me conhece de lado nenhum, e para mais ofende-me numa demonstração de medíocre intolerância.

Se quiser continuar no debate, terá que pedir desculpas e "reformular" o estilo em que apresenta as suas opiniões.

Se não o fizer até segunda-feira, a sua mensagem será apagada sem aviso.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 1 de outubro de 2004, às 17:26

vc deve estar louco... romance-lixo? qual é cara O Codigo da Vinci foi muito bem escrito, mesmo se toda essa história de priorado fosse mentira o livro tem outros bons artificios q prendem a atenção de qualquer leitor... vc tem eh inveja, aposto q adoraria escrever um livro como este e geanhar tanto dinheiro com ele!

Afixado por luana em 1 de outubro de 2004, às 17:44

eu penso q por mais q as informações q o livro passa sejam absurdas ou erradas eu estou gostando mto dele...pois se eu não o estivesse lendo nunca teria pensado nessa hipótese de Jesus ter filhos ,ter casado com Maria Madalena..tenho 16 anos e ainda não tenho uma religião certa..e o livro não mudou nem em nada minha opininão sobre q religião escolher..ele só me ajudou a expandir meus conhecimentos..e se não fosse por ele eu não estaria aqui pesquisando na net tudo o que o livro aborda! sempre me interessei por história e agora me interesso mais ainda..
Pois o q importa é q eu estou lendo algo o q é bom!!pois ler faz mto bem!!

Afixado por Mariana em 2 de outubro de 2004, às 23:51

Discordo de seus comentários a respeito do lixo- lixo como voce se refere.
Achei a leitura ótima, prende o leitor e quem quiser acreditar que acredite, quem quiser continuar a pesquisa que continue.
Somente acho uma falta de diplomacia fazer um comentário tão baixo quanto o seu, em chamar tal leitura de livro - lixo.

achei otimo o livro e a maneira com que o autor narra sua estoria. Recomendo a todos que ainda não leram e vou continua lendo seus romances como o proximo que vem vindo anjos e Dominios.

Para quem não sabe escrever é muito facil criticar de forma tão austera .

Afixado por josé donisette inacio de drezende em 4 de outubro de 2004, às 18:17

Cara Luana:

"vc deve estar louco... romance-lixo?"

Gostos não se discutem, pois não?

"qual é cara O Codigo da Vinci foi muito bem escrito"

Gostos não se discutem, pois não?

"mesmo se toda essa história de priorado fosse mentira o livro tem outros bons artificios q prendem a atenção de qualquer leitor..."

Se você gosta dos "artifícios" da mentira, então tudo bem! Gostos não se discutem, pois não?

"vc tem eh inveja, aposto q adoraria escrever um livro como este e geanhar tanto dinheiro com ele!"

Yeah! Sim!
Gostava de ser milionário como Dan Brown!
Sim, SIM, gostava de ser muuuiiito rico, e ter ficado rico à custa da ignorância dos outros! E depois, pegava nesse dinheirinho sacado à burrice dos outros, e voltava a escrever outra merda do mesmo calibre, e voltava a GANHAR mais dinheiro, mais dinheirinho!!
Certo, Luana?
Porque nesta vida, o que interessa é o dinheirinho, certo?
A verdade é uma porra que não dá dinheiro e não interessa a ninguém, certo?

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 4 de outubro de 2004, às 18:31

Olá Mariana,

"eu penso q por mais q as informações q o livro passa sejam absurdas ou erradas eu estou gostando mto dele..."

Ninguém disse que não era possível ler esse livro como um romance! Se é esse o caso, tudo bem! Eu critico APENAS as pessoas que levam esse livro a sério.

"pois se eu não o estivesse lendo nunca teria pensado nessa hipótese de Jesus ter filhos ,ter casado com Maria Madalena..tenho 16 anos e ainda não tenho uma religião certa..e o livro não mudou nem em nada minha opininão sobre q religião escolher..."

Ainda bem! Porque se você baseasse a sua opção religiosa num romance, algo estaria errado, certo?

"ele só me ajudou a expandir meus conhecimentos..e se não fosse por ele eu não estaria aqui pesquisando na net tudo o que o livro aborda!"

Sim, concordo que isso é o ÚNICO lado bom do livro: acorda as pessoas para estes temas.

"Pois o q importa é q eu estou lendo algo o q é bom!!pois ler faz mto bem!!"

Ler faz bem?
Depende da forma como se lê!
Se se acredita em tudo o que se lê, ler faz mal.

Um abraço, Mariana!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 4 de outubro de 2004, às 18:35

Olá José,

"Discordo de seus comentários a respeito do lixo- lixo como voce se refere."

Tudo bem.

"Achei a leitura ótima, prende o leitor e quem quiser acreditar que acredite, quem quiser continuar a pesquisa que continue."

Também concordo.

"Somente acho uma falta de diplomacia fazer um comentário tão baixo quanto o seu, em chamar tal leitura de livro - lixo."

Porque é que as minhas palavras são "comentário baixo", e não são simplesmente a minha opinião? Porque é que eu não posso chamar "lixo" ao romance? Não posso dar a minha opinião? Comentário baixo? Então, se eu não gosto daquilo, e acho uma merda, não posso dizer o que acho? Não percebo...

"achei otimo o livro e a maneira com que o autor narra sua estoria."

Mas tudo bem!
Tenho amigos que gostaram!
E continuam meus amigos!
E não se zangam comigo porque eu dou uma opinião negativa!

"Recomendo a todos que ainda não leram e vou continua lendo seus romances como o proximo que vem vindo anjos e Dominios."

Acho que se chama "Anjos e Demónios".

"Para quem não sabe escrever é muito facil criticar de forma tão austera"

Concordo totalmente consigo que eu não sei escrever romances. Mas, se já tiver reparado, a minha crítica não é em relação à questão "literária" do romance, mas sim ao seu lado enganador, ao querer induzir no leitor ideias falsas e erradas acerca da história e da religião cristã.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 4 de outubro de 2004, às 18:39

o priorado data de antes de Plantard. Tenham certeza disso. quem quiser trocar ideias ou quem conhecer algum REAL especialista na area, pode entrar em contato

nao_repara_nao@hotmail.com

PS: dan broen passou longe, mas está mais perto do que voces

obrigasdo
Kico

Afixado por Kico em 4 de outubro de 2004, às 19:48

Ah, caro Kico, obrigado pela sua mensagem!

Por acaso quererá partilhar connosco (você, ou o REAL especialista na área), as suas provas de que o Priorado é anterior a Plantard?

Desde já agradecido, o seu humilde servo,

Bernardo

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 4 de outubro de 2004, às 20:31

Caro amigo Bernardo.
Na minha interminável pesquisa sobre a Ordem dos Templários e o priorado de Sion a qual levo muito a sério, vim dar a este seu weblog. Desde já garanto-lhe que o acho (o conjunto de comentários)muito interessante e divertido. Por favor não leve a mal o termo "divertido", pois na minha opinião esta malta anda entretida a espicaçá-lo e a desviá-lo do que realmente deveria aqui ser discutido como pesquisadores honestos que todos tenho a certeza que somos e que é o PRIORADO DE SION !
Há muito que me deixei de literatura barata e por isso mesmo ainda não li o livro que é tão ferverosamente discutido aqui e apesar da curiosidade ter aumentado, como sou honesto e coerente com a tarefa que me propuz cumprir, decidi visitar a sua página pois acredito que irei acrescentar informação valiosa ao meu projecto. O Bernardo pareceu-me ser uma pessoa íntegra e coerente com as suas convicções e defende-as com unhas e dentes. Gosto disso numa pessoa. Quanto à sua falta de paciência,... quantas vezes isso não deve ter acontecido a Cristo?...
Já agora, pensem bem. Se Jesus estivesse neste momento a escrever como eu para vocês, quantos o reconheceriam ? Quantos acreditariam nele ? Quantos o ridicularizariam ? Iria repetir-se tudo outra vez ?
Um abraço a todos.
Um abraço para o amigo Bernardo.
Vou à sua página. Prometo.

Afixado por João Batista em 6 de outubro de 2004, às 02:00

Venho acompanhando as opinioes ha ja algum tempo e fico perplexo com o que é aqui escrito.
O Bernardo classifica de lixo o livro de Brown, mas se alguem disser que as suas opinioes sao um lixo...arrisca-se a nao ver mais as suas opinioes publicadas por serem desrespeitosas e insultuosas.
Depois agarra-se muito ás verdades e factos históricos.Mas...quais factos historicos? os que vem na biblia? nos livros apocrifos?
Quem é que em sua sa consciencia pode falar com toda a certeza sobre esse assuntos? Estava la pra ver? Testemunhou algo? Pois...
Quanto ao livro propriamente dito. As pessoas ficam agarradas aos detalhes estilo Priorado de Siao,se existe ou nao, se a coluna da catedral x está 2 metros mais para a esquerda ou para a direita de quem entra...
É isso e teimar em ler a Biblia literalmente.
qual é a mensagem essencial do livro?
Simplesmente fazer ver ás pessoas, que sao enganadas á força toda pela Igreja, durante milenios, que aceitam tudo o que lhes dizem sem formar opiniao propria, é abanar as pessoas para acordarem dessa sonolencia absurda e verem o que a Igreja fez á mulher durante todo este tempo, culpando-a do pecado original, (ainda estou pra saber quem é que inventou essa, que facto historico é esse),relegando-a para 1 plano mais que secundario. pq sera que nao ha Papa mulher, ou bispo?
Este livro alerta o leitor para começar a libertar-se das palas que as religioes impoem nao as deixando pensar nem ver as coisas doutra forma, sufocando-as em dogmas feitos por homens com interesses muito bem delineados.
Portanto, fiquem atentos á mensagem profunda do livro em vez de discutirem assuntos laterais que nao levam a nada.
Discutir o Santo Graal ou a linhagem de Cristo é o mesmo que discutir o sexo dos anjos, pois nao existe nenhuma prova concreta e cabal que algum dos 2 tenha existido.

Afixado por Nuno Carvalho em 6 de outubro de 2004, às 02:34

Caro João Baptista,

"Na minha interminável pesquisa sobre a Ordem dos Templários e o priorado de Sion a qual levo muito a sério, vim dar a este seu weblog. Desde já garanto-lhe que o acho (o conjunto de comentários)muito interessante e divertido. Por favor não leve a mal o termo "divertido", pois na minha opinião esta malta anda entretida a espicaçá-lo e a desviá-lo do que realmente deveria aqui ser discutido como pesquisadores honestos que todos tenho a certeza que somos e que é o PRIORADO DE SION !"

Muitos deles desviam a conversa do tema central, precisamente porque é um tema que desconhecem. Preferem virar sempre o debate para a eterna questão da "igreja mentirosa", apesar de eu já ter explicado que gostaria de ver discutido o Priorado, e a sua implicação na fraude "Dan Brown", mas ninguém quer seguir essa via, e as razões são óbvias.

"Há muito que me deixei de literatura barata e por isso mesmo ainda não li o livro que é tão ferverosamente discutido aqui"

Não perde nada.

"e apesar da curiosidade ter aumentado, como sou honesto e coerente com a tarefa que me propuz cumprir, decidi visitar a sua página pois acredito que irei acrescentar informação valiosa ao meu projecto. O Bernardo pareceu-me ser uma pessoa íntegra e coerente com as suas convicções e defende-as com unhas e dentes."

Sinceramente, muito obrigado João!
Muito, muito obrigado. Pessoas como você são uma raridade.

"Gosto disso numa pessoa. Quanto à sua falta de paciência,... quantas vezes isso não deve ter acontecido a Cristo?..."

É um facto!
Mas como estou longe de ter a paciência de Cristo!

"Um abraço para o amigo Bernardo.
Vou à sua página. Prometo."

Olhe que não me vou esquecer ;)
Um abraço, e obrigado pela mensagem de apoio (são raras)!

Afixado por Bernardo em 6 de outubro de 2004, às 10:03

Olá Nuno,

"Venho acompanhando as opinioes ha ja algum tempo e fico perplexo com o que é aqui escrito."

Tudo bem.
Não é o primeiro.
Não será o último.

"O Bernardo classifica de lixo o livro de Brown, mas se alguem disser que as suas opinioes sao um lixo...arrisca-se a nao ver mais as suas opinioes publicadas por serem desrespeitosas e insultuosas."

Sim. Liberdades e direitos da blogosfera. Sou um dos elementos deste blogue, e tenho o ditatorial direito de apagar o que entender. E esta hem?

"Depois agarra-se muito ás verdades e factos históricos.Mas...quais factos historicos? os que vem na biblia? nos livros apocrifos?"

O Nuno entrou tarde na conversa.
Faça o favor de voltar atrás e ler desde o início. Ninguém está a discutir a Bíblia ou os livros apócrifos. O tema deste debate é o Priorado de Sião.

Eu bem tento explicar qual é o tema, mas a malta insiste sempre em regressar à mesma tecla.

Quantas vezes tenho que repetir: o tema deste artigo é a mistificação do Priorado de Sião, e a sua relação com o embuste de Dan Brown.
Ninguém está a discutir a Bíblia, ou a doutrina católica. Eu não quero discutir esses assuntos, muito menos aqui.

"Quem é que em sua sa consciencia pode falar com toda a certeza sobre esse assuntos? Estava la pra ver? Testemunhou algo? Pois..."

Ninguém, Nuno. Mas também eu não disse nada sobre isso. Volte atrás e leia, desde o início.

"Quanto ao livro propriamente dito. As pessoas ficam agarradas aos detalhes estilo Priorado de Siao,se existe ou nao, se a coluna da catedral x está 2 metros mais para a esquerda ou para a direita de quem entra..."

Ah, essa é boa!
Então o Priorado é um "detalhe" do livro?
Que conveniente, Nuno...

"qual é a mensagem essencial do livro?"

Anti-catolicismo.
"Everything our fathers thaught us about Christ is false".

Preciso de dizer mais?

"Simplesmente fazer ver ás pessoas, que sao enganadas á força toda pela Igreja, durante milenios, que aceitam tudo o que lhes dizem sem formar opiniao propria"

Você é que aceita tudo o que lhe dizem sem formar opinião própria. Olhe para si, a formular opiniões sobre temas com 2.000 anos de história, apenas baseado num romance.

"é abanar as pessoas para acordarem dessa sonolencia absurda e verem o que a Igreja fez á mulher durante todo este tempo, culpando-a do pecado original, (ainda estou pra saber quem é que inventou essa, que facto historico é esse)"

Que sabe você do pecado original, Nuno?

"pq sera que nao ha Papa mulher, ou bispo?"

Que sabe você sobre o cristianismo para emitir comentários sobre as escolhas da Igreja?
É impressionante a mania de algumas pessoas em comentar assuntos para os quais não têm competências, nem autoridade para criticar.

"Este livro alerta o leitor para começar a libertar-se das palas que as religioes impoem nao as deixando pensar nem ver as coisas doutra forma, sufocando-as em dogmas feitos por homens com interesses muito bem delineados."

Exacto.
Dan Brown operou-o bem.

"Portanto, fiquem atentos á mensagem profunda do livro em vez de discutirem assuntos laterais que nao levam a nada."

Profunda.
Profundíssima, a mensagem do livro.
E, claro, vamos todos esquecer a questão incómoda da farsa do Priorado, que não interessa para nada, pois não, Nuno?

A farsa do Priorado, como atira o romance ao chão, é uma coisa incómida e chata, não é Nuno? É a verdade histórica, que é um dos piores venenos para a fantasia, não é?

Fantasie à vontade, mas deixe os homens honestos defenderem a verdade, está bem?

"Discutir o Santo Graal ou a linhagem de Cristo é o mesmo que discutir o sexo dos anjos, pois nao existe nenhuma prova concreta e cabal que algum dos 2 tenha existido."

Na sua opinião. Termine sempre as suas frases com um sensato "na minha opinião". Faria figuras menos tristes.

Fique bem.

Afixado por Bernardo em 6 de outubro de 2004, às 10:12

Caro Bernardo,

Quanto ao fanatismo que refiro no meu comentário anterior, que o ofendeu ao ponto do Sr. o rotular como "merda" (palavra sua), prende-se com o facto do Sr. definir aqueles que não partilham das suas opiniões como "ateus bloguistas" com "profunda atrofia intelectual" (mais uma vez palavras suas). Agora imagine que alguem de outra religião definia a sua maneira de pensar desta forma, como é que o Sr. o considerava?
De qualquer forma não lhe devo qualquer explicação, por isso se quiser eliminar/censurar os meus comentários pode fazê-lo à vontade. Afinal o Sr. sempre é Deus...

Afixado por Luis Silva em 6 de outubro de 2004, às 11:33

"Quanto ao fanatismo que refiro no meu comentário anterior, que o ofendeu ao ponto do Sr. o rotular como "merda" (palavra sua)"

Sim, e mantenho o que escrevi. Você entra a ofender e a insultar (rotulando-me de fanático). O que é isso senão uma merda?

"prende-se com o facto do Sr. definir aqueles que não partilham das suas opiniões como "ateus bloguistas" com "profunda atrofia intelectual" (mais uma vez palavras suas)"

Essas palavras (que ainda mantenho) são dirigidas a pessoas específicas, e foram proferidas num contexto específico.
Que tal não as mutilar, arrancando-as do contexto, só para fazer "show off"?
Repito: essas palavras foram dirigidas a um grupo restrito de pessoas, com as quais tive frequentes debates internéticos.
Seja hojesto, e reponha a verdade. Eu nunca usei essas palavras fora do contexto específico.
É evidente que não considero que todos os ateus sofram de "atrofia intelectual". Apenas os ateus específicos com os quais eu tive algumas diatribes.

Você é um tipo mal intencionado, atrevido, e com uma tremenda falta de educação.

"Agora imagine que alguem de outra religião definia a sua maneira de pensar desta forma, como é que o Sr. o considerava?"

Jovem: opiniões são opiniões. Cada qual as dá como entende. E quantas pessoas me têm chamado de retardado ou de deficiente mental? Tantas, tantas que já perdi a conta...
E vou-me chatear? Para quê?

"De qualquer forma não lhe devo qualquer explicação, por isso se quiser eliminar/censurar os meus comentários pode fazê-lo à vontade. "

Olhe que os seus comentários são bem ilustrativos do calibre da malta que eu tenho que aturar... Deixo ficar o seu comentário, mas apenas para fins didácticos.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 6 de outubro de 2004, às 13:00

"Você é um tipo mal intencionado, atrevido, e com uma tremenda falta de educação."

Claro, basta ler os meus comentários e os seus para ver onde está a falta de educação.

"Jovem: opiniões são opiniões. Cada qual as dá como entende. E quantas pessoas me têm chamado de retardado ou de deficiente mental? Tantas, tantas que já perdi a conta...
E vou-me chatear? Para quê?"

Curiosamente, quando lhe chamam fanático já fica chateado... Telhados de vidro?

Ainda não percebi porque é que apenas fiz uma pergunta no meu 1º comentário, o Sr. dissecou todo o comentário mas não respondeu à pergunta.

Quanto ao facto de deixar os meus comentários para fins didácticos, acho que faz bem porque a finalidade deles era mesmo essa...apesar do Sr. não querer ver.

Afixado por Luis Silva em 6 de outubro de 2004, às 14:41

todas as respostas seguem dentro dos ()

(Olá Bernardo,)

"Quanto ao livro propriamente dito. As pessoas ficam agarradas aos detalhes estilo Priorado de Siao,se existe ou nao, se a coluna da catedral x está 2 metros mais para a esquerda ou para a direita de quem entra..."

Ah, essa é boa!
Então o Priorado é um "detalhe" do livro?
Que conveniente, Nuno...

(enfatizando 1 erro, faz realçar outras questoes pertinentes que nos fazem pensar. essa é a intenção do autor.Nao sei se ja reparou que se trata de 1 romance. Se o autor quisesse chamar de vaticano, uma sociedade secreta etc e tal, nao o podia fazer? O livro é um romance nao é um documentario!)

"qual é a mensagem essencial do livro?"

Anti-catolicismo.
"Everything our fathers thaught us about Christ is false".

Preciso de dizer mais?

(eu tenho formação catolica, mas depois de verificar por mim mesmo tanta contradição e tanta violencia onde se mata em nome de deus e mentiras ao longo dos tempos, passei a entender as coisas de outra forma e nao tenho duvidas algumas que as pessoas hoje sabem o que a Igreja quer que elas saibam. Advogar em causa propria é um espetaculo)


"Simplesmente fazer ver ás pessoas, que sao enganadas á força toda pela Igreja, durante milenios, que aceitam tudo o que lhes dizem sem formar opiniao propria"

Você é que aceita tudo o que lhe dizem sem formar opinião própria. Olhe para si, a formular opiniões sobre temas com 2.000 anos de história, apenas baseado num romance.

(deve estar a brincar comigo concerteza. formar opiniao por causa de 1 livro!realmente nao sabe do que fala.por estudar essas historias e as suas origens que tem muito mais que 2000 anos e tem muito mais do que imagina é que venho ressaltar a mensagem essencial do livro:abram os olhos e pensem por suas proprias cabeças, pela ignorancia e a fe ja se mataram muitos milhoes de pessoas. a inquisição é um bom exemplo disso.)

"é abanar as pessoas para acordarem dessa sonolencia absurda e verem o que a Igreja fez á mulher durante todo este tempo, culpando-a do pecado original, (ainda estou pra saber quem é que inventou essa, que facto historico é esse)"

Que sabe você do pecado original, Nuno?

(mais do que voce imagina, mas como me acusa de acreditar em tudo o que me dizem quando é precisamente o contrario... é nao acreditar nas tretas e deturpações milenares da igreja que sempre se moveu muito bem para extorquir o maximo de dinheiro, induzir o terror ás pessoas para que estas enchessem as igrejas e os bolsos...)

"pq sera que nao ha Papa mulher, ou bispo?"

Que sabe você sobre o cristianismo para emitir comentários sobre as escolhas da Igreja?
É impressionante a mania de algumas pessoas em comentar assuntos para os quais não têm competências, nem autoridade para criticar.

(o que é impressionante é que o Bernardo está tao defensor da igreja que isso nao lhe permite entender do que estou a querer transmitir.no meu comentario anterior alerto para o fato de o autor mostrar aos seus leitores que a igreja, religiao,etc.,foram feitas PELO HOMEM, e por isso mesmo a mulher é apenas um objeto de decoração que foi relegado para segundo plano...PELO HOMEM.quanto ás competencias para criticar tambem achei graça. Quais sao as suas competencias como escritor, professor de historia, exegeta,etc., para vir falar em ...lixo ou criticar-me por ter opinioes proprias "religion free"?? qual é a sua autoridade no assunto? ja se esta a contradizer... primeiro diz que tem todo o direito de opinar...mas quando os outros opinam nao lhes reconhece competencia nem autoridade para tal...)

"Este livro alerta o leitor para começar a libertar-se das palas que as religioes impoem nao as deixando pensar nem ver as coisas doutra forma, sufocando-as em dogmas feitos por homens com interesses muito bem delineados."

Exacto.
Dan Brown operou-o bem.

(Mas voce acha que foi o livro de Brown que me fez ter esta opiniao??? acha que eu nasci ontem e estudo estes temas desde a publicação do livro?
ja pesquiso esses asuntos e muitos outros HA ANOS.
mas que mania que as pessoas tem em taxar as outras sem saberem nada delas.)


"Portanto, fiquem atentos á mensagem profunda do livro em vez de discutirem assuntos laterais que nao levam a nada."

Profunda.
Profundíssima, a mensagem do livro.
E, claro, vamos todos esquecer a questão incómoda da farsa do Priorado, que não interessa para nada, pois não, Nuno?

(pronto...quer ficar agarrado á farsa do priorado... nao posso fazer nada, enquanto nao perceber que se trata de 1 ROMANCE e que as mensagens transmitidas sao as que eu escrevi no outro post...)

A farsa do Priorado, como atira o romance ao chão, é uma coisa incómida e chata, não é Nuno?

(Lá está o Bernardo e o Priorado...estou a começar a achar que faz parte dessa Sociedade..de tanto que a nega.)

É a verdade histórica, que é um dos piores venenos para a fantasia, não é?

(ehrrr... verdade historica num romance????)

Fantasie à vontade, mas deixe os homens honestos defenderem a verdade, está bem?

(mas qual verdade? a sua verdade? a verdade de quem? 1 romance é um romance ou é um documentario??)

"Discutir o Santo Graal ou a linhagem de Cristo é o mesmo que discutir o sexo dos anjos, pois nao existe nenhuma prova concreta e cabal que algum dos 2 tenha existido."

Na sua opinião. Termine sempre as suas frases com um sensato "na minha opinião". Faria figuras menos tristes.

Fique bem.

(foi a conclusao em beleza...aos que lhe tem opiniao contraria sao logo "rotulados" de tristes,etc.. Não admito que me falte ao respeito nem que me dê liçoes de como me expressar.era so o que faltava!)

Afixado por Anonymous em 6 de outubro de 2004, às 15:55

Caro Nuno,

"(enfatizando 1 erro, faz realçar outras questoes pertinentes que nos fazem pensar. essa é a intenção do autor."

Que sabe você da intenção do autor?
Estamos ambos a conjecturar, não é verdade?

"Nao sei se ja reparou que se trata de 1 romance."

Na minha opinião, um "romance" envenenado, porque cumpre uma agenda. Já alguma vez considerou o facto de Dan Brown ter escolhido a forma de romance para que, precisamente pessoas ingénuas como você, defendessem a obra?

"(eu tenho formação catolica, mas depois de verificar por mim mesmo tanta contradição e tanta violencia onde se mata em nome de deus e mentiras ao longo dos tempos, passei a entender as coisas de outra forma e nao tenho duvidas algumas que as pessoas hoje sabem o que a Igreja quer que elas saibam. Advogar em causa propria é um espetaculo)"

A sua ideia sobre a Igreja não é para aqui chamada. Ainda não percebeu qual é o objectivo deste artigo? E dos comentários que se lhe seguiram? É discutir o Priorado de Sião. Se esta discussão não lhe interessa ou não lhe convém, que raio está você aqui a fazer?

"abram os olhos e pensem por suas proprias cabeças"

Você acha que é esta a intenção de Dan Brown?
Não tem qualquer dúvida acerca da "honestidade" de Dan Brown?
Acho isto espantoso!

"a inquisição é um bom exemplo disso"

Já toda a gente sabe da Inquisição. Meu amigo, isso foi há séculos. Já foi amplamente debatida essa questão. Repito: não é esse o tema deste artigo. Este artigo foi escrito para falar sobre o Priorado de Sião. Não venho para aqui defender a Igreja ou a sua doutrina. Não é o local adequado. Se você vem atacar a Igreja, também escolheu o local errado.

"(o que é impressionante é que o Bernardo está tao defensor da igreja que isso nao lhe permite entender do que estou a querer transmitir."

Meu caro, eu sei muito bem o que você quer dizer. Acha-se pioneiro? Quantas mensagens EXACTAMENTE iguais à sua é que acha que eu recebo por email todos os dias?
EXACTAMENTE iguais!
Caramba! O normal é achar o que você acha. Dizer mal da Igreja toda a gente diz hoje em dia. Eu sei que sou visto como "freak", porque hoje em dia os católicos ou são "freaks", ou são "carneiros". Já estou careca de saber.
O que é que o torna original dos milhares de "comentadores" que vieram antes de si dizer-me a mesmíssima coisa?

"quanto ás competencias para criticar tambem achei graça."

Achou?
Eu não achei.
A minha competência está no facto de eu estar DENTRO da doutrina católica porque sou católico. O que me parece não ser o seu caso. Simples, não é?

"Quais sao as suas competencias como escritor, professor de historia, exegeta,etc."

Nenhumas.
Isto não é uma aula ou uma tese.
É um blogue. Você sabe isso, certo?

"primeiro diz que tem todo o direito de opinar..."

E têm. Mas se o artigo é meu, sou eu quem decide quais as opiniões que vêm a propósito. Já estou careca de explicar que nestes artigos que escrevo sobre o Priorado não está aberto o debate! Ou seja, a eterna questão da doutirna católica não é para aqui chamada.

"mas quando os outros opinam nao lhes reconhece competencia nem autoridade para tal..."

A competência ou a falta dela surgem sempre naturalmente...

"(Mas voce acha que foi o livro de Brown que me fez ter esta opiniao??? acha que eu nasci ontem e estudo estes temas desde a publicação do livro?
ja pesquiso esses asuntos e muitos outros HA ANOS.
mas que mania que as pessoas tem em taxar as outras sem saberem nada delas.)"

OK, se quiser, mostre-me o que sabe. Mas diga frases que tragam algo de novo. Porque se vai repetir a mesma lenga-lenga sobre a "Igreja criminosa e enganadora", eu não tenho paciência. Procure outro que tenha essa paciência...

"(pronto...quer ficar agarrado á farsa do priorado... nao posso fazer nada, enquanto nao perceber que se trata de 1 ROMANCE e que as mensagens transmitidas sao as que eu escrevi no outro post...)"

Já todos percebemos a sua leitura do romance.
Já todos perceberam a minha.
Deixe as pessoas tirarem as suas conclusões.
Esta discussão não leva a lado nenhum.

"(ehrrr... verdade historica num romance????)"

Não há verdade histórica no romance de Dan Brown. Ou melhor, quase não há, porque afinal ele refere de vez em quando algumas coisas que DE FACTO existem, como a Igreja Católica, a Opus Dei, e o pintor Leonardo da Vinci.
Quando falei em "verdade histórica" referia-me às minhas refutações às teses do autor.

"(mas qual verdade? a sua verdade? a verdade de quem? 1 romance é um romance ou é um documentario??)"

Este romance, quer você admita quer não, molda a forma como as pessoas concebem a realidade. E, em vez de moldar correctamente, este romance faz os leitores ficarem, na sua esmagadora maioria, com uma ideia distorcida da realidade. Eu só tento corrigir essa distorção. OK?

"(foi a conclusao em beleza...aos que lhe tem opiniao contraria sao logo "rotulados" de tristes,etc.. Não admito que me falte ao respeito nem que me dê liçoes de como me expressar.era so o que faltava!)"

Não, meu caro, se reparar há por aqui muito boa gente que sabe expor opiniões contrárias sem ser mal educado e sem fazer figuras tristes, e sem demonstrar que desconhece as coisas mais básicas sobre o tema em discussão.

Passe bem.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 6 de outubro de 2004, às 17:42

(Bernardo:)

“Nao sei se ja reparou que se trata de 1 romance."
Na minha opinião, um "romance" envenenado, porque cumpre uma agenda. Já alguma vez considerou o facto de Dan Brown ter escolhido a forma de romance para que, precisamente pessoas ingénuas como você, defendessem a obra?

(Mais uma vez acha-se no direito de catalogar as pessoas que aqui vem escrever.
Se quer enveredar por esse caminho tudo bem.
Se eu que venho estudando estes assuntos há anos já sou ingênuo,você será o que? Fanático?Que acredita em tudo o que oficialmente a igreja diz?)

"(eu tenho formação catolica, mas depois de verificar por mim mesmo tanta contradição e tanta violencia onde se mata em nome de deus e mentiras ao longo dos tempos, passei a entender as coisas de outra forma e nao tenho duvidas algumas que as pessoas hoje sabem o que a Igreja quer que elas saibam. Advogar em causa propria é um espetaculo)"
A sua ideia sobre a Igreja não é para aqui chamada. Ainda não percebeu qual é o objectivo deste artigo? E dos comentários que se lhe seguiram? É discutir o Priorado de Sião. Se esta discussão não lhe interessa ou não lhe convém, que raio está você aqui a fazer?

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(Não se trata da minha idéia, trata-se dos registos históricos dos quais tanto gosta de falar. Também já percebi que não se pode relatar o Historial da Igreja porque isso o afecta como Cristão. Assim seja.)

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"abram os olhos e pensem por suas proprias cabeças"
Você acha que é esta a intenção de Dan Brown?
Não tem qualquer dúvida acerca da "honestidade" de Dan Brown?
Acho isto espantoso!

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(Espantoso acho eu de so querer ver 1 lado da questão.e convenhamos... falar de honestidade...pq critica Brown por ele acordar as pessoas e faze-las pesquisar... mas não fala nas contradições e falhas gritantes que estão escritas na bíblia? Se o incomoda tanto a “honestidade” então fale de tudo o q esta envolvido com este tema.)
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"a inquisição é um bom exemplo disso"
Já toda a gente sabe da Inquisição. Meu amigo, isso foi há séculos. Já foi amplamente debatida essa questão. Repito: não é esse o tema deste artigo. Este artigo foi escrito para falar sobre o Priorado de Sião. Não venho para aqui defender a Igreja ou a sua doutrina. Não é o local adequado. Se você vem atacar a Igreja, também escolheu o local errado.

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(Relatar os fatos históricos de que tanto gosta de mencionar não me parece defender ou atacar quem quer que seja. São relatos e há que os aceitar como tal.)
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"(o que é impressionante é que o Bernardo está tao defensor da igreja que isso nao lhe permite entender do que estou a querer transmitir."
Meu caro, eu sei muito bem o que você quer dizer. Acha-se pioneiro? Quantas mensagens EXACTAMENTE iguais à sua é que acha que eu recebo por email todos os dias?
EXACTAMENTE iguais!

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(Por alguma razão será, não? Pioneiro não sou e mal seria se no ano 2004 fosse o primeiro a falar desse assunto. Estaríamos realmente com uma mentalidade atrasadíssima.)
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Caramba! O normal é achar o que você acha. Dizer mal da Igreja toda a gente diz hoje em dia. Eu sei que sou visto como "freak", porque hoje em dia os católicos ou são "freaks", ou são "carneiros". Já estou careca de saber.
O que é que o torna original dos milhares de "comentadores" que vieram antes de si dizer-me a mesmíssima coisa?

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(“freaks” e “carneiros” são palavras suas. O Bernardo perde-se na argumentação das questões. Quem é que falou em originalidade? )
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"quanto ás competencias para criticar tambem achei graça."
Achou?
Eu não achei.
A minha competência está no facto de eu estar DENTRO da doutrina católica porque sou católico. O que me parece não ser o seu caso. Simples, não é?

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(E eu não so estive dentro da doutrina católica como fui formado nela. Portanto isso das competências, de achar que so você pode opinar e os outros não é no mínimo pretencioso.)
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"Quais sao as suas competencias como escritor, professor de historia, exegeta,etc."
Nenhumas.
Isto não é uma aula ou uma tese.
É um blogue. Você sabe isso, certo?

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(Certíssimo, então pq usa esses argumentos de: “Que sabe você sobre o cristianismo para emitir comentários sobre as escolhas da Igreja?
É impressionante a mania de algumas pessoas em comentar assuntos para os quais não têm competências, nem autoridade para criticar”

Daí a minha pergunta anterior, o Bernardo é formado nalguma das profissões que apontei?
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"(Mas voce acha que foi o livro de Brown que me fez ter esta opiniao??? acha que eu nasci ontem e estudo estes temas desde a publicação do livro?
ja pesquiso esses asuntos e muitos outros HA ANOS.
mas que mania que as pessoas tem em taxar as outras sem saberem nada delas.)"
OK, se quiser, mostre-me o que sabe. Mas diga frases que tragam algo de novo. Porque se vai repetir a mesma lenga-lenga sobre a "Igreja criminosa e enganadora", eu não tenho paciência. Procure outro que tenha essa paciência...

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(As verdades históricas realmente são feridas abertas... você chama de lenga lenga. mas os que sofreram na pele essas atrocidades se pudessem ser ouvidos concerteza não teriam a mesma opinião.
Quanto aos factos novos... já vi que se contrariar o que a igreja diz está tudo estragado, então vamos todos acreditar no que eles escreveram, adaptaram e ocultaram durante séculos.)
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"(mas qual verdade? a sua verdade? a verdade de quem? 1 romance é um romance ou é um documentario??)"
Este romance, quer você admita quer não, molda a forma como as pessoas concebem a realidade. E, em vez de moldar correctamente, este romance faz os leitores ficarem, na sua esmagadora maioria, com uma ideia distorcida da realidade. Eu só tento corrigir essa distorção. OK?

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(So se moldou a sua forma de como concebe a realidade. Não foi por causa deste livro que o meu modo de ver as coisas foi alterado.como lhe disse já, há anos que venho pesquisando e estudando este e muitos outros assuntos.)
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"(foi a conclusao em beleza...aos que lhe tem opiniao contraria sao logo "rotulados" de tristes,etc.. Não admito que me falte ao respeito nem que me dê liçoes de como me expressar.era so o que faltava!)"
Não, meu caro, se reparar há por aqui muito boa gente que sabe expor opiniões contrárias sem ser mal educado e sem fazer figuras tristes, e sem demonstrar que desconhece as coisas mais básicas sobre o tema em discussão.

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(Em que parte da minha exposição de idéias eu fui mal educado????
leia os rótulos que vai pondo nas pessoas e depois venha dizer quem é que faz figuras tristes.)
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Afixado por Nuno Carvalho em 6 de outubro de 2004, às 19:32

Caro Nuno Carvalho,

Você insiste no mesmo.
O tópico em discussão diz respeito ao Priorado de Sião. Dan Brown usou esta antiga burla para vender um produto anti-católico. Ele, com a frase do "FACTO" na primeira página do romance, e com as várias entrevistas que deu, demonstra estar a apostar em enganar os leitores.

É este o tópico do meu artigo, e é este o tema em debate. Estou-me nas tintas para as suas opiniões sobre as "mentiras" e os "crimes" da Igreja Católica. Terá, concerteza, muitos blogues anti-católicos com quem poderá partilhar as suas ideias.

Eu tenho mais que fazer.
Fica aqui o aviso. Não quero debater aqui a Igreja católica, nem a sua doutrina, nem a sua história.
Não me interessam estas discussões de surdos, que desviam o tema inicial que eu tinha proposto. Sou ditador? Pois sou. Não vou deixar você, nem qualquer outro, boicotar a intenção original deste artigo, enchendo isto tudo de lixo desinformativo.

Passe bem.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 6 de outubro de 2004, às 19:51

Caro Bernardo

Continua a rotular as pessoas que vão contra a sua linha de pensamento. Agora já não são "ateus bloguistas com atrofia intelectual" são "pessoas ingénuas" que fazem "figuras tristes" e não têm "competência" para falar sobre o assunto.
Parece-me que basta ver os comentários anteriores para perceber que tipo de pessoa você é.

Se quer que o lixo desinformativo deixe de aparecer neste blog (e apesar do Sr. ser "dono" disto), retire-se... Assim todos poderão expor as suas ideias sem correr o risco de serem rotulado por alguém que se julga o detentor da verdade.

Afixado por Luis Silva em 7 de outubro de 2004, às 10:34

Ok, Luís, tudo bem... Você vence.

"Se quer que o lixo desinformativo deixe de aparecer neste blog (e apesar do Sr. ser "dono" disto)"

Eu sou o dono deste artigo. Fui eu quem o escreveu. E parece-me normal que possa decidir se quero ou não ser insultado por comentários de pessoas como você ao meu próprio artigo.

"Assim todos poderão expor as suas ideias sem correr o risco de serem rotulado por alguém que se julga o detentor da verdade."

OK, Luís. Tréguas, ok?
Paz, ok?
Vamos lá todos acalmar.
Respire fundo, e comece do princípio.
Eu já me perdi com as suas queixas, sinceramente.

Em relação ao que eu escrevi sobre o Priorado de Sião, o que é que o chateia?

É só a questão do romance-lixo? Ó homem, é a minha opinião! Acho impressionante que seja preciso toda esta troca de palavras só por causa de um termo "romance-lixo".
Eu acho que é um romance-lixo.

À parte disto, há alguma coisa relativa ao que eu escrevi que o Luís conteste?

Vamos lá a ser concretos nas críticas, que isto já se está a tornar enjoativo. Eu próprio já estou enjoado das minhas próprias palavras.

Qual é, AFINAL, o seu problema?

Agradeço esclarecimentos...

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 7 de outubro de 2004, às 16:51

e eu que ainda agora começei a explorar este magnifico universo, venho a este blog com o intuito de APRENDER, tenho que levar com isto...
Eng e restante comunidade browniana, o respeito é bonito e fica bem, e alguns de nós ainda querem expandir horizontes e conhecimentos!!
Peço vos encarecidamente q CONTRIBUAM!!!
Obrigado, e n vale a pena virenm com a historia d q têm q s defender, se querem discutir façam no num espaço apropriado!!
Obrigado novamente.

Afixado por sauniere em 8 de outubro de 2004, às 14:59

Como é possível acreditar num autor como D. Brawn, que só debita disparates e entrujices? Só quem não tem conhecimentos sólidos de História e de Cultura geral pode embarcar com esse embusteiro!
1º O Priorado de Sião foi instituído a 7 de Maio de 1956; os seus estatutos estão registados numa subprefeitura em Saint-Julienne-en-Genevois, na Alta Sabóia. Um grupelho, entre tantos outros, que proliferam nestes tempos modernos, cada qual dizendo-se detentor da Verdade.
2º A Última Ceia: se é M. Maria Madalena que figura ao lado de Cristo, então onde está o 12º discípulo? Estou mesmo a ver que o autor se esqueceu de contar o resto da história: um dos discípulos levantou-se e disse, muito respeitosamente, para M. Madalena: «a senhora, por favor, sente-se aqui que eu vou comer p'rá cozinha». L. Vinci, como artista, criou com toda a liberdade o quadro que lhe encomendaram e sendo João o discípulo mais novo, naturalmente que o representou como um jovem. De resto, na época, era comum o uso dos cabelos até aos ombros.
3º Graal deriva do termo arcaico "gradal" que quer dizer taça, cálice. Nos primórdios do Cristianismo, qualquer crente calcorreava as estradas em peregrinação a Jerusalém e outros lugares santos, em busca de relíquias de Cristo: um pedaço do manto, um espinho da coroa, a lança de Longino, um pedaço da cruz, etc, etc. Com o cálice aconteceu o mesmo, mas nunca foi encontrado; daí, a sempre eterna demanda do Santo Graal. (E Santo quer mesmo dizer Santo e não sangue). Claro que, como hoje, naquele tempo havia também trapaceiros que vendiam relíquias falsas. E ainda, José de Arimateia não era tio, mas um amigo e seguidor de Cristo.
4º Sendo Cristo o Profeta e Mestre, Aquele por quem se instituiu o Cristianismo, gostaria de poder perguntar aos adoradores dos restos mortais de M. Madalena se não seria mais lógico adorarem o corpo de Cristo e não o da esposa, até porque, segundo eles, Ele morreu, definitivamente, como qualquer mortal(?).
5º Constantino morreu no campo de batalha e ao morrer pediu para ser baptizado. De resto, que interesse há para uma Alma ser baptizada à força?
6º O Domingo foi instituído o dia do Senhor por ser o dia da Ressurreição de Cristo. Já li muitas obras sobre mitologia e não encontrei nenhuma que dissesse em que dia nasceram os deuses ou deusas. Foi a 25 de Dezembro? Se o autor, por acaso (salvo seja), fosse português, teria dito a 25 de Abril, por exemplo.
7º O autor é livre e, como tal, livre de imaginar e dizer as idiotices que quer. Abusivamente faz interpretações das obras de L. Vinci que, infelizmente, não se encontra cá para se defender. Também Freud fez interpretações psicanalíticas muito interessantes acerca das obras de Da Vinci. Afinal, qual dos dois fala verdade?
8º Já li vários Evangelhos Apócrifos e Os Manuscritos do Mar Morto. Em nenhum fala ou insinua sobre o casamento de Cristo e Madalena (e se fosse casado, era). A única diferença entre aqueles Evangelhos e os Sinópticos, prende-se com as diferenças ao nível de quem escreve, que lhe dá sempre um cunho pessoal. No essencial da Mensagem condizem e até se corroboram.
9º Como teria sido possível abafarem uma verdade, passados mais de três séculos, quando a Igreja foi oficializada?! A verdade já teria percorrido todo o mundo conhecido e andado de boca em boca, que seria de todo inconcebível, qualquer instituição, fosse qual fosse, abafar qualquer verdade, que se manteve na posse de apenas meia dúzia de iluminados. O resto da humanidade, por certo, entrou em amnésia e foi preciso chegarmos ao século XXI para outro iluminado desvendar o segredo. (Não há pachorra!).
Enfim, as palavras do próprio L. Vinci, aplicam-se bem ao autor e não só: hoje em dia proliferam muitos impostores e trapaceiros que, à custa dos simples engrossam as suas contas bancárias.
"A cega ignorância é que nos engana"
"Ó míseros mortais, abri os olhos!"
Por fim, atentem também nas palavras de Cristo: "No fim dos tempos, aparecerão falsos profetas que falarão enganos parecendo verdades, e até os mais fieis se deixarão arrastar".
Leiam as Profecias de Cristo, nos 4 Evangelhos (para quem acredita, claro) e a 2ª Epístola de S. Pedro.
Aconselho-os a ler também a obra desse visionário que foi René Guénon: "A Crise do Mundo Moderno". Por certo que encontrarão algumas coincidências com as Profecias de Cristo.
Helena

Afixado por Helena em 8 de outubro de 2004, às 18:16

Bom Dia a todos;

"Pedro disse a Maria:Irmã, sabemos que o Salvador te amava mais do que qualquer outra mulher."

"Levi respondeu a Pedro; Pedro, sempre fostes exaltado. Agora te vejo competindo com uma mulher como adversário. Mas, se o Salvador a fez merecedora, quem és tu para rejeitá-la? Certamente o Salvador a conhece bem. Daí a ter amado mais do que a nós. É antes, o caso de nos envergonharmos e assumirmos o homem perfeito e nos separaremos, como Ele nos mandou, e pregarmos o Evangelho, não criando nenhuma regra ou lei, além das que o Salvador nos legou."

Cara Helena, os textos acima são dois excertos dos Evangelhos Apócrifos de Maria Madalena.
Agora eu peço desculpa, mas não acha que há algo implicito nestes textos???
Era preciso ser se mais óbvio?????
Só m resta de facto constatar q s tudo isto s prende com pontos de vista, com formas de interpretação, mais nada.


O Eng Motta no outro dia falou me acerca de preconceito, argumentando que detectava em meu discurso um certo preconceito Anti Católico...
Agora eu pergunto, alguem que começa a sua intervenção desta forma, e passo a citar as palavras da Helena ;
"Como é possível acreditar num autor como D. Brawn, que só debita disparates e entrujices? Só quem não tem conhecimentos sólidos de História e de Cultura geral pode embarcar com esse embusteiro!"

Eng qd isto n é preconceito...

SE calhar mais uma alma iluminada detentora da Verdade Suprema...

Pq s n se expõe apenas ideias??
quer dizer que as pessoas que leram o livro do Sr.Brown são todas uma cambada de imbecis, não é Helena??
Nem todos de nós temos a sua vasta bagagem cultural, espero que n s sinta ofendida c a nossa ignorância.

PS - Uso o plural, pq tb m incluo no grupo que não tem conhecimentos sólidos de história e de cultura geral...

Afixado por sauniere em 9 de outubro de 2004, às 11:24

LI o livro e gostei muito, é lógico que com algumas ressalvas, pois é de importante interesse que se verifique a autenticidade da história.
Mas do ponto da simbologia inserida neste livro ele é uma verdadeira obra no sentido da arte, pois
não o vi somente como um romance e nada mais, contudo leva-nos a aprender algo de arte e simbologia que estão inseridos em muitas coisas de nossa vida

Afixado por Rafael Luppi em 9 de outubro de 2004, às 13:46

Pode ficar tranquilo que não tomo como certo e nem acredito em tudo que leio...mas você acha que TUDO que o livro aborda está contado de maneira totalmente errada?
queria saber de onde é este weblog

Afixado por Mariana em 9 de outubro de 2004, às 19:08

Li algures, e em jeito de pergunta, qu o universo tem 6000 anos segundo a biblia?
Atenção que a biblia em parte alguma, diz que o universo tem 6000 anos, mas segundo estudiosos, o que tem 6000 anos é o homem e não o universo, mas não são bem os 6 mil anos, serão um pouco mais. Quanto à Biblia e quem a escreveu, è logico que foi escrita por homens inspirados por Deus, esta poderá ser vista como uma obra divina um legado das Leis de Deus aos homens e que no fundo é a história do povo de Israel.

Afixado por RUI em 11 de outubro de 2004, às 14:48

Boa Tarde, a todos!

Meu caro Sauniere, se acha que eu acho que todos os que leram o livro são imbecis, então inclua-me também a mim.
No que se refere aos Evangelhos Apócrifos (e também no de Tomé, no último Logium), de facto, está patente essa reacção de Pedro contra M. Madalena. Com efeito, Cristo amava-a mais..., mas não será que, também aí, esse termo "amor" não tem somente a conotação que modernamente mais preferimos? Eu amo os meus pais, os meus irmãos, os meus amigos. A palavra amor é rica de significação e não refere apenas o amor entre homem-mulher, mas o amor universal, o amor que sentimos por aqueles de quem gostamos. Porisso, não infiro daí, que eles fossem ou não casados.
Pedro queria banir M. Madalena do convívio dos discípulos e de Cristo (pura ciumeira e medo de ser relegado para segundo plano). Via com maus olhos o facto de ela poder conviver com Cristo ao mesmo nível deles. Como vê, não foi a Igreja Católica que subjugou as mulheres, mas há toda uma mentalidade patriarcal que vem de tempos imemoriais.
Quanto ao que eu disse inicialmente no texto anterior, de facto, só pode acreditar cegamente no autor quem não tiver conhecimentos sólidos para confirmar ou refutar aquilo que ele diz. É que é mais difícil refutar uma meia-verdade do que uma mentira. E ele serve-se de factos históricos e distorce-os, pode crer.
De qualquer forma, a mim não me faz mossa nenhuma: interessa-me mais a Mensagem de Cristo, do que propriamente os aspectos exteriores e não pretendo perder a minha Fé com essas diatribes. Ao longo dos séculos sempre houve quem tentasse denegrir o Cristianismo!
Mas quando nos apercebemos de tantas imprecisões e erros históricos e académicos, não faz mal nenhum, antes pelo contrário, tentar elucidar e repôr a verdade.
Não sou nenhuma iluminada, sou apenas uma pessoa que gosta do estudo e procura, através de pesquisas académicas e bem fundamentadas, aprender sempre mais.
Helena

Afixado por Helena em 11 de outubro de 2004, às 18:41

Caríssimo SrEng:
Sou professor catedrático de História e Teologia e já estudava acerca do que aqui se relata,ainda não era(seguramente)o sr.eng nascido.Cuidado com aquilo que transmite e tenha sempre o bom sendo de atestar aquilo que considera como verdade absoluta.De resto,acho bastante interessante o debate que aqui se gerou,áparte muitas das falácias que fui verificando ao ler(na diagonal) o texto.Respeitosos cumprimentos

Afixado por Anonymous em 11 de outubro de 2004, às 19:40

E as falácias detectam-se na diagonal, senhor-já-estudava-estas-coisas-ainda-o-sr-engenheiro-não- era-nascido?

Afixado por Monty em 11 de outubro de 2004, às 19:50

para quem acha que o codigo da vinci é um lixo....e que tudo nao passa de anti-cristianismo primario e mal intencionado...entao ainda nao viu nada...
http://www.thebeastmovie.com/index.html

Afixado por Nuno Carvalho em 12 de outubro de 2004, às 04:34

so para compementar a informação anterior...
http://www.geocities.com/realidadebr/textos/jesuscristonuncaexistiu.htm

Afixado por Nuno Carvalho em 12 de outubro de 2004, às 05:12

Boa tarde a todos

Cara Helena;

1º q tudo, folgo em saber q de facto leu o livro, sendo q mtas e variadas pessoas, tecem variadissimos comentários sem sequer ter virado uma unica página do último livro de Dan Brown.

Só vem provar que é de facto uma pessoa realmente informada!

Em relação ao Evangelhos Apócrifos, mais uma vez faço uso do mesmo argumento, é tudo uma questão de prespectiva, se o tipo de amor que Pedro fala é ou não o tipo existente numa relação marido/mulher é algo que nc iremos saber ao certo.

Se voçê o interpreta da forma em que poderá ser apenas uma amor fraternal, é a sua opinião, há que respeitá-la.

O eterno papel de vitima q a Igreja Católica adopta sempre q alguem insurge algo contrario ao seu dogma já é comum,usando sempre o tal lema d q "ja fomos atacados antes mas sobrevivemos"

Essa questão n s prende com Fé.

A Fé vive dentro do seu coração, da sua alma, não em qq espaço fisico.
Ela vai consigo pra todo o lado e na maior parte das vezes é algo de inabalável, de muito forte.

É a força q faz mta gente sobreviver, acredite.

Quanto ao facto de o Sr.Brown usar apenas "meias verdades", aí estamos de total acordo.
Ao início tb julguei que todos os factos históricos relatados no código da vinci eram de facto reais, mas depois de umas breves leituras cosntatei que não era bem assim...

A questão do Concílio de Niceia é um facto disso.

Foi discutada de facto a divindade de Cristo, mas nc numa forma que colocasse essa mesma divindade em causa, apsecto q Dan Brown fez questão de transmitir, mas q n corresponde bem á realidade.
A verdadeira questão do Concilio foi de facto avaliar a SUBSTÂNCIA do filho de Deus,fazer com q a chamada heresia Ariana fosse de uma vez por toda dissolvida, visto que estes recusavam admitir que o filho de Deus fosse tão Divino qto o pai, isto é, consideravam-no consubstancial ao pai e não substancial ao mesmo.

Os Arianos alegavam um monoteísmo puro, colocando o filho do Criador em segundo plano.

Este é apenas um dos aspectos n qual o sr.Brown de facto deturpou a verdade, não deixando de ser por isso uma excelente obra de entretenimento.

Melhores Cumprimentos

Afixado por sauniere em 12 de outubro de 2004, às 18:37

Fico muito preocupado quando leio alguém dizer que existem livros "certos" ou "errados". A Igreja Católica sempre pregou esse tipo de visão maniqueísta que levou à odiosa fase da Inquisição.

Afixado por JBVN em 12 de outubro de 2004, às 19:47

Acredito ser um pouco leiga no assunto...porem estou absolutamente enfeitizada pela obra de Dan Brown,confesso que ainda estou no começo do livro,e sempre procuro pesquisar a verdade dos fatos.Neste momento eu me refiro ao grande génio Leonardo da Vinci e só tenho que aplaudir o quanto este homen foi sábio.
Quanto aos fatos que se referem a igreja cátolica..ainda não cheguei neles...e quando chegar vou pesquisar a respeito e te dar a minha opinião.

Afixado por ADRIANA em 12 de outubro de 2004, às 20:49

Infelizmente não consigo acreditar que ainda existam pessoas que se julgam capazes de dizer o que deve ser lido e o que é um "lixo peseudo-factual" e não deve ser levado em consideração. Na minha opinião, tudo que foi escrito é digno de uma interpretação, e é dessa interpretação que surgem as discussões e opiniões que vão sendo formadas e lapidadas por cada um. Todo livro, artigo, estudo, talvez dizendo até a mídia (tanto escrita ou falada), tem o poder formador de opinião, o que era barrado antigamente pela censura. A questão se (no caso o livro) existe ou não o lixo pseudo-factual, a crítica tem sim todo o direito de informar, mas nunca dizer que o autor não tinha o direito de escrever sobre o assunto causando a difamação do mesmo. Não fosse isso, poderíamos banir o termo ficção da história, pois tudo o que deve ser escrito segundo algumas mentes deve ser verdade. É difícil falar em ficção sem envolver um certo grau de realidade: para se criar uma obra de ficção baseia-se na realidade, a ficção intriga as pessoas com relação a um assunto, e as pessoas interessadas então saem em busca da realidade dos fatos. A denominação lixo-factual deveria ser dada pela pessoa depois de ter lido um livro e boscado a verdade sobre o que foi escrito e então criado sua opinião sobre isso, e não de alguém que diz isso meramente por achar que o assunto em suma no livro foi escrito somente para difamação da verdade. Encerro por aqui, agora está um tópico aberto a discussões.

Afixado por Anonymous em 12 de outubro de 2004, às 23:51

Olá a todos!

Mudemos de assunto: está prestes a chegar um novo livro de Umberto Eco - "A Misteriosa Chama da Rainha Luana".
Este autor, sim, é digno de ser lido e relido pela forma brilhante como escreve, pelos temas que aborda, onde se denota seriedade, profundeza de espírito e grande bagagem cultural, ao mesmo tempo que sabe imprimir, nas suas obras, um certo humor. (O Brown não lhe chega aos calcanhares, nem de longe!).
A propósito, e para quem leu o livro "O Pêndulo de Foucault", deve estar recordado de como ele, com bastante sentido de humor, faz toda uma crítica aos caçadores de segredos, aos que se deixam emaranhar nas teias do oculto; e aqui, vale bem a máxima: "vira-se o feitiço contra o feiticeiro".
E para si, Sauniere (desejo-lhe melhor sorte do que ao seu homónimo!), apraz-me muito verificar que mostra ser uma pessoa de espírito aberto, pronta a reflectir sobre o que lê, tentando adquirir mais conhecimentos sobre o assunto, por forma a desvendar o certo do errado.
Helena

Afixado por Helena em 13 de outubro de 2004, às 12:00

estas opinioes escritas no site devem ser respeitadas, mas o facto é que o livro tem coerencias e incoerencias,
é um livro para reflectir

Afixado por Anonymous em 13 de outubro de 2004, às 18:38

estas opinioes escritas no site devem ser respeitadas, mas o facto é que o livro tem coerencias e incoerencias,
é um livro para reflectir

Afixado por Anonymous em 13 de outubro de 2004, às 18:39

estas opinioes escritas no site devem ser respeitadas, mas o facto é que o livro tem coerencias e incoerencias,
é um livro para reflectir

Afixado por aq em 13 de outubro de 2004, às 18:40

Olá Pessoal!
Não disponho de muito tempo para visitar a Internet e, portanto, tenho andado a ler às prestações as vossas mensagens.
Acabei de ler a de um tal Vasco, que, ao que parece, já não se encontra entre nós e, mesmo sendo já extemporâneo, vou, mesmo assim, referir-me ao assunto que ele abordou: pode ser que ele ainda nos leia e, bem assim, para aqueles que estiverem interessados em saber.
Eu passo a explicar:
- Diz o tal Vasco que Cristo era "pagão": bem se vê que não percebe nada de nada do assunto e seria moroso estar aqui agora a tecer explicações sobre isso.
- Quanto ao facto de a Igreja ser "incoerente", por que a data da Páscoa muda todos os anos: antes pelo contrário, até é bem "coerente". A Páscoa é a Festa mais Alta da religião cristâ e, como tal, a Igreja celebra-a de acordo com o tempo astronómico em que se verificou a Morte e Ressurreição de Cristo, cujo tempo, na época, era regido pelo calandário lunar e não pelo nosso calendário solar. Assim sendo, o dia da Ressurreição aconteceu a um domingo de Lua Cheia, a 1ª Lua Cheia após o Equinócio da Primavera (a 20 ou 21 Março). Porisso, todos os anos é composto o Calendário Litúrgico, que além das Festas fixas, tem as Festas móveis que se relacionam com o dia em que calhará a Páscoa, ou seja, no 1º Domingo de Lua Cheia após o Equinócio da Primavera. Podiam ser aqui expostos mais pormenores, mas penso que estes bastam para se adquirir uma ideia sucinta do assunto.
Pessoas da índole desse tal Vasco fariam melhor se não dissessem nada, ou então, se fossem pessoas, como querem mostrar, de grande sentido crítico, interrogavam-se e perguntavam a alguém antes de atirar pedradas que acabam por cair em cima dos próprios.
Quando a vontade de atacar é imensa, a sofreguidão em destruir cega-os, a tal ponto, que os estilhaços fazem ricochete e vão cair em cima deles.
Fiquem em Paz
Helena

Afixado por Helena em 14 de outubro de 2004, às 16:50

Independente de qualquer comentário é uma trama inteligentemente muiot bem elaborada e que nos permite a uma maior reflexão sobre toda a história da humanidade e nos provoca a inclusive pesquisar sobre tudo, por que não?

Afixado por Dina em 14 de outubro de 2004, às 18:05

Boa tarde a todos!

Sou Brasileiro, natural de São Paulo. Estou lendo o livro neste momento. Estou na metade. Ainda não posso tirar nenhuma conclusão referente a literatura, mas assim que eu terminar de ler, farei questão de dar minha opinião neste espaço democrático que é a Internet.
Aqui no Brasil (principalmente no Orkut) não é diferente este tipo de discussão que está ocorendo neste espaço. O mais importante é: respeitarmos e aprendermos com a opinião alheia.
Obrigado, Bernardo por este espaço. Pelo visto o Livro "O Codigo Da Vinci" está dando o que falar por ai! Aqui no Brasil já saiu matérias e mais matérias sobre o assunto. A revista superinteressante (wwww.superinteressante.com.br) publicou a semana passado uma matéria sobre este livro. Quem desejar ler, mande um e-mail para mim que eu, com o maior prazer, mandarei uma cópia.
fcosta@twwwireless.com.br
Abraços a Todos!
Axé!

Afixado por Fernando Costa Braz em 15 de outubro de 2004, às 16:54

Olá Helena!
Li o seu texto a 8 de outubro, se não estou em erro, em que por 9 pontos explica as suas ideias e refuta o que não concorda.

Antes mais nada temos a mesma ideia do livro.
Partilho das suas opiniões em larga escala, tal como com o Bernardo e alguns (poucos) mais.

eu contrário de si e especialmente do Bernardo, não acredito, que valha a pena refutar as opiniões que aqui surgem.
Elas são pobres, sustentadas por uma argumentação pobre e não merecem resposta.

Uma das coisas boas que este livro tem, é levar muitas pessoas a interessar-se pelo tema.
E isso é inestimável.
E inestimável porquê. Porque a leitura leva a instrução e quem procura a verdade, mais cedo ou mais tarde irá parar as fontes que realmente interessam e irão aprofundar os seus conhecimentos de forma sustentada.
Aqueles que se perderem pelo meio, são de lamentar, mas respeite-se ao menos o direito que lhes assiste de residir na ignorância.
Não tentemos converter a força, porque pela força, nenhuma conversão será válida.
E em certos casos aqui, debater é o mesmo que dar pérolas a porcos.
Puro cansaço.

Mas isto é a minha opinião pessoal. tal como eles são livres de defender barbaridades, os outros serão livres de contesta-las.

Depois desta opinião, quero referir umas imperfeições e falhas no que escreveu em nove pontos:

O seu primeiro ponto, estou perfeitamente de acordo.
2º ponto- dois reparos. primeiro, (este reparo n é pra si, é para quem vê coisas mirabulantes na pintura) o retrato de da vinci, não é uma representação fiel do que se passou.
Não é uma polaroid, é um fresco numa parede, nem sequer é um quadro, pintado 1500 anos depois do sucedido. Da Vinci não foi fiel do ponto de vista histórico e nem isso lhe foi pedido.
Depois o quadro n foi encomendado pelo Vaticano, como certas pessoas para aqui escrevem, foi encomendado sim, por moges de um convento em Milão. É uma criação artistica belissima, que poderá conter intenções ocultas (que Leonardo adorava) mas que só ele as saberia dizer e na minha opinião, qq mensagem escondida, morreu com ele.
Quanto ao "penteado" de João a que se refere, há quem afirme baseado nas escrituras e nas palavras de São Paulo, que os cabelos compridos eram indignos de um homem.
E na verdade por todo o mundo mediterrânico da altura, imperavam os cabelos curtos, e os cabelos compridos eram apanágio dos vagabundos, eremitas e saltimbancos.
Os bárbaros usavam cabelo comprido! lembre-se disso.

3º ponto- o termo Santo Graal, tem varias analises e várias teorias e não é por aí que o dan brown mete água. ele escolhe uma interpretação, tal como você escolhe uma, mas de facto há mais que uma teoria (cada um escolhe a que quer) e acho que o Bernardo é mto mais qualificado do que eu, para demonstrar isso.
4º Quais restos mortais de Maria Madalena? e quais restos mortais de Cristo? Que eu saiba não existe nem uns nem outros.
5º ponto

5º "Constantino morreu no campo de batalha e ao morrer pediu para ser baptizado. De resto, que interesse há para uma Alma ser baptizada à força?"
Constantino não foi um exemplo de cristão, duvido mesmo que se considerasse cristão durante a sua vida, talvez no fim, tenha temido o purgatório e recorrido ao baptismo.
ou talvez se tenha de facto tornado crente.
Mas também não é de descurar, a criação de um mito a sua volta.
Mito ou não, a verdade é que o padre que o batizou e lhe deu a extrema unção era ariano e não católico.
Ele morreu como batizado no rito ariano do cristianismo e não no católico.
E além disso, ele não morreu numa batalha, morreu no seu leito.
No sexto ponto, diz que leu mto sobre o assunto e não leu nada sobre deuses nascidos a 25 de dezembro? O nome Mitra diz-lhe alguma coisa?
O culto do Sol Invictus? também não, procure sobre estes dois assuntos e deixe pra lá os livros onde leu, pois são incompletos sobre a matéria.

7º ponto. respeito a liberdade de expressão. fundamento base da democracia.
E respeitar as opiniões que classifica de idiotas, por mais pobres que elas sejam, não é respeitar.

8º ponto. qto aos manuscritos e aos apocrifos, tem razão, não vem lá taxativamente que jesus e maria madalena, eram um casal.
Mas tal como eu não encontro lá isso, consigo perceber, que se possa interpretar algo assim.
os textos não são literais nem taxativos e deixam a porta aberta para a interpretação. ou não concorda comigo?

9º a verdade não corria assim tão depressa, não havia a aldeia global.
ficaria espantada com a quantidade de pessoas no mundo que não conhecem cristo. nem nunca ouviram falar.
mas que sabem o que é a coca-cola ou quem foram os beatles.

feitos os reparos, e perdoe-me a ousadia, despeço-me e por favor, qq coisa a dizer, pergunte-me ou ponha em causa que responderei com todo o gosto.

Afixado por joão pedro silveira em 16 de outubro de 2004, às 04:08

Olá Helena outra vez.
quanto ao seu comentário de 13 de outubro.
Em que cita o que o vasco diz.
talvez não seja de mais, explicar ao senhor vasco, porque Jesus não era pagão.

Primeiro. donde vem o termo pagão?

vem do latim, significava "do campo". no latim da época, os pagãos, eram os habitantes do campo a volta da urbe (cidade) que era Roma.

Roma Caput Mundi, já diziam os antigos. Mas por mais farol que fosse da humanidade e do mundo romano, nem tudo o que vingava em Roma, vingava automáticamente fora da capital imperial.
O Cristianismo, foi uma dessas coisas.
Os habitantes dos campos (pagãos), não queriam aderir a nova religião, e mantinham-se fiéis ao seu velho culto.
Foi esta resistência em aderir ao cristianismo que imperava nos citadinos, que com o correr do tempo, esta continuação do culto de deuses (que hoje em dia, na nossa língua são considerados pagãos) que levou o termo pagão a deixar de significar pessoa do campo e a significar o que hoje ela significa.

Após esta introdução, referindo-me ao que o vasco afirmou "Jesus era pagão".
Mas pagão em relação a que? a lei de moisés? ao judaismo?
talvez se refira ao culto do sagrado feminino, ou ao taoismo ou ao budismo, hinduismo, raelismo, IURD, ao culto imbecil do Código de Da Vinci?
Ele era pagão em relação a que?
Como é que se enche a boca toda para proferir o que se proferiu, iniciando a sua argumentação, na afirmação de que Jesus era pagão?

Não sendo católico. e como tal fique aqui vincado, que não estou aqui para defender a Helena, o Bernardo e outras pessoas que tem o bom senso de pensar e questionar o que lêem, e na minha opinião, Jesus não quis em nenhuma altura quebrar a lei de Moisés.
Jesus foi um judeu respeitador da lei, e nos evangelhos encontram-se inumeros exemplos.´
Se a lei de Moisés foi desrespeitada, não foi por causa de Jesus que isso aconteceu.

Se o guardar o Sábado, passou para o Domingo; se o não fazer imagens, se transformou em altares cheios de santos e santinhas; se os cristãos não são circuncisados; se os cristãos comem carne de porco.. não foi por causa de Jesus, meu amigo.
Foi por causa dos que o seguiram, numa tentativa de universalizar o cristianismo e leva-lo aos gentios.
E nisso, na minha opinião ( e sublinho na minha opinião), o mérito é de São Paulo, São Pedro e os doutores da Igreja, que se seguiram.

Isto que acabei de escrever, é sem sombra de dúvidas, uma discordância total com o que o Bernardo, a Helena e outros acreditam.
E eles sabem isso.

Mas isso não me impede, de concordar com eles, no tema que aqui é chamado a liça.
O Priorado de Sião e o livro que Dan Brown escreveu e ressuscitou este mito.
O Priorado é uma fraude. O bernardo e muitos neste mundo tem o mérito de o demonstrar.
Mas qq um é livre de procurar e encontrará sem dificuldade nenhuma a verdade, porque ela salta aos olhos! pior cego é aquele que não quer ver.

E qto ao livro para rematar...
já o li, é verdade que prende a atenção, e que está construido de uma forma, que cativa quem o lê.
Mas se em termos históricos, está cheio de erros, em termos de teorias roça o non-sense...
E em termos puramente narrativos, como policial, classificaria como interessante, q.b.
O autor tem os seus méritos, mas nunca há de chegar a um pullitzer ou ao nobel.
Não ouso dizer que escrevo melhor que ele, mas conheço tantos ...

no fim deixo-vos uma frase do novo testamento para reflectirem....

(E corrijam-me se estiver imprecisa. pq a escrevo de memória e não textualmente)

"Felizes aqueles que acreditam, mas não viram"

acrescento meu- tristes aqueles que tem tudo escancarado e mesmo assim não conseguem ver.

boas noites, que se faz tarde!
Abraço para todos!

Afixado por joão pedro silveira em 16 de outubro de 2004, às 04:44

uma nota final.

A todos que acreditam no que leem no livro de Dan Brown.

O graal existe e não é a descendência de cristo.
O graal está numa gruta, defendida por um coelhinho branco assassino.
Os cavaleiros do Nim (Nem não nem sim), serão uns entre outros obstaculos que terão que enfrentar, para encontrar o Graal.
Mas cuidado com o final.
O coelhinho é danado pra brincadeira e eu já o vi atirar-se a garganta e fazer esvair-se em sangue uns cavaleiros marmanjos de armadura branca.

Escrevi acima que as teorias em que assenta o livro de Dan Brown, são non-sense.
São sim senhora... Mas ao menos podiam ter a piada dos Monthy Python...

Que esses muito provavelmente encenariam um novo código de da Vinci, muito mais mirabolante e que por certo poderia, esse sim, enquadrar na minha definição de "obra".

Já agora para terminar, e já que estou numa fase non-sense.... Acho que a figura a direita, de cristo, no quadro de Da Vinci, não é mais nem menos que o Bryan, da vida de Bryan (por favor não confundam o Bryan Adams).

Espero que o Bernardo não censure esta minha opinião, que é tão válida e tão lógica, como as que defendem que no quadro, esta Maria Madalena.

E agora vou mesmo dormir.
Um abraço para si Bernardo e um abraço para todos os outros.

Afixado por joão pedro silveira em 16 de outubro de 2004, às 05:00


Caro João Pedro
Ao contrário do que pensa, não estou nada em desacordo consigo.
Pode haver umas nuances de opinião em que não comunguemos totalmente, mas isso é normal.
Quanto ao termo pagão e ao mérito de S. Paulo e S.Pedro na difusão do Cristianismo, estou totalmente de acordo consigo.
Um abraço para todos
Helena

Afixado por Helena em 18 de outubro de 2004, às 15:30

parece-me k o bernardo esta a cair no ridiculo com tanta devocão. Dan brown simplesmente escreveu um livro k prende a atenção do leitor, nada de anormal no assunto so acredita quem quer

Afixado por titi em 20 de outubro de 2004, às 12:43

"parece-me k o bernardo esta a cair no ridiculo com tanta devocão. Dan brown simplesmente escreveu um livro k prende a atenção do leitor, nada de anormal no assunto so acredita quem quer"

Parece-me é que a "titi" está a cair no ridículo por comentar um assunto que, pelos vistos, ainda não conhece bem.

Repare: não tem que concordar comigo.
Agora, não me parece de bom tom afirmar que eu estou a "cair no ridículo", até porque há muita gente que leva este romance a sério, e que acredita na veracidade das "teorias" que ele veicula. Eu escrevo com a preocupação por estas pessoas. Se a "titi" não é uma destas pessoas, então óptimo para si, e as minhas palavras são-lhe desnecessárias.

Mas não julgue que todos são como você.
Há muita gente a ser enganada por este romance, e tenho tido muitas pessoas a agradecerem-me porque eu as ajudei a esclarecer mal-entendidos provenientes do livro de Dan Brown.

O que eu estou a fazer é, de uma forma desinteressada, ajudar a esclarecer a verdade. Há quem dê valor a isso, e quem não dê.

Se não lhe servem as minhas informações, então não as use! Agora, não venha dizer que eu estou a "cair no ridículo", porque faz você uma figura ridícula.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 20 de outubro de 2004, às 18:36

Caro João Pedro,

"Acho que a figura a direita, de cristo, no quadro de Da Vinci, não é mais nem menos que o Bryan, da vida de Bryan (por favor não confundam o Bryan Adams)."

Discordo! ;)
Eu acho que a figura à direita de Cristo é o Stan, que a dada altura quis passar a ser Loretta, lembras-te?
Até porque está inserida na temática da nova interpretação do Graal:
"-But you don't have a womb!"

Um abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 20 de outubro de 2004, às 18:39

Caro Bernardo
Longe de mim querer ofendê.lo ao dizer que está a caír no ridículo, simplesmente li o livro, achei interessante e despertou alguma curiosidade.Apenas sou da opinião de que trata deste livro como se fosse o seu inimigo pessoal, é agressivo e foi agressivo ao responder ao meu comentário. Repare: é "só" um comentário. Não ha razão para tanta agressividade uma vez que a igreja não vai desmoronar porque um tal Sr. Dan Brown se lembrou a escrever um ivro que no fundo é só um romance policial de leitura fácil. Não leve este assunto tão a peito, porque quanto mais o tenta defender mais pessoas haverá a contrariá-lo
Ah, já me esquecia,não acreditei...

Afixado por titi em 21 de outubro de 2004, às 15:36

"Caro Bernardo
Longe de mim querer ofendê.lo ao dizer que está a caír no ridículo"

Ok.
Desculpe-me, mas foi o que pareceu.
E eu reagi de acordo com a ideia que me ficou do seu comentário. Se exagerei, as minhas desculpas. É que os ataques são tantos, e por vezes tão agressivos, que se cria uma frieza natural contra ataques.

"Apenas sou da opinião de que trata deste livro como se fosse o seu inimigo pessoal, é agressivo e foi agressivo ao responder ao meu comentário."

Cara "titi", tente perceber-me.
"Calhou" eu ter-me cruzado com o livro de Lincoln, Baigent e Leigh nos anos 90, livro esse do qual Dan Brown pilhou grande parte das "teorias" do romance.

"Calhou" eu ter-me interessado pelo assunto ao ponto de reunir um importante grupo de documentação que demonstra que o "mistério" de Rennes-le-Château e a questão do Priorado são dois mega-embustes.

Acontece que eu adoro estes temas. E diverte-me imenso desmontar as tretas que os mass media gostam de veicular.

Dan Brown divertiu-se a vender e a ganhar dinheiro enganando leitores.
Eu divirto-me a desmascarar os seus disparates, e a mostrar isto a tudo e todos.

Se me divirto, qual é o seu problema?
Sim, tenho uma antipatia enorme por preconceitos, sobretudo pelo preconceito anti-católico, cuja origem está na ignorância.

Eu podia escrever um site inteiro com crimes cometidos por pessoas da Igreja Católica. Sim, também os há! Mas, graças a Deus, já há muita gente honesta a desmascarar os crimes cometidos por católicos.

Numa época histórica de enorme furor anti-católico, em que as massas deliram com teorias de "segredos no Vaticano", eu acho muito mais estimulante, intelectualmente, debruçar-me sobre os embustes anti-católicos, que neste momento já estão a provocar bem mais mossas nos intelectos das gentes que todos os crimes cometidos por católicos.

Está na moda ser anti-católico.
Eu, como sou pouco dado a modas, gosto de ir contra a corrente.

"Repare: é "só" um comentário. Não ha razão para tanta agressividade uma vez que a igreja não vai desmoronar porque um tal Sr. Dan Brown se lembrou a escrever um ivro que no fundo é só um romance policial de leitura fácil."

Oh, minha cara... Não seja ingénua!
Acha que a Igreja Católica dura para sempre? Não acha que há danos, e graves, na mente de milhões de pessoas com a leitura deste romance mal-intencionado?
"A caneta é mais poderosa que a espada"!

As guerras, noutros tempos, foram sobretudo físicas.
Hoje em dia, as guerras são cada vez mais intelectuais. São baseadas na ignorância das massas e propagam-se como fogo em palha!

"Não leve este assunto tão a peito, porque quanto mais o tenta defender mais pessoas haverá a contrariá-lo"

Ninguém me contraria.
Mesmo que toda a gente odiasse o meu trabalho (que não é o caso), acha que eu desistiria por tão pouco?

Isto, para mim, é uma cruzada pela Verdade.
Eu sei o que sei, por muito pouco que isso seja, e não me calarei enquanto não o disser ao maior número de pessoas. A Internet é o meio ideal para propagar o que sei a um leque grande de pessoas.

E quem quiser aproveitar, que aproveite.
Quem não, então que passe bem, sem ressentimentos.

Cumprimentos

PS: Da próxima vez, se quiser evitar ofensas, não use insultos. A palavra "ridículo" é forte.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de outubro de 2004, às 15:51

Ooops...
Em bom rigor, se não gosto de ser ofendido, não devo ofender.
Estive a reler a minha mensagem...
Por favor, esqueça isto:
"Não seja ingénua!"

As minhas desculpas.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de outubro de 2004, às 16:03

Caríssimo Bernardo
Já me apercebi que não é uma pessoa fácil de lidar, e que consegui mais uma vez irritá-lo, peço desculpa, mas continua agressivo nas respostas e a meu ver a maior parte das pessoas não gosta de ser recebido com agressividade, pensei que fosse compreensivo e que está aí para esclarecer, pelos vistos enganei-me a seu respeito

Afixado por titi em 21 de outubro de 2004, às 17:38

Caríssimo Bernardo
Já me apercebi que não é uma pessoa fácil de lidar, e que consegui mais uma vez irritá-lo, peço desculpa, mas continua agressivo nas respostas e a meu ver a maior parte das pessoas não gosta de ser recebido com agressividade, pensei que fosse compreensivo e que está aí para esclarecer, pelos vistos enganei-me a seu respeito

Afixado por titi em 21 de outubro de 2004, às 17:39

Titi,

Sou uma pessoa facílima de lidar, mas lixada de insultar. Não gosto de ser insultado. Quem gosta?

Escrevo muitas vezes por impulso, e por isso, ao reler as mensagens, detecto por vezes coisas que me arrependo de ter escrevido. Por isso, com o meu último comentário, pedi-lhe desculpa pelo erro.

A minha última mensagem não continha agressividade. Removendo aquela questão do "ingénua", que eu admito que foi incorrecta, leia lá outra vez, e veja se não pode ser lido sem agressividade...

Tentemos ficar pelos factos, porque este tipo de temas são sempre fáceis de gerar animosidades. Sinceramente, tenho que admitir que muitas vezes descarrego com algum excesso numa só pessoa revoltas que foram acumuladas por insultos de outras. Vou evitar isso.

Entenda que tenho a caixa de correio cheia de insultos. Começo a ficar farto. E as minhas reacções, hoje em dia, começam a tornar-se ácidas. É difícil conter isso.

Paz?

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de outubro de 2004, às 17:46

Caro Bernardo,
So por curiosidade... leu o livro?

Afixado por titi em 21 de outubro de 2004, às 17:49

Hmmm...

Estamos online ao mesmo tempo!
Sim, li o livro.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de outubro de 2004, às 17:50

Caro Bernardo
Comprou o livro?

Afixado por titi em 21 de outubro de 2004, às 17:52

Ahhhh!
Agora apanhou-me! ;)
Para os meus padrões, isso seria descer baixo demais... Dar dinheiro ao Dan Cake? Nem pensar.

Pedi emprestado!

Mas olhe que comprei o livro de Lynn Picknett e Clive Prince, o livro de Simon Cox, o livro de Margaret Starbird, e todas as obras do género que estão agora a ser traduzidas para português à conta do "Código Da Vinci".

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de outubro de 2004, às 17:55

Caro Bernardo,
Este foi o primeiro livro que li no género, não o comprei, foi oferta, mas gostei ... apesar de não acreditar nas teorias de Dan Brown fiquei curiosa a respeito e fui procurar... até que o encontrei a si. Li o seu trabalho sobre o Rennés le chateau,
e fiquei mais ou menos esclarecida, quando me perguntaram a minha opinião simplesmente respondi
" um bom livro baseado numa grande mentira"
Paz?!

Afixado por titi em 21 de outubro de 2004, às 18:03

"um bom livro baseado numa grande mentira"

OK, menos mal ;)

"Paz?!"

Sim, por mim, este tipo de discussões não levam a lado nenhum. Gostos não se discutem. Se há pessoas que, apesar da grande mentira, gostam do livro, porque é que eu hei-de discutir isso?

Só peço que aceitem que podem existir pessoas que detestaram o livro. Eu detestei o livro. Mas talvez precisamente porque já tinha lido a mesma grande mentira vendida por outros, e portanto, já estava susceptível a ser irritado.

Há mais uma coisa em que tem que me dar o benefício da dúvida. Se reparar, eu comecei pelo mistério de Rennes-le-Château há quase uma década, tema que eu já conhecia bem quando chegou o livro de Dan Brown. Ao ler o romance de Dan Brown, eu detectei muito "tangas" e vigarices do que o leitor normal.

Não é por nada, nem por uma especial faculdade minha, é só porque já estou bem acostumado a esta grande mentira e conheço-a como a um velho amigo/inimigo. O leitor normal, se calhar, só discorda de alguns traços gerais da "teoria" veiculada no romance. Eu, pelo contrário, ao ler o "Código Da Vinci", tropecei em "déjà vus" practicamente em todos os parágrafos.
Por isso detestei o livro.
Pela lata de Dan Brown, que o leitor não acostumado a este tema não detecta, e pelas coisas que ele omite constantemente.
Sabia que a palavra "Rennes-le-Château" não surge nem uma vez no romance?

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 21 de outubro de 2004, às 18:13

Caro Bernardo,
Quer com isto dizer que não me recomenda qualquer um dos livros mencionados? Despertou mais uma vez a minha curiosidade, vale a pena perder o meu tempo lendo este tipo de livro ou não?
de momento estou ler Ana Karenina de leo Tolstoy , como vê não tem nada a ver.
Por acaso reparei que o Rennes le Chateau não fora mencionado no "codigo da Vinci" apenas o descobri porque fui procurar o priorado do siao e mais uma vez lá estava você. Cumprimentos

Afixado por titi em 21 de outubro de 2004, às 18:47

Olá Bernardo,

Peço desculpas, mas tens razão. erro meu.
Mas desde que a Loretta passou a homem, que eu lhe perdi o rasto...
Aliás não era má ideia ela voltar para casa da mãe....

Abraço..

Afixado por joão pedro silveira em 21 de outubro de 2004, às 19:24

Olá Helena!
Eu não te escrevi por discordar contigo.
foi apenas para corrigir algumas imperfeições, que segundo o meu conhecimento, não eram como tinhas dito... a morte de constantino, etc.

Qto as tuas afirmações não discordei, reeferi-me apensas ao metodo... nada mais do que isso.
mas é bom saber que partilhamos as opiniões.

obrigado pela mensagem.

Afixado por joão pedro silveira em 21 de outubro de 2004, às 19:39

Caros Amigos internautas:

Sou católico praticante e estou lendo o livro de Dan Brown. Não há como não se falar que o livro não é interessante e muito instigante: realmente o é. Livros como este nos levam a pensar mais profundamente em todos os pontos contoversos na fé católica.
Mas não passa daí. A existência de Jesus Cristo e sua divindade é facilmente comprovada. Basta procurar. Já foi comprovado cientificamente, por meio de análises bacteriológicas e de carbono, que o Santo Sudário, que revestiu o corpo de Cristo após sua morte, tem mais de 2000 anos. Há mais ou menos um ano foi descoberto um artefato de pedra pertencente a um dos apóstolos de Jesus, se não me engano Tiago, no qual se lia "Tiago, irmão de Jesus"... Não se enganem. Não quer dizer irmão biológico. Na língua aramaica, falada na época de Cristo, não existia uma palavra que descrevesse primo ou parente próximo. Usava-se então a expressão "irmão". A idéia de Jesus ter se casado com Maria Madalena é ridícula e totalmente desprovida de fato e prova histórica, que é o que os agnósticos e ateus tanto prezam.
O livro foi somente uma compilação de várias teorias diferentes e instigantes, que aguçam o imaginário humano, com o simples propósito de vender livros, o que o escritor Dan Brown não tinha conseguido com livros anteriores, que não tratavam de assuntos assim tão polêmicos. Mas a leitura vale como entreterimento.

Afixado por Davi em 22 de outubro de 2004, às 14:32

Caro Davi,

Concordo com o geral da tua mensagem. Mas eu gostaria de fazer uma pequena ressalva, relativa ao Sudário de Turim.

O carácter genuíno do Sudário é altamente contestável. A datação por Carbono 14, altamente útil para datações de grandes escalas temporais, tem uma precisão muito baixa para escalas de tempo de um ou dois milénios. Ou seja, a datação por Carbono 14 é imprecisa para uma peça como o Sudário.

Que eu tenha conhecimento, nada comprova a veracidade do Sudário de Turim como a mortalha em que Jesus foi envolvido após a sua morte.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 22 de outubro de 2004, às 14:44

Boa tarde a todos;

Concordo perfeitamente com o Eng Motta em relação ao já referido Sudárrio.

Existe inclusivamente a teoria(mais uma), de que o Sudário terá sido forjado plo próprio Leonardo da Vinci, teoria esta fudamentada com os já referidos testes de Carbono 14, datando o Santo Sudário cmo tendo surgido em finais do sec XIV, inicios de sec.XV,(por alturas d Renascimento) embora tb m pareça mais uma daquelas enormes teorias fáceis, chamemos lhe assim.

È so mm p fazer notar q nc foi realmente provado q o Santo Sudário tenha de facto envovido o corpo ensaguentado e inerte de Cristo.

Melhores Cumprimentos

Afixado por sauniere em 22 de outubro de 2004, às 15:19

David,
Tal como Bernardo e o Sauniere, discordo da sua opinião relativamente ao santo sudário de Turim.
Todo indica que o Santo sudário, seja uma fraude fabricada nos fins do século XIV, ou inicios do século XV.
Como diz o Sauniere e eu também já li e vi em documentários, há teorias, que afirmam ser uma imagem criada por Leonardo da Vinci, segundo um processo fotográfico criado por ele.
Leonardo, como em tantas outras áreas, seria capaz de inventar algo assim; mas não há nada que prove isso. Apenas teorias.
Quanto a postura da Igreja, sobre o sudário. Talvez, devido a ausência dos meios que existem hoje em dia, a Igreja no tempo da sua descoberta, tenha tentado validar a história.
Mas nunca, a assumiu oficialmente como a mortalha que embrulhou o corpo de cristo.
E tem hoje em dia, uma postura, céptica sobre a matéria.

Quanto ao uso da palavra irmão. Sendo cristão, e neste caso católico, o Davi, já deve ter lido a Biblia.
E como sabe, na Biblia refere-se tanto no antigo como novo testamento, a existências de primos e outro tipos de parentescos.
Jesus tinha primos, é só ler a Biblia.

Talvez Tiago fosse mesmo irmão de Jesus, talvez não~. Não se pode por de lado o uso da palvra "irmão" como amigo próximo, companheiro, etc.
Isso acontece ainda hoje em dia, nas mais diversas línguas.

Mas aparecer lá irmão, e poder não significar, que seja irmão, não quer dizer, que não seja.
Há irmãos e primos e tias e pais e mães na Biblia.
E quem traduziu a bilbia teve sempre o cuidado de dizer isso mesmo (na minha opinião).

Mas tal como disse, a biblia não é um texto linear, que se deva ler e interpretar linearmente.
Esta sujeito a ser interpretado, daí a subjectividade, que tanto crentes como não crentes, são livres de interpretar.

Afixado por João Pedro Silveira em 23 de outubro de 2004, às 17:11

Gostaria de dizer que li o livro e gostei muito do romance. Óutro dia li um outro livro, o qual muitos dizem inspirado, e olha só o que achei:

"Então Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel; e disse na presença dos israelitas:

Sol, detém-te em Gibeão, e tu, lua, no vale de Aijalom.

E o Sol se deteve, e a lua parou até que o povo se vingou de seus inimigos.

Não está isto escrito no Livro dos Justos? O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro."
Livro de Josué, capítulo 10, vers. 12 e 13

Para qualquer pessoa um pouquinho instruída, vale notar que alguma coisa neste trecho soa mal. Poderíamos perguntar: Como um livro divinamente inspirado pode afirmar, grotescamente, que o sol ficou "detido", ou parado no céu? Se fosse assim, por que o livro não afirma que a terra, e não o sol, é que ficou parado? Agora, no que é mais logico acreditar: num romance escrito com meias verdades, ou num livro com verdades "divinamente inspiradas"? Prefiro crer em romances...

Afixado por sou cético! em 25 de outubro de 2004, às 03:14

A igreja católica é a maior mentira imposta à
humanidade. O sagrado feminino como fonte de vida e da fertilidade vai voltar a ocupar o seu lugar de primazia.

Afixado por Anonymous em 25 de outubro de 2004, às 13:17

"A igreja católica é a maior mentira imposta à
humanidade. O sagrado feminino como fonte de vida e da fertilidade vai voltar a ocupar o seu lugar de primazia."

Sim!
Sem dúvida!
E a líder deste novo culto do sagrado feminino será a Marquesa de Carabás (travesti do Marquês de Carabás)!

E não me venham dizer que o/a Marquês/Marquesa de Carabás não existe, porque até o Gato das Botas testemunhou que trabalhava para ele.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 25 de outubro de 2004, às 13:20

Eu acredito em Deus, não acredito em religiões. A desinformação a que estamos votados faz com que eu deixe de acreditar. Passei a minha infância a acreditar na igreja católica até ter idade suficiente para compreender o passado. Quanto ao livro "Código da Vinci", não é melhor porque é mentira. Também ele é a busca do lucro, do poder, da fama. O Priorado de Sião nunca existiu tal como é descrito no livro. E sinceramente, admiro-me como alguém que não é crente possa usar o nome de um padre corrupto do século XIX (o famoso Sauniere). Interessante

Afixado por Zuja em 25 de outubro de 2004, às 18:40

Eu quase que podia jurar, que entre estes doutos defensores do sagrado feminino, existem machistas que em casa, nem um prato tiram da mesa....

Informem-se antes de atirarem tiros para o ar!!
Ainda acertam na Grande Deusa e depois eu quero ver como é!

Afixado por joão pedro silveira em 25 de outubro de 2004, às 19:03

ola, vcs estão dizendo muitas besteiras de coisas que não sabem. Queria apenas dizer que os ditos, "fatos" descritos por D. Brown tem um fundo de verdade sim, porém como sabemos não devemos levar tudo ao "pé da letra", é claro que é um romace tipo água com açucar mais não deixa de fazer com que as pessoas procure saber e ler mais sobre os fundamentos do cristianismo e isso é salutar para nossa fé.
fraternal abraço

Afixado por Demolay em 25 de outubro de 2004, às 21:47

Caro Zuja,

"A desinformação a que estamos votados faz com que eu deixe de acreditar. Passei a minha infância a acreditar na igreja católica até ter idade suficiente para compreender o passado."

O que é que o faz pensar que a sua falta de fé na Igreja Católica não tenha origem, também ela, num processo de desinformação do qual você teria sido vítima? Já que você diz que vivemos rodeados de desinformação?

Não o conheço.
Não estou a insinuar nada.
Apenas considero que essa hipótese é também válida, e queria saber se você a considerou também.

Cumprimentos

PS: Eu também acho que vivemos rodeados de desinformação. E neste momento, muita dessa desinformação é anti-católica.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 25 de outubro de 2004, às 23:21

Viva pessoal! Eis que penso acerca do P. de Sião: Organização movimentada por alguém aue tem o simples objectivo de proteger o Santo G. Verdade? Mentira? Quem somos nós comuns mortais pra por ou dispor de algo que supostamente foi designado por uma entidade divina? Deus não estara assim tão distante quanto nos pensamos. se realmente Ele existir, tentou legar a Sua obra a alguém que desse prosseguimento. Miriam de Magdala terá sido por ventura a escolhida. E o que dizem os Pergaminhos do Mar Morto? Possivelmente abafados por Católicos no Vaticano que temem que a Igreja como eles a conceberam se desvaneça em nada. É difícil, mas a verdade está lá fora, com ou sem Priorado. E muitos padres (perdoem-me!) se sustentam à conta de certas mentiras~. Foi o negócio da China pra um dos países mais pequenos do Mundo, mas por sinal um dos mais ricos, tudo assente num patriarcado exacerbado... Manifesto a minha parcial discórdia. Lembrem-se, a verdade está lá fora...

Afixado por Valium Pill em 25 de outubro de 2004, às 23:33

The truth is out there!

Afixado por Valium Pill em 25 de outubro de 2004, às 23:35

Caro Bernardo,

incomoda-me que uma religião, seja ela a Católica Romana ou o culto da deusa, tente impor a sua visão sobre o que é "a Verdade". As religiões são feitas por homens. Eu simplesmente recuso-me a deixar que uma outra pessoa, tão humana quanto eu, se interponha entre mim e Deus

Afixado por Zuja em 26 de outubro de 2004, às 10:02

Olá a todos!

Já que veio à colação a referência a Tiago, irmão de Jesus, permitam-me também dar a minha opinião sobre o assunto.
Num dos Livros Apócrifos, o próprio Jesus conta a história de seu pai José. Nela, diz a certa altura, que na hora da agonia de seu pai, Jesus mandou chamar os seus filhos (de José): Simão, José, Judas, Tiago, Lídia e Lísia.
Por outro lado, onde se conta a história de Maria, diz o autor, em certo momento, que José era viúvo e tinha seis filhos: Simão, Judas, José, Tiago, Lídia e Lísia. José recebeu Maria em sua casa e quando Jesus nasceu, era Tiago um menino de seis anos e Maria o recebeu e o tratou como seu filho.
Ora, daqui se pode depreender que os chamados irmãos de Jesus, por serem filhos de José, seriam de facto meios-irmãos Dele.
Toda a gente é unânime em aceitar que os meios- irmãos são tratados como irmãos e, mesmo que nem meios-irmãos cheguem a ser (como acontece em muitos casos - por não serem filhos de nenhum dos cônjuges)), pelo facto de serem criados, educados e mimados como filhos, em coabitação (de cama, mesa e roupa lavada!), faz deles filhos e irmãos da família que os acolheu e ninguém põe isso em causa.
Um abraço a todos
Helena

Afixado por Helena em 26 de outubro de 2004, às 17:31

Helena, permita-me louvar a sua esclarecida opinião e mostrar-me completamente de acordo consigo!
Há interesses por trás disto td? Há!
Há dinheiro e muito, envolvido nisto td? Há!
Quantos e quantos se sustentam à pala de donativos oferecidos a um Deus que dá sem pedir nd em troca?
Pior ainda qd misturam poder político e económico com interesses afectos à religião...

Afixado por Valium Pill em 26 de outubro de 2004, às 21:39

Caro Valium Pill (que nome esquisito!)

Provavelmente, eu não me fiz entender muito bem; o texto a que alude foi escrito à pressa e é possível que se torne um pouco ambíguo.
Em suma, o que eu quis mostrar foi da inutilidade de nos debruçarmos sobre mais uma polémica: se Jesus tinha ou não irmãos.
Os Evangelhos falam realmente dos irmãos de Jesus (por aqui se vê que a Igreja não escamoteia as verdades: se assim fosse, teria retirado esta parte dos Evangelhos).
Mas os irmãos de Jesus são os filhos de José que com Ele viveram e foram criados, etc., etc., tal como expus acima.
Um abraço
Helena

Afixado por Helena em 27 de outubro de 2004, às 12:11

É assim, eu ainda nao xeguei ao fim do livro.
Mas antes mesmo de o ler, tinha uma ideia sobre Deus que continu-o a te-la.
Desde os tempos mais remotos que o Homem encontra em Deus uma explicação pra os actos que nós humanos nao conseguimos explicar. Já muitas "eras" antes da nossa os trovões eram um castigo de Deus, facto que hoje está explicado e comprovado.
O que eu p+onho em questão é a existência de Deus, se xega a existir, porquê o nosso e nao o Deus islamista? Se é o mesmo para as religiões com um só Deus, porque as relegiões politaistas estam erradas? Porque nao existem vários Deuses em vez de apenas um? Se Deus existe e criou a mulher a partir do homem, porque nao têm os homens a capacidade de dar um ser a luz?
Enfim, nao posso acreditar que algo existe se nao tenho nem uma provra concreta, nem mesmo sei se a biblia é um romance, tal como foi dito do código de Da Vinci de Dave Brow, ou se é apenas uma compilação de livros humanos. Se é um texto divino, porque dar a tarefa a um Homem de fazer com que todos os outros acreditem nele? Porque acreditar que a Igreja católica recebe a dizima dos ordenados dos cristãos, qd só o ouro existente no Vaticano xegaria para alimentar os milhões de criancas e seres-humanos que diáriamente morrem a fome? Se axam que todos somos filhos de Deus, e o que Jesus incentivou foi a repartirmos, porque nao repartem os "mensageiros de Deus na Terra" (papa, sacerdotes e o clero em geral) a sua riqueza com os milhões que morrem a fome, vitimas de doencas que necessitam de apoio monetário para a sua sobrevivencia, etc, etc?
Bem um abraco a todos vcs []

Afixado por Ricardo em 27 de outubro de 2004, às 12:51

"Caro Bernardo,

incomoda-me que uma religião, seja ela a Católica Romana ou o culto da deusa, tente impor a sua visão sobre o que é "a Verdade". As religiões são feitas por homens. Eu simplesmente recuso-me a deixar que uma outra pessoa, tão humana quanto eu, se interponha entre mim e Deus "

Exacto, mas então responde-me só a uma questão.
O que foi que a igreja católico tem feito nestes ultimos 2000 anos? Nao se tem imposto perante todos? Nao tem dado o seu ponto de vista? Nao sobrepuseram os reis perante eles? Nao se axaram nunca superiores aos muculmanos? Poque iriam combater os muculmanos se estes também têm a sua religiao, o seu Deus, enfim, o seu ponto de vista? Porque o deles tava errado? Porque teriam eles de estarem errados e nao os católicos? Poque se fala sempre da rivalidade crista-muculmana e nunca com a religiao hindu ou budista? Pelo numero de apoiantes? Enfim, se a religiao católica é a única verdadeira e Divina, qual a diferenca da muculmana, hindu e budista? Isto nao faria de todas elas relegioes falsas? Porque a "ira" dos cristaos sobre os muculmanos e nao sobre todos os outros?
Abraco []

Afixado por Ricardo em 27 de outubro de 2004, às 12:58

Ricardo,

lamento dizer-te isto mas acho que estás um pouco confuso. Ou isso ou então é o teu comentário que é confuso. Não existem vários deuses. O Deus muçulmano e o Deus cristão são o mesmo. O que existem são vários "caminhos" para seguir a sua vontade. É aí que reside o problema.
Para além disso, a rivalidade não existe apenas entre a religião muçulmana e a catolica romana. existe entre todas as religiões porque para uma religião se definir como tal, tem de defender a sua verdade. Daí que, se uma religião é detentora da Verdade, total e una, todas as outras ou defendem "verdades parciais", eufemismo para mentira. O que leva à intolerancia, ódio e desrespeito pelas ideias do próximo.

Afixado por Anonymous em 27 de outubro de 2004, às 17:17

Ricardo,

lamento dizer-te isto mas acho que estás um pouco confuso. Ou isso ou então é o teu comentário que é confuso. Não existem vários deuses. O Deus muçulmano e o Deus cristão são o mesmo. O que existem são vários "caminhos" para seguir a sua vontade. É aí que reside o problema.
Para além disso, a rivalidade não existe apenas entre a religião muçulmana e a catolica romana. existe entre todas as religiões porque para uma religião se definir como tal, tem de defender a sua verdade. Daí que, se uma religião é detentora da Verdade, total e una, todas as outras ou defendem "verdades parciais", eufemismo para mentira. O que leva à intolerancia, ódio e desrespeito pelas ideias do próximo.

Afixado por Zuja em 27 de outubro de 2004, às 17:17

Ricardo,

lamento dizer-te isto mas acho que estás um pouco confuso. Ou isso ou então é o teu comentário que é confuso. Não existem vários deuses. O Deus muçulmano e o Deus cristão são o mesmo. O que existem são vários "caminhos" para seguir a sua vontade. É aí que reside o problema.
Para além disso, a rivalidade não existe apenas entre a religião muçulmana e a catolica romana. existe entre todas as religiões porque para uma religião se definir como tal, tem de defender a sua verdade. Daí que, se uma religião é detentora da Verdade, total e una, todas as outras ou defendem "verdades parciais", eufemismo para mentira. O que leva à intolerancia, ódio e desrespeito pelas ideias do próximo.

Afixado por Zuja em 27 de outubro de 2004, às 17:18

Ricardo,

lamento dizer-te isto mas acho que estás um pouco confuso. Ou isso ou então é o teu comentário que é confuso. Não existem vários deuses. O Deus muçulmano e o Deus cristão são o mesmo. O que existem são vários "caminhos" para seguir a sua vontade. É aí que reside o problema.
Para além disso, a rivalidade não existe apenas entre a religião muçulmana e a catolica romana. existe entre todas as religiões porque para uma religião se definir como tal, tem de defender a sua verdade. Daí que, se uma religião é detentora da Verdade, total e una, todas as outras defendem "verdades parciais", eufemismo para mentira. O que leva à intolerancia, ódio e desrespeito pelas ideias do próximo.

Afixado por Zuja em 27 de outubro de 2004, às 17:20

Bernardo,

importa-se de esclarecer o que entende por "bruxa"? Não quero incomodá-lo mas li o seu trabalho, que achei muito interessante, e fiquei com curiosidade.

Afixado por Zuja em 27 de outubro de 2004, às 17:26

A resposta do/da Zuja é perfeita!
Assino por baixo...

Um abraço,

Bernardo

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 28 de outubro de 2004, às 10:23

Mas confuso porque, quando falei em vários deuses referiam-me principalmente aos Deuses gregos. Porque estariam eles errados e "nós" certos? Porque existe só um e não vários? No entanto nao mme respondes-te a várias perguntas . . .
Um abraco []

Afixado por Ricardo em 28 de outubro de 2004, às 11:52

Depois se puderes responde-me a todas as perguntas. Eu tive a reeler o texto e nao me parece confuso, estão lá todas as perguntas, bem difinidas. Só mais outra questão, na ultima ceia, á direita de Jesus, achas que aquilo é mesmo Maria ou um disciplo a parecer uma mulher? Não deveria de serem só homens ali? Como "vos" diz a igreja? Se é um homem, porque se ves-te á mulher? A igreja aprova isso?
Abraco [] a todos

Afixado por Ricardo em 28 de outubro de 2004, às 12:12

Caro Bernardo,

quero por este meio desejar -lhe os meus sinceros parabens

Afixado por Anonymous em 28 de outubro de 2004, às 12:35

"Enquanto as pessoas não se derem conta de que é lixo, eu não irei desistir de o tentar mostrar"
"Cumprimentos


Afixado por: Bernardo Sanchez da Motta em setembro 17, 2004 08:01 PM "

"De que provas existentes falas, meu caro? Consegues concretizar, ou és só mais um daqueles que quer aparecer, quer dizer alguma coisa, sem perceber NADA do assunto?"

Bem, eu nao posso concordar com voce Bernardo. Há tantas questoes aki que nao sao respondidas, responda a todas as que expos nos meus textos acima.
Já agora tenho outra que foi posta por outra pessoa que a escreveu aki. Quando a igreja criou a inquisicao, axas que estavam a divulgar a vontade de Deus? Porque proibiram certos livros? Deus nao deixou o homem duvidar? Se Deus quisesse proibirnos de algo (de livros no caso da inquisicao) porque nao proibir logo Judas do seu pensamento e da sua denuncia? Porque disse Jesus qd estava a morrer (como diz na biblia) "Perdoai-lhes Pai pois eles nao sabem o que fazem"? Porque nao os impediu logo? Axo que os vários pontos de vista sao bons, porque ao permitir duvidar-nos, permite-nos evoluir.
Num exemplo um pouco absurdo, como você pode pensar, se nenhum homem nunca duvidasse de onde vinham os trovoes, será que hoje ainda estavamos a pensar que eram um castigo de Deus? COmo disses-te ser muito instruido e eu nao duvido, deverás saber que os trovoes sao acontecimentos naturais.
Por isso ponho uma pergunta, será que é Deus que controla as coisas? Ou será a Natureza que as transforma e quando nao compreendemos alguma transformacao, refutamos para Deus essa ocorrência, apenas para nao parecermos incultos?
Nenhum homem poderá afirmar que nao sabe porque occorreu algo, porque isso seria frustrante para ele, por isso axa mais facil atribuir algo a Deus e permanecer assim como um fiel crente Nele.

Afixado por Ricardo em 28 de outubro de 2004, às 12:43

Caro Ricardo,

As minhas desculpas pelo atraso na resposta. As suas questões, como você sabe, são muito complexas, e precisariam de milhares de palavras para que se dessem respostas de jeito. Tentarei dizer mais ou menos sinteticamente o que penso sobre elas.

"O que foi que a igreja católico tem feito nestes ultimos 2000 anos?"

Tem feito muita coisa boa, como ajudar quem precisa, e defender, propagar e proteger a santa doutrina legada por Cristo. Também tem feito muita coisa má, usando esta missão sagrada para fins pouco recomendáveis, e para obter objectivos nada sagrados. Os defeitos da igreja não vêm do legado doutrinário de Cristo, mas sim dos defeitos inerentes à condição humana. As pessoas não costumam conseguir separar estas duas coisas, mas são bem diferentes: doutrina, prática. Esta segunda, muitas vezes, não é bem aplicada. Mas também, muitas vezes, ELA É BEM APLICADA, e ninguém reconhece isso. Vejo muita gente escrever sobre os crimes da igreja, e muito pouca gente escrever sobre as coisas boas e louváveis que faz a Igreja. Como poucos fazem este último trabalho de defender o que é bom, eu decidi-me a fazê-lo na medida das minhas capacidades. A cultura cristã é uma mais-valia cultural para a Europa e para o Mundo. Hoje em dia querem-nos convencer do contrário. Não contem comigo.

Concluindo, não me debruço sobre os crimes cometidos por católicos, porque já há muita gente a fazê-lo, e há quem o faça bem. Não quer dizer que eu negue esses crimes, ou que os queira desculpar ou ignorar.

"Nao se tem imposto perante todos?"

A Igreja oferece um caminho de Verdade. As pessoas podem, ou não, segui-lo. Abdicar da missão evangelizadora seria, em termos de doutrina cristã, como dar um tiro do pe. O próprio Jesus exortou a Igreja para que levasse a todo o Mundo a Boa Nova. Não deveria ser impor, mas sim divulgar. Infelizmente, todos sabemos que, nalguns feitios mais duros, e nalguns períodos mais negros da História, a proposta de Cristo era imposta, e não apresentada.

"Nao tem dado o seu ponto de vista?"

Deve poder dar sempre o seu ponto de vista.

"Nao sobrepuseram os reis perante eles?"

De acordo com o plano social da Igreja, a função sacerdotal é a mais elevada. Este conceito é estranho à pervertida mente moderna, mas basta olharmos para outras culturas antigas, para vermos que a função sacerdotal sempre foi considerada a mais elevada. Precisamente pelo seu carácter de desprendimento do material e do transitório, e pela sua dedicação à meditação e à oração.

"Nao se axaram nunca superiores aos muculmanos?
Poque iriam combater os muculmanos se estes também têm a sua religiao, o seu Deus, enfim, o seu ponto de vista? Porque o deles tava errado? Porque teriam eles de estarem errados e nao os católicos? Poque se fala sempre da rivalidade crista-muculmana e nunca com a religiao hindu ou budista? Pelo numero de apoiantes? Enfim, se a religiao católica é a única verdadeira e Divina, qual a diferenca da muculmana, hindu e budista? Isto nao faria de todas elas relegioes falsas? Porque a "ira" dos cristaos sobre os muculmanos e nao sobre todos os outros?"

Outro leitor respondeu-lhe muito melhor que eu a estas questões. Faço minhas as palavras dele.
Eis como vejo as coisas: as várias religiões são como os vidros multicoloridos de um vitral. a Luz Divina que os atravessa é toda a mesma, mas as cores projectadas no chão são todas diferentes. Diferentes caminhos para um mesmo Fim. A diferença é fundamental, porque as culturas são diferentes. Povos diferentes adequam-se melhor a religiões diferentes. Contudo, este tema é complexo, porque não podemos negar uma ambição universal (ou seja transcultural) ao cristianismo e ao islamismo, mas isso levar-nos-ia muito longe. Talvez noutra altura.

"Mas confuso porque, quando falei em vários deuses referiam-me principalmente aos Deuses gregos. Porque estariam eles errados e "nós" certos? Porque existe só um e não vários?"

O monoteísmo existiu sempre. O politeísmo é uma versão "infantilizada" de um monoteísmo subjacente. O "politeísmo" greco-romano é o resultado palpável de uma degeneração doutrinária de um monoteísmo anterior. Todas as doutrinas possuem conceitos sub-divinos e supra-humanos, por exemplo. É o caso da angeologia, da qual os exemplos que nos são mais próximos são os da angeologia católica e angeologia muçulmana. Mas os vários "deuses" do panteão hindu, por exemplo, não são mais do que manifestações da multiplicidade do mundo manifestado, mas essa multipicidade de divindades é sempre resolvida a uma únida entidade, que no caso hindu é Brahma.

Em qualquer altura da história, as doutrinas espirituais seguidas pelo Homem estiveram sempre sujeitas à degeneração. O politeísmo é sempre um monoteísmo degenerado, quando já não restam representantes da doutrina que sejam competentes para fazer a "ponte" para o Uno.

Um Deus uno responde à lógica, e aos axiomas metafísicos. Uma leitura da Summa Theologica de S. Tomás de Aquino ajudaria a esclarecer este ponto. Escrevi em Julho passado um texto sobre esta questão do politeísmo:

http://espectadores.blogspot.com/2004_07_01_espectadores_archive.html#108983105130580832

"Só mais outra questão, na ultima ceia, á direita de Jesus, achas que aquilo é mesmo Maria ou um disciplo a parecer uma mulher?"

Um discípulo com traços efeminados, o que corresponde à tradição cristã da forma de pintar S. João.

"Não deveria de serem só homens ali?"

São só homens ali.

"Como "vos" diz a igreja?"

A Igreja não se pronuncia sobre questões de estética artística. Não é da sua esfera de competência.

"Se é um homem, porque se ves-te á mulher? A igreja aprova isso?"

Porque diz que ele está vestido "à mulher"? Está a aplicar os padrões de vestuário moderno (roupa comprida, estilo túnica) a um retrato de há 500 anos atrás, que pretende representar uma cena com 2.000 anos de antiguidade?

Obviamente que a Igreja "aprovou" a pintura, pois foi efectuada num muro de um refeitório conventual em Milão. A encomenda foi feita a Leonardo por um convento. Se eles não tivessem gostado e aprovado, nunca teriam pago a obra!

"Quando a igreja criou a inquisicao, axas que estavam a divulgar a vontade de Deus?"

A tua questão é complexa: deixa-me esclarecer o que penso. A Igreja tem todo o direito de afirmar o que é verdadeiro e o que é falso, de acordo com a doutrina que professa e que defende. Nesse sentido, faz todo o sentido que haja uma validação do conteúdo das obras (uma "censura", se quiseres), numa altura da História em que a Igreja era socialmente omnipresente. Nos dias que correm, a Igreja tem todo o direito de afirmar se tal ou tal obra contém um conteúdo que vai contra a doutrina da Igreja.

Se as pessoas devem ser livres para poder ler o que quiserem?
Eu acho que sim.

Se foi boa ideia a Inquisição criticar os autores que escreveram obras que iam contra a doutrina?
Eu acho que sim.

Se foi boa ideia matar as pessoas que escreviam obras heréticas?
Eu acho que NÃO!

"Porque proibiram certos livros?"

Porque continham erros doutrinários. Se bem que, na minha opinião, teria sido melhor uma censura sem proibição. Ou seja, uma recomendação negativa, sem o impedimento de leitura. Mas viviam-se outros tempos.

"Deus nao deixou o homem duvidar?"

Na minha opinião, sim. Faz parte da liberdade concedida por Deus.

"Se Deus quisesse proibirnos de algo (de livros no caso da inquisicao) porque nao proibir logo Judas do seu pensamento e da sua denuncia?"

Tens razão.
Isso seria um impedimento do Mal.
Deus não impede o Mal, nem o Erro.
O Mal faz parte da Possibilidade Univeral.

"Porque disse Jesus qd estava a morrer (como diz na biblia) "Perdoai-lhes Pai pois eles nao sabem o que fazem"? Porque nao os impediu logo?"

Porque tinha que ser feita a vontade do Pai, e não a vontade da natureza humana de Jesus.

"Axo que os vários pontos de vista sao bons, porque ao permitir duvidar-nos, permite-nos evoluir."

Sim, mas se se escolher a interpretação errada, ou se seguir um ponto de vista errado, estaremos a regredir!

"COmo disses-te ser muito instruido e eu nao duvido, deverás saber que os trovoes sao acontecimentos naturais."

Eu nunca disse que era instruido. Há pessoas que o dizem por aqui, e automaticamente isso faz parecer que eu o disse. Não ponham na minha boca palavras que não disse.
Sim, os trovões são acontecimentos naturais.

"Por isso ponho uma pergunta, será que é Deus que controla as coisas?"

Sim, e não.
Sim, porque Deus é a Causa Primeira, portanto é também a Causa da existência das "causas naturais", que por sua vez causam os trovões. Mais uma vez, ajudava-te ler o texto de S. Tomás de Aquino, "Suma Teológica". Está tudo lá explicado.

"Ou será a Natureza que as transforma e quando nao compreendemos alguma transformacao, refutamos para Deus essa ocorrência, apenas para nao parecermos incultos?"

Há quem faça isso por essas razões.
O mundo natural rege-se por leis. As trovoadas e os relâmpagos, apesar de serem fenómenos de difícil estudo, têm uma explicação baseada nas leis da Física. Na minha opinião, essas leis possuem uma origem e uma estrutura que as transcende. Essa origem e essa estrutura transcendente emanam do próprio Deus, que tudo criou.

"Nenhum homem poderá afirmar que nao sabe porque occorreu algo, porque isso seria frustrante para ele, por isso axa mais facil atribuir algo a Deus e permanecer assim como um fiel crente Nele."

Repito, isso é imbecil. Usar a religião como "substituto intelectual" para o que não se compreende. Eu não penso assim. A minha fé em Deus não é um "tapa buracos".

Um abraço

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 28 de outubro de 2004, às 15:21

"O monoteísmo existiu sempre. O politeísmo é uma versão "infantilizada" de um monoteísmo subjacente"
Pelos dados que tenho ( que nao sao muitos admito) os povos que possuiam religiao mais antigos que conheco eram os Incas os Maias e os Aztecas. Em todos eles parece-me existir mais que um Deus.
"A Igreja tem todo o direito de afirmar o que é verdadeiro e o que é falso, de acordo com a doutrina que professa e que defende. Nesse sentido, faz todo o sentido que haja uma validação do conteúdo das obras (uma "censura", se quiseres), numa altura da História em que a Igreja era socialmente omnipresente."
Mas essa sua "imposição" levou a muitas mortes por fogueiras como sabes. A pergunta era esta: sendo a igreja a presenca divina na Terra e representando a vontade de Deus, será que Deus se existe queria que aqueles milhares de pessoas morresem? E se queria, será que era daquela forma cruel como o foram?
Queria só por esta questao por ultimo. Segundo os crentes, foi Deus que criou a Terra e tudo o que nela habita, tal como tudo transforma. Mas se assim for, porque criou só a Terra? Criou apenas um insignificante planeta num universo tao vasto? Será que nao criou ele o Universo? Se criou o Universo inteiro, para que? Com quye fundamento? Enfim, o que axo é que há algo superior aos humanos, mas nao acredito em Deus como percebem. Enfim, mas pelos acontecimentos actuais tenho duas coisa a dizer.
1º é porque Deus deixa os seus representantes na terra abusarem de criancas? Podem dizer que isso já era um costume antigo, falando de miudas por volta dos 10 anos, mas, e de rapazes? Nao é a propria igreja que condena a homossexualidade? E os seus representantes estão entre os practicantes dessa "cultura"
2ª para apoiar a biblia e o cristianismo, a igreja tem ao longo dos séculos travado uma batalha com outras crencas, nomeadamente atribuindo aos practicantes dessas crencas um caracter negativo. Sendo que a melhor defesa de qq cultura, seja um rebate de objeccoes, em que deveriamos sair triunfantes pela via oral desse debate e nao pela imposicao de restriccoes, perseguicoes, mortes e de associacoes com prácticas obscuras.
Um abraco []

Afixado por Ricardo em 28 de outubro de 2004, às 15:57

Desculpe Bernardo mas não concordo consigo quando diz que o politeísmo é uma versão infantilizada do monoteísmo. Isso é, no meu ponto de vista, uma simplificação bastante redutora. Os deuses gregos não podem ser vistos à luz do conceito de “Deus” dos nossos dias. Os deuses gregos eram representações, abstracções da realidade, do mundo e da vida. Assim, quando por exemplo se fala de Afrodite, não se está a falar de uma deusa/mulher mas num ideal de beleza e amor. Os homens que veneravam o ideal do amor, construíam-lhe templos e, de forma a darem um rosto ao conceito, representavam-no através de uma imagem – a deusa Afrodite. Assim, a religião grega é uma tentativa de explicar e venerar o mundo, não de mistificá-lo e dogmatizá-lo. Ao contrário de outras religiões consideradas mais adultas (desculpe, não consegui de deixar de ser irónica).

Afixado por Zuja em 28 de outubro de 2004, às 18:05

Caro Zuja,

"importa-se de esclarecer o que entende por "bruxa"? Não quero incomodá-lo mas li o seu trabalho, que achei muito interessante, e fiquei com curiosidade."

Entendo por bruxo ou bruxa precisamente aquilo que eles/elas são: pessoas que operam no domínio da magia. Bem sei que a mentalidade moderna há muito que não compreende o que é isto de "domínio da magia". Entendamos que por magia se fala de questões que pertencem ainda ao mundo corpóreo, se bem que na sua vertente "subtil". Trata-se do manuseamento de certas realidades do mundo "físico" (entendido aristotelicamente), que nada têm a ver com o espiritual, e que correspondem a "influências errantes" que não podem ser vistas nem sentidas sensorialmente, mas que por isso não deixam de ser bem reais.

A confusão do mágico com o espiritual é uma das várias consequências da predominância do "cartesianismo" e do "materialismo" na mentalidade moderna.

René Guénon escreveu muito sobre estas questões, a quem eu devo o esclarecimento de muitas dúvidas que eu tinha antes da leitura das suas obras. Recomendo "L'Erreur Spirite", onde Guénon, discorrendo sobre a questão do erro da postura espírita, aproveita para esclarecer exactamente o que distingue a magia da espiritualidade.

Não haja qualquer tipo de dúvida de que Guénon classifica de forma altamente depreciativa a dedicação de algumas pessoas às prácticas mágicas. Para ele, tal interesse por fenómenos desses domínios só pode derivar de uma intelectualidade reduzida. Guénon adverte para os perigos do manuseamento de realidades desse domínio por pessoas não preparadas.

Assim, respondendo à sua questão, para mim, bruxo ou bruxa é só uma forma um pouco mais depreciativa de dizer "maga" ou "mago", ou seja, aquela pessoa que se interessa por fenómenos no domínio do "subtil", que é o domínio da magia.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 28 de outubro de 2004, às 18:56

"Desculpe Bernardo mas não concordo consigo quando diz que o politeísmo é uma versão infantilizada do monoteísmo."

Troque "infantilizada" por "deturpada". A palavra que escolhi foi infeliz.

"Isso é, no meu ponto de vista, uma simplificação bastante redutora. Os deuses gregos não podem ser vistos à luz do conceito de “Deus” dos nossos dias."

Sim, estamos de acordo.

"Os deuses gregos eram representações, abstracções da realidade, do mundo e da vida. Assim, quando por exemplo se fala de Afrodite, não se está a falar de uma deusa/mulher mas num ideal de beleza e amor."

Mas o que eu defendo é que esse ideal de beleza e amor, tido como um arquétipo, era de facto divinizado! Ou seja, para os gregos e para os romanos, Afrodite não era apenas um "ideal" como outros ideais que hoje reverenciamos como "Liberdade", ou "Justiça". Era mesmo uma entidade divina, com uma relação familiar com outras entidades.

Há aqui dois níveis:

1) O nível "erudito", no qual se movia a elite intelectual, e que certamente entenderia essas "relações familiares" entre as divindades como uma metáfora para conexões arquetípicas, e não relações familiares "ad litteram";

2) O nível "popular", no qual esses ideais (como o de "Beleza") eram MESMO tidos como deuses, entidades com poderes supra-humanos, e no qual as relações familiares entre os deuses e deusas eram levadas à letra.

Ou seja, discordo do que diz, mas entendo o seu ponto de vista. Ao falar numa hipotética degeneração nas doutrinas espirituais greco-romanas (de um monoteísmo primevo hoje desconhecido para um politeísmo greco-romano), refiro-me à gradual extinção da elite intelectual que AINDA era capaz de inteligir uma unidade por detrás da multiplicidade de ideais arquetípicos divinizados.
A extinção dessa elite levou a que predominasse, no final da civilização greco-romana, o nível "popular" de devoção, que apenas via multiplicidade no panteão, e que já não era devota da unidade, de um Deus único.

"Os homens que veneravam o ideal do amor, construíam-lhe templos e, de forma a darem um rosto ao conceito, representavam-no através de uma imagem – a deusa Afrodite. Assim, a religião grega é uma tentativa de explicar e venerar o mundo, não de mistificá-lo e dogmatizá-lo."

Mas isso, explicar e venerar a existência da qual fazemos parte, é o objectivo de qualquer postura espiritual!

Zuja, não ceda à tentação "modernista" de querer "romantizar" o politeísmo greco-romano, "demonizando" (através da palavra-papão "dogma", que tanto assusta os modernistas) a postura religiosa de cariz judaico-católico!

Não há qualquer "mal" na postura dogmática. Já o disse inúmeras vezes a inúmeros leitores. O dogma é a fixação de uma verdade doutrinária. É o termo adequado (no domínio doutrinário) à função que exerce, que é a de "axioma".

"Ao contrário de outras religiões consideradas mais adultas (desculpe, não consegui de deixar de ser irónica)"

Repare: não há da minha parte qualquer tentativa de proselitismo com as religiões da raíz de Abraão! Repito: todas as posturas espirituais, mesmo aquelas que hoje em dia rotulamos de "politeístas" parecem ter (é a minha opinião, da qual partilho após ter tido contacto com as obras de René Guénon) uma origem comum, numa tradição muito anterior a todas elas, e da qual elas derivam.

É uma postura difícil de provar, mas uma hipótese de trabalho interessantíssima. Na minha opinião, todos os politeísmos que conhecemos (há quem diga, erradamente, que o hinduismo é politeísta, e que os anjos são uma forma de politeísmo dentro do catolicismo e do islamismo) derivam de uma (ou várias) postura monoteísta que degenerou.

É só isso o que eu queria afirmar. Não há qualquer tentativa de afirmar "maturidades", até porque eu não sou evolucionista! Mais depressa acredito que uma doutrina degenera, do que acredito que ela progride.

Espero ter sido claro.

Um abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 28 de outubro de 2004, às 19:21

Bernardo, o problema não está na doutrina. Nas grandes religiões, normalmente a doutrina tende a levar o ser humano a transcender-se. Tornar-se algo melhor através da comunhão com o divino e alcançar a paz interior. Algumas doutrinas tentam até alcançar a felicidade eterna através do cumprimento em vida de valores como o amor ao próximo, a justiça, a integridade…
O problema é que todo o indivíduo pensa :) o que quero dizer com isto é que, por mais que tente ser isento, todo o indivíduo interpreta o que o rodeia de uma forma pessoal e intransmissível. Mesmo as pessoas mais simples e ignorantes tentam conceptualizar a doutrina, o que leva à sua simplificação ou à aceitação do inexplicável através da fé e da crença em desígnios divinos.
Eu penso que toda a religião é a Imposição da doutrina. É nisso que eu não acredito. O Bernardo tem razão ao dizer que a igreja católica fez muitas coisas boas. No entanto também fez outras tantas más. Não foi só a inquisição. Não nos podemos esquecer das cruzadas, do apoio a regimes absolutistas e à escravatura, na acumulação de riquezas, na venda de indulgências (tudo bem documentado e comprovado) e outras tantas coisas.
Ao fazer isto a Igreja, católica subentenda-se, perdeu a sua legitimidade de guiar o seu povo e eu gostaria de acreditar que o povo se encontra agora livre de seguir o seu próprio caminho.

Afixado por Anonymous em 29 de outubro de 2004, às 11:44

Olha Bernardo, estou lendo o livro e simplesmente ADORANDO!!!!!!
Grande Dan Brown!!!! Aliás, o livro é um LUXO só.
Ah!!! Não esquece que o livro é uma obra de ficção, tá?

Afixado por hatta em 29 de outubro de 2004, às 19:48

O LIVRO ESTÁ LONGE DE SER UM CLÁSSICO. MUITO MAIS PARA HAROLD ROBBINS DO QUE JONH STENBECK, CONTUDO É BOM NO QUE SE PROPÕE. LEMBRE-SE QUE O LIVRO NÃO É TESE DE COISA ALGUMA NEM PRETENDE SER CLÁSSICO. É UM PASSATEMPO LEGAL QUE JÁ VENDEU 12 MILHÕES DE CÓPIAS ENQUANTO VOCÊ NÃO VENDEU NENHUMA DO LIVRO QUE NÃO ESCREVEU! SOB SEU RIDÍCULO PONTO DE VISTA AGATA CHIRSTIE TAMBÉM É LIXO. OTÁRIO!

Afixado por MIKE HUMMEL em 30 de outubro de 2004, às 23:25

CAROS AMIGOS
OS MEUS CONHECIMENTOS NAO PODEM AFIRMAR A VERACIDADE DOS FATOS EXPOSTOS NO LIVRO DE DAN BROWN , MAS ME PARECEU COERENTE A ANALISE FEITA EM SEU ROMANCE , CREIO EU QUE SE TAIS ACONTECIMENTOS ESTIVESSE ACONTECIDO NA VIDA DE JESUS CRISTO , FICARIA COM A SENSACAO DE SER MAIS VERDADEIRA A SUA HISTORIA E , PODERIAMOS COM TAIS FATOS NOS ASSEMELHAR-MOS MAIS COM DEUS , SABENDO QUE O SEU PRINCIPAL PREGADOR FOI UMA PESSOA MORTAL COMO QUALQUER UM DE NOS , E QUE PODERIAMOS UM DIA NOS DESENVOLVER A TAL PONTO DE SER-MOS COMO ELE.

Afixado por JOSE ANTONIO em 31 de outubro de 2004, às 02:33

O Codigo Da Vinci e Magnifico e nao um romance lixo como vc diz, alem de ser uma magnifica descontracao com uma leitura dinamica e descontraida, nos revela lados da Igreja que sao obscuros.

Afixado por Andre em 1 de novembro de 2004, às 03:54

Para além dos romances-lixo, há também opiniões-lixo. O Sr. José António e o Sr. Mike deviam poupar o seu tempo e, em vez de partilharem as suas opiniões pouco sérias e altamente ofensivas, deviam gastá-lo na leitura dos livros que tanto gostam, de tão alta qualidade, a ver se conseguiam desenvolver-se ao ponto de ficarem iguais a Deus. Não sei se ria ou se tenha pena.

Afixado por Zuja em 2 de novembro de 2004, às 09:48

"É UM PASSATEMPO LEGAL QUE JÁ VENDEU 12 MILHÕES DE CÓPIAS ENQUANTO VOCÊ NÃO VENDEU NENHUMA DO LIVRO QUE NÃO ESCREVEU!"

Nada de novo...
As mentes inferiores, quando contemplam a façanha financeira do seu ídolo Dan Brown (o apogeu da intelectualidade do seu ponto de vista, e que escreve numa linguagem acessível para eles), não deixam de ficar pasmadas pelas cifras de vendas, e sobretudo, pelos dólares.

Nada como a maçaroca, não é, rapazes?

Mais que a interpretação revisionista da História, feita numa linguagem acessível para a classe média iletrada, o que fascina é a massa! É o pilim que o homem fez, e que eu não fiz!

Pois não fiz, e não quero fazer.
É de canalha, fazer dinheiro à custa da ignorância de pessoas como este nosso leitor Mike Hummel.

Eu não nutro grande simpatia por si, caro Mike, e não irei perder o meu tempo a ensinar-lhe coisas que você deveria saber.

Mas não iria tão longe ao ponto de escrever um livro para me fazer rico, à custa da ignorância de pessoas como você.

Passem bem.

"SOB SEU RIDÍCULO PONTO DE VISTA AGATA CHIRSTIE TAMBÉM É LIXO."

Comparar Dan Brown com Agatha Christie é como comparar excremento com natas.

"OTÁRIO!"

Palavras para quê?
Pela boca morre o peixe.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 2 de novembro de 2004, às 10:42

E dizes tu que eu tenho paciência, Bernardo? Gabo-te a tua, amigo.

Afixado por Monty em 2 de novembro de 2004, às 11:19

É verdade, caro Monty, mas o Afixe tem também uma vertente de puro e verdadeiro serviço público. Cada qual cumpre-o à sua maneira. Eu sinto-me no dever de responder sempre, mesmo que seja a ofensas...

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 2 de novembro de 2004, às 11:49

Vale mais uma cultura mundial de massas ou correr o risco de não existir cultura mundial?

Afixado por Zuja em 2 de novembro de 2004, às 11:53

"Vale mais uma cultura mundial de massas ou correr o risco de não existir cultura mundial?"

Acho que o risco de não existir cultura mundial é muito baixo. Haverá sempre pelo menos uma pessoa no mundo com uma cultura suficientemente profunda para que se possa dizer: "existe cultura neste planeta".

Agora, se me pergunta se eu prefiro grande quantidade de baixa qualidade, ao invés de pouca quantidade de alta qualidade, não tenho quaisquer dúvidas em escolher a última.

Divulgar a cultura é bom, e é uma obrigação moral de quem a possui. Quem guarda aquilo que sabe para si é egoísta. É também fundamental que quem sabe tenha a caridade e a paciência para corrigir o próximo e é também fundamental que aquele que erra tenha a humildade para aceitar a correcção. Infelizmente, a ignorância alimenta-se da falta de humildade.

Agora, acreditar que o mundo caminha para uma sociedade em que todos serão cultos, isso é pura utopia e não acontecerá nunca. A esmagadora maioria das pessoas apresentará sempre um baixo nível de cultura. As tentativas de massificação da cultura, tão em voga nos tempos modernos, apenas levarão a um nivelamento por baixo da cultura das massas.

É sempre a velha questão: numa turma onde muitos alunos são burros, se o professor quiser uniformizar, terá sempre que nivelar por baixo, tornando as matérias acessíveis até aos burros, porque então todos compreenderão. O nivelamento ocorre sempre por baixo e nunca por cima.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 2 de novembro de 2004, às 12:37

Já agora :) escreve-se John Steinbeck e Agatha Christie, mesmo na variante do Português do Brasil.

Afixado por Anonymous em 2 de novembro de 2004, às 12:40

O Bernardo é um estoico :)

Afixado por Zuja em 2 de novembro de 2004, às 12:48

"numa turma onde muitos alunos são burros, se o professor quiser uniformizar, terá sempre que nivelar por baixo, tornando as matérias acessíveis até aos burros, porque então todos compreenderão. O nivelamento ocorre sempre por baixo e nunca por cima."
Bernardo, isto nunca acontece porque todo o professor tem de porporcionar um ensino individualizado a cada um dos alunos de uma turma. Mesmo que seja uma turma com 25 a 30 alunos e desses 25 dois ou três tenham necessidades educativas especiais. Aliás, não há alunos burros. Se um aluno não cumpre os objectivos, a culpa é do professor que não soube expor a matéria como deve ser ou motivar o aluno para a aprendizagem.

Afixado por Zuja em 2 de novembro de 2004, às 12:55

"Bernardo, isto nunca acontece porque todo o professor tem de porporcionar um ensino individualizado a cada um dos alunos de uma turma."

Há uma enorme diferença entre o que o professor DEVE proporcionar, e o que ele de facto proporciona. E os professores não são todos iguais. Adicionalmente, os programas escolares (quase todos feitos por mentecaptos) estão projectados para uma uniformização, APESAR deles próprios terem a presunção de permitirem um "ensino individualizado".

"Mesmo que seja uma turma com 25 a 30 alunos e desses 25 dois ou três tenham necessidades educativas especiais."

Quando usei a palavra "burro", não me referia a alunos com necessidades educativas especiais. Referia-me a burros. Ponto final.

"Aliás, não há alunos burros."

Ah, esta é boa!

"Se um aluno não cumpre os objectivos, a culpa é do professor que não soube expor a matéria como deve ser ou motivar o aluno para a aprendizagem."

Desculpe, mas estou em DESACORDO TOTAL.
As pessoas não são intelectualmente todas iguais. A capacidade de raciocínio e de absorção e intelecção do conhecimento é desigual.

Essa velha charada da culpa ser da metodologia é uma estupidez politicamente correcta.

É um facto de que somos todos diferentes, mesmo ao nível das nossas capacidades intelectuais. Seremos piores pessoas por sermos mais burros? Claro que não, porque a avaliação de uma pessoa não se faz apenas pelas capacidades intelectuais, mas por uma série de factores, muitos dos quais são subjectivos.

Agora, caro Zuja, não alinharei consigo nessa tese das iguais capacidades de todos os alunos. É mais uma consequência da aplicação errada de conceitos "democráticos" a toda e qualquer área do conhecimento humano.

As pessoas são diferentes.
Respeitemos a diferença, e respeitemos o professor esforçado (também os há), e que por vezes travam batalhas inglórias na sala de aula.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 2 de novembro de 2004, às 13:32

As minhas palavras duras, caro Zuja, não devem ser tomadas num sentido de desafio ou de insulto.

Sou um desalinhado.

Não me encaixo em estereótipos, e certamente que sou "contra corrente". Não vou em modas, muito menos nos disparates que hoje em dia se veiculam, muitas vezes mascarados sob capas insuspeitas como "Pedagogia infantil", ou "Programa educativo".

O uso desta terminologia, tão em voga nas últimas fornadas de tecnocratas dos ministérios da Educação, pretende ostentar uma intelectualidade inexistente. Por detrás das palavras de fachada de dezenas de revisões programáticas ao Ensino está o vazio de quem não tem ideias e não faz ideia do que é o Conhecimento (porque não o possui).

Detesto a esmagadora maioria do que se ensina em Portugal, e da forma como se ensina.

Saí da Universidade em 2000, e ainda estou a tentar recuperar dos danos (alguns deles irreversíveis) que o sistema educativo provocou na minha estrutura intelectual...

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 2 de novembro de 2004, às 13:38

Bernardo, eu estava a ser irónica.

Afixado por Zuja em 2 de novembro de 2004, às 13:51

Não é válido exigir provas documentais de um livro como o "Código..." quando você fala em escritores "divinamente" inspirados que compuseram o Novo Testamento. O que dizer dos xamãs que usam peyote, ou dos pajés brasileiros do Alto Xingu que usam as raízes que compõem o Santo Daime? Também são inspirados divinamente? O que é ser inspirado divinamente? Que provas você tem disto?
Sobre o "Código...", um fato é inconteste: o culto à Deusa, ao feminino, é cada vez maior e irreversível. A era do Phalos está acabando... Aqui no Brasil, onde o culto a Nossa Senhora Aparecida - a mesma Dama de Negro da Europa, e a mesma Maria de Migdal, ou Madalena - é superior à própria fé no Catolicismo, pois atinge outras religiões, como as de origem africana, é inegável que a Igreja vem perdendo feio a guerra, principalmente por causa da sua retórica machista e superior. Basta de acreditar em um rabi milagreiro, enviado por Deus. Ele, como todos os descendentes de Davi, eram enviados por Yavé.
Sobre o Priorado de Sião, você está cerca de 800 anos atrasado, pois me parece um soldado de Filipe...

Afixado por Rodrigo Spode em 3 de novembro de 2004, às 15:13

Que eu saiba a imagem da Nossa Senhora da Aparecida, padroeira do Brasil, que foi encontrada num rio por pescadores, é a representação da virgem Maria, figura que a igreja católica romana sempre reverenciou. Aliás, o culto mariano sempre existiu e o próprio papa João Paulo II é um devoto de Nossa Senhora de Fátima. Ultimamente parece que as pessoas se têm esquecido disso.

Quanto a Maria Madalena, é vista pelos católicos como uma santa. É e tem vindo a ser reverenciada em várias igrejas, por milhões de pessoas ao longo dos tempos.

O problema de muitos feministas é que não procuram a igualdade da mulher e do homem. Pretendem uma vingança pelos séculos de submissão a que a mulher esteve sujeita. Pior ainda “a era do Phalos está acabando” parece que o bicho papão está prestes a morrer.

Deus nos livre da morte do Phalos. Um mundo só de mulheres era uma chatice.

Afixado por Anonymous em 3 de novembro de 2004, às 16:37

"Um mundo só de mulheres era uma chatice."

É verdade!
Assim como um mundo só de homens era uma chatice!
Volte mais vezes, mas já sabe que se não disser mal de mim, será chamado de "fanático".

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 3 de novembro de 2004, às 16:44

Estou lendo o livro e gostando. Achei muito interessante esta discussão. Como muitos estou procurando informações a respeito das ordens religiosas relatadas no livro. Se alguém puder me dar alguma informação eu agradeço.Também não acredito em tudo que está na bíblia e tenho muitas dúvidas.

Afixado por Vânia em 4 de novembro de 2004, às 17:40

estou lendo o livro e estou gostando muito. sou muito curioso nessas coisas e me intereso muito por sociedades e fraternidades religiosas e acho que as coisas descritas no livro tem algum fundamento.

Afixado por geverson em 4 de novembro de 2004, às 21:52

Depois de ter lido tudo...chego a conclusão de que o Eng. Bernardo tem razão,é culto,competente,sabe muito mais do que qualquer um de nós,e nutre um profundo ódio a tudo o que diga respeito ao lado obscuro da sua igreja. Tudo bem...quando alguém me provar que todos os ditos "factos" do livro de Dan Brown (que considero excelente, pelo menos como romance) são falsos...
Mais uma coisa...por favor, tente não fazer comentários tão agressivos como os que faz a todos que não acreditam tão piamente como o senhor em tudo o que vem na Biblía. Como já repetiu variadíssimas vezes, não se deve acreditar em tudo o que se lê.
Cumprimentos,

Afixado por penny em 4 de novembro de 2004, às 22:14

Viva o Dan Brown :)! Mesmo k nem tudo seja verdade,conseguiu levantar o véu sobre alguns segredos...mérito, mérito...
Respeito a fé de kem acredita em Deus e na igreja... só não me peçam para acreditar também. Tenho pais católicos fervorosos e nem assim me convenceram.
Parabéns pela sua paciencia e esforço,bernardo.

Afixado por joaquim em 5 de novembro de 2004, às 01:54

A ira e a prepotência com que se manifestam as pessoas que julgam o livro "um lixo" é impressionante. Provavelmente se manifestem com raiva porque não possuem argumentos e não querem admitir que é muito provável que esta história tenha um fundo de verdade. A história nos mostra que a igreja já fez barbaridades em nome de Deus(??). Se, com toda a tecnologia da informação que existe hoje, as notícias já se distorcem e são manipuladas, imaginem em 2000 anos... Iignorância é não admitir que possam existir outras verdades além da nossa...

Afixado por Flavia em 5 de novembro de 2004, às 15:51

"A ira e a prepotência com que se manifestam as pessoas que julgam o livro "um lixo" é impressionante."

Oh, minha amiga, não há ira nenhuma, nem raiva nenhuma! Por aqui estamos todos calmos, obrigado, com a frieza de quem sabe o que diz.

O livro de Dan Brown é um lixo, tanto em termos de romance, como sobretudo em termos das "teorias" que ele veicula.

Como compara você Dan Brown com AUTORES A SÉRIO, como por exemplo, Umberto Eco, ou Jorge Luís Borges? Classifica-os no mesmo grau de qualidade? Gostaria que respondesse a estas questões, por favor, para eu perceber como mede a Flávia a qualidade dos autores que lê.

"Provavelmente se manifestem com raiva porque não possuem argumentos e não querem admitir que é muito provável que esta história tenha um fundo de verdade."

Ah, minha cara amiga, anda distraída!
Leia, por favor, o meu site:

http://bmotta.planetaclix.pt

Encontrará lá material DE SOBRA para desmontar isto tudo, e para me dar razão. Isto se você for séria, obviamente. Porque não faltam para aí leitores deste blogue, e leitores do meu site, que apesar de lerem (ou fingirem que lêem), prontamente dizem que as minhas provas e os meus argumentos "não servem".

Claro que não servem para eles, porque desmontam a sua fantasia preferida!

"A história nos mostra que a igreja já fez barbaridades em nome de Deus(??)."

OK.
E o que é que isso tem a ver com o tema em discussão? Estou farto de perguntar o mesmo: desmontar o "romance-lixo" de Dan Brown é negar os crimes dos católicos? Responda-me, por favor... Estou curioso.

Admita que está a misturar, propositadamente, dois temas que nada têm a ver.
Ninguém aqui está a negar os crimes cometidos por católicos ao longo da História. Estamos a afirmar a nulidade literária e factual do romance de Dan Brown, o "Código Da Vinci".

"Se, com toda a tecnologia da informação que existe hoje, as notícias já se distorcem e são manipuladas, imaginem em 2000 anos..."

Oh, minha amiga, não se deixe enganar!
Distorce-se hoje como se distorcia antigamente!

"Ignorância é não admitir que possam existir outras verdades além da nossa..."

Isso que acabou de dizer é, perdoe-me a franqueza, um perfeito disparate.

Sobre um dado pormenor ou facto da História, há apenas uma verdade. Por exemplo, Jesus foi casado ou não foi. Por exemplo, Jesus teve filhos ou não teve. Por exemplo, o Priorado de Sião existe desde o século XI ou não existe. Por exemplo, Vasco da Gama descobriu o camínho marítimo para a Índia ou não. Entende onde quero chegar? A verdade dos factos, relativa a cada facto, é única.

Quem a proclama está certo.
Quem a nega está errado.

Essa coisa de "cada um tem a sua verdade" é um disparate total, chamado "relativismo". É um erro no qual não têm caído poucos filósofos modernos.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 5 de novembro de 2004, às 19:00

Ah, e para terminar, umas palavrinhas para os nossos leitores brasileiros adeptos de Dan Brown: esqueceram-se vocês de Jorge Amado? Esse grande Escritor (com "E" grande)?

Como é possível a qualquer um familiarizado com os grandes nomes da literatura e do romance, falar em Dan Brown como se fosse alguém importante ou um escritor de qualidade?

Nobel da Literatura a Dan Brown? Era só o que faltava, para o cúmulo do ridículo! Essa ainda não li, mas tenho a certeza que a qualquer altura, surge por aqui um herói a proclamar "Nobel para Dan Brown"!

Será que as pessoas têm a noção do ridículo e da falsidade da frase "Dan Brown é um autor excelente"?

Tenhamos todos juízo, e sobretudo RESPEITO pelos grandes escritores, que não merecem a vergonha e a humilhação de serem colocados lado a lado com o medíocre Dan Brown.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 5 de novembro de 2004, às 19:26

Prezado sr.Bernardo, Não pretendo dar seqüencia a esta discussão. Não pelo menos com o senhor. Mas não posso deixar de dizer algumas palavras...
Quem convive no meio literário está bastante acotumado a conviver com a guerra de egos, com o narcisismo, e com a prepotência... As idéias podem ser outras, mas a postura se repete. Não sei de onde você tirou que eu acho Dan Brown um autor maravilhoso, ou que estou comparando sua literatura com a de Umberto Eco ou Jorge Luís Borges (a propósito, prefiro muito mais Borges). Mas não é por isto que vou me negar a ler um romance de ficção...Nunca fui uma buscadora do graal, e nem nunca alimentei fantasia alguma com relação a isto...Apenas acho que a pesquisa histórica de seu livro pode ter um fundo de verdade, sim. Para mim, isto é um verdade. E, como você diz, se a verdade é uma só, fico com a minha com a mesma convicção que você tem a sua. Respeito sua opinião sobre Jorge Amado, mas para mim, o Brasil tem muitos outros autores com E maiúsculo. Jorge Amado é o mais popular, talvez, e reconheço o seu legado, mas tenho o direito de não me sentir atraída por sua literatura. Deve pensar: "Bem se vê que é uma ignorante"... Certmente isto é o que deve passar pela sua cabeça neste exato instante. Por isto mesmo que penso não valer a pena uma discussão com o você. E é por isto também que talvez as pessoas sejam tão pouco receptivas com o que o você diz. Este tipo de postura tão prepotente por si só já é uma espécie de barreira que você mesmo cria para que as suas idéias sejam aceitas ou entendidas por alguém. Fala com tanta propriedade sobre os burros. Pois, com todo o respeito, eu acho que você é burro por não perceber isto.Com certeza o seu objetivo com o seu site ou com esta argumentação toda é tentar convencer alguém. Pois está provocando exatamente o contrário. E não percebe que isto é fruto de sua atitude... Talvez você tenha se dedicado demais à pesquisa e tenha "esquecido" de aprender um pouco sobre as pessoas. Ou não tenha conseguido aprender sobre as pessoas e por isto busque tão ferozmente cada vez mais conhecimento para preencher algo que o senhor não consegue preencher de outra maneira... Ter tanto desprezo pelos burros, pelos maus escritores, pelos mentirosos, pelos incompetentes, pelos distraídos, pelos imbecis,(são todas suas palavras, não minhas, não sou tão preconceituosa...) diminui consideravelmente a gama de pessoas com quem é possível se relacionar, não? Afinal, se as pessoas não valem a pena, não há porque lamentar o fato de não trocar nada com elas... E olha que nem precisa entender muito sobre relacionamentos humanos para perceber isto...Mas segundo a minha verdade (ou A verdade, já que só existe uma) a troca com outras pessoas e a reflexão sobre outros pontos de vista podem ser tão enriquecedores quanto os livros ou os fatos históricos... Talvez no dia em que você entender isto e alcançar a lucidez de perceber que não é o proprietário da verdade,consiga convencer alguém. Até lá, pode ter certeza que vei ser um trabalho árduo que, ironicamente, é bem provável que convença apenas os burros,os distraídos e os imbecis que o senhor tanto despreza. Atenciosamente,

Afixado por Flavia em 5 de novembro de 2004, às 22:57

Olá gostaria dizer algumas palavras se me permitirem...Lí o livro e achei um bom livro. Talvez não tenha um curriculo tão longo para me meter em uma discussão de pessoas tão inteligentes e estudadas. O que Brown fez foi levantar uma um assunto polemico de um forma diferente. Muitas passoas vaão estudar, pesquisar, perder noites e dias a procura da "verdade". Mas no final a verdade que irá prevalecer não é a verdada pessoal de cada um. Eu por exemplo não sou catolica e não acredito no que dizen sobre Deus. Gostei do livro tanto é que agora estudo sobre Da Vinci e o priorado de sião quase que toscamente eu diria mais um dia eu chegarei a saber tanto quanto vocês. O livro deve ser o ponto de partida para a curiosidade de conhecimentos maiores e não deve ser tomado como uma Biblia sobre o assunto.
Bom,essas são minhas ideias!
agradecida pelo espaço!

Afixado por Anonymous em 6 de novembro de 2004, às 01:30

Cara anónima,

"Gostei do livro tanto é que agora estudo sobre Da Vinci e o priorado de sião quase que toscamente eu diria mais um dia eu chegarei a saber tanto quanto vocês. O livro deve ser o ponto de partida para a curiosidade de conhecimentos maiores e não deve ser tomado como uma Biblia sobre o assunto."

Ainda bem que tem a determinação de tentar saber mais. Foi precisamente assim que eu comecei: a ler comentários de outros que estudava isto há mais tempo. Se você for uma pessoa determinada, não duvido que avançará muito. Não tenho qualquer dificuldade sequer em supor que nos poderá ultrapassar a todos em conhecimento. Até lhe digo mais: oxalá o faça!

Porque se o fizer, começará a compreender o ridículo dos ataques que me dirigem.

Ah, e para a Flávia, não seja tão rápida nem tão dura em rotular-me. Eu não sou ninguém. Se não uso o anonimato é para tentar dar a cara pelo que escrevo, mas tente esquecer o Bernardo.

Como eu gostava que as pessoas esquecessem o "Bernardo" e se concentrassem em "desmontar" o trabalho do Bernardo, e em apontar-lhe de forma concreta os erros.

Infelizmente, as pessoas gostam de perder mais tempo em insultos e insinuações.

Amiga Flávia, eu não sou ninguém. Tente ultrapassar as suas considerações sobre a minha pessoa (sou pouco interessante), e tente ir directamente ao assunto que eu apresento, que esse sim é interessante.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo em 6 de novembro de 2004, às 13:07

Caro Bernardo,

desejo sem ironias congratula-lo pelo seu trabalho de pesquisa e pela sua eloquencia escrita, fundamentada por (acredito terem sido) anos de investigacao e fascinio.
Porém, as suas palavras revelam falta de humildade. A comecar pelo seu nome pleno de "des" e "das". Normais aspiracoes pseudo-aristocráticas de Portugal.
Um trabalho literário do nivel de Dan Brown nao merece ser menosprezado com palavras semelhantes às que usa, se a verdade nao é relatada, pelo menos a pesquisa merece louvores, assim como a astucia em determinadas observacoes.
Que o livro possa ser considerado difamatório percebe-se, mas mais poderoso será o atentado ao sentido realista da humanidade a doutrina de uma igreja catolica. As metáforas transformaram-se em verdades literais com o passar dos anos e é entristecedor que os crentes nao se consiguem libertar de tais veus. Pessoas iluminadas e crentes como o Bernardo conseguem vislumbrar através do horizonte de alegorias religiosas, mas nao deixa de ser malévola a manipulacao a que se assiste ao longo do passar dos tempos. As massas querem-se ignorantes, assim torna-se mais fácil a manipulacao.
Eu nao condeno crencas, condeno igrejas que se constroiem e alimentam delas. Para acreditar nao necessito de edificios ou instituicoes, qualquer fé deveria ser metafísica.
As religioes do mundo - quaisquer que elas sejam, ocidentais, orientais - e todos os seus orgaos sobrevivem à custa do maior medo da humanidade: a morte e o subsequente sentido da vida.
Sem mais teorias, assumo aqui que devorei Dan Brown, nao como verdade, mas como ficcao com uma pitada de contestacao. Um grito ensurdecedor de eliminacao de sociedades patriarcais. A Estrela de David como conjucao do feminino com o masculino, a única forma natural de nos prolongar a nós, humanidade, no processo de envelhecimento do universo.

Afixado por Rita em 6 de novembro de 2004, às 23:53

Caro Bernardo,

desejo sem ironias congratula-lo pelo seu trabalho de pesquisa e pela sua eloquencia escrita, fundamentada por (acredito terem sido) anos de investigacao e fascinio.
Porém, as suas palavras revelam falta de humildade. A comecar pelo seu nome pleno de "des" e "das". Normais aspiracoes pseudo-aristocráticas de Portugal.
Um trabalho literário do nivel de Dan Brown nao merece ser menosprezado com palavras semelhantes às que usa, se a verdade nao é relatada, pelo menos a pesquisa merece louvores, assim como a astucia em determinadas observacoes.
Que o livro possa ser considerado difamatório percebe-se, mas mais poderoso será o atentado ao sentido realista da humanidade a doutrina de uma igreja catolica. As metáforas transformaram-se em verdades literais com o passar dos anos e é entristecedor que os crentes nao se consiguem libertar de tais veus. Pessoas iluminadas e crentes como o Bernardo conseguem vislumbrar através do horizonte de alegorias religiosas, mas nao deixa de ser malévola a manipulacao a que se assiste ao longo do passar dos tempos. As massas querem-se ignorantes, assim torna-se mais fácil a manipulacao.
Eu nao condeno crencas, condeno igrejas que se constroiem e alimentam delas. Para acreditar nao necessito de edificios ou instituicoes, qualquer fé deveria ser metafísica.
As religioes do mundo - quaisquer que elas sejam, ocidentais, orientais - e todos os seus orgaos sobrevivem à custa do maior medo da humanidade: a morte e o subsequente sentido da vida.
Sem mais teorias, assumo aqui que devorei Dan Brown, nao como verdade, mas como ficcao com uma pitada de contestacao. Um grito ensurdecedor de eliminacao de sociedades patriarcais. A Estrela de David como conjucao do feminino com o masculino, a única forma natural de nos prolongar a nós, humanidade, no processo de envelhecimento do universo.

Afixado por Rita em 6 de novembro de 2004, às 23:53

e Bernardo, já agora, gostaria de saber qual a sua versao da "verdade".

Afixado por Rita em 6 de novembro de 2004, às 23:59

Ola,
Bernardo sou uma das anonimas a quem você respondeu ""Gostei do livro tanto é que agora estudo sobre Da Vinci e o priorado de sião quase que toscamente eu diria mais um dia eu chegarei a saber tanto quanto vocês. O livro deve ser o ponto de partida para a curiosidade de conhecimentos maiores e não deve ser tomado como uma Biblia sobre o assunto."

Ainda bem que tem a determinação de tentar saber mais. Foi precisamente assim que eu comecei: a ler comentários de outros que estudava isto há mais tempo. Se você for uma pessoa determinada, não duvido que avançará muito. Não tenho qualquer dificuldade sequer em supor que nos poderá ultrapassar a todos em conhecimento. Até lhe digo mais: oxalá o faça!"
Primeiro gostaria de agradecer atenção. Isso tem me chamado a atençâo a algum tempo mas de modo geral sou facinada por historia. Sou brasileira e as vezes me sinto perdida em meio a tanto lixo e falta de qualidade de ensino nas escolas. Tenho a penas 14 anos mas como você pode ver não estou disposta a ficar como a grande massa populosa que se contenta com coisas tão futeis e com meias verdades. Por isso gostaria de pedir delicadamente se você puder me mandar algumas referencias de livros que possam me ajudar nesse começo. Isso se estende as outras que possam de alguma forma me ajudar.
Obrigada pela atençâo.

Afixado por mira em 7 de novembro de 2004, às 03:28

todos os que consideram o romance como lixo são uns pobres de espirito e incultos...temos de manter a nossa mente aberta e disponivel para aceitar factos de assuntos que por muito que por muito que se diga nunca chegaremos a uma verdade plana, novas ideias e factos apenas servem para enriquecer a nossa cultura...o romance de brown está muito bem feito, nunca se esqueçam que é um romance, não a verdade, como tal, é excelente

Afixado por cybertiger em 7 de novembro de 2004, às 13:47

desculpe pela ignorancia mas estava lendo algumas coisas por aqui que eu não concordo
li que a biblia foi escrita por mãos humanas mas divinamente guiada, me desculpe mas vc realmente acredita que os textos originais não foram mudados de acordo com os interesse da santa igreja catolica que matou milhares de pessoas no passado, que tirava dinheiro dos pobres pra costruir igrejas com ouro no altar e etc...
sera que deus realmente quer que alguem que mal tem o que comer pague dizimo?????
acho meio estranho
vc maltrata sua mãe, chuta o cachorro, chinga o papagaio, etc, ai vai na igreja, se confessa para uma pessoa igual a quaquer outra, reza 1000 ave maria, 2000 pai nosso, fica dois dias ajoelhado no milho e todo o resto ai vc esta perduado???
presumindo que deus ve tudo ou os anjos, santos, bom sei la, praque que eu tenho que me confessar?não seria mas coerente eu pedir perdão pelo que fiz,não cometer os mesmos erros e reconhecer que eu errei, não para os outros mas para mim mesmo?
vou la no padre, digo a ele que cometi um monte de pecados, ele me da uma penitencia, depois de um tempo volta e faço tudo de novo, vou la no padre, digo a ele que cometi um monte de pecados, ele me da uma penitencia, depois de um tempo volta e faço tudo de novo, vou la no padre, digo a ele que cometi um monte de pecados, ele me da uma penitencia, depois de um tempo volta e faço tudo de novo....
é o meu ponto de vista.

Afixado por igreja catolica???? em 7 de novembro de 2004, às 14:15

realmente o cara é muito bom!!!!!hahahahaha
Meu caro Bernardo Sanchez, o tal autor que escreveu um lixo como vc mesmo disse e o Dan Brown, isso?Bom não sei se o que ele escreveu é verdade ou não, acho que o livro dele tem mais verdades que a biblia escrita pela nossa MARAVILHOSA IGREJA CATOLICA!!!!
O que eu mais estou curtindo nesta pagina é que ele esta tirando o sono de muita gente, gente como vc que, acha que esta certo em tudo que diz e que sua verdade é absoluta,que é intolerante com a opnião alheia sendo que exige que a sua opnião seja respeitada ( vc é meio contraditorio não?).
Caro Bernardo, o cara que escreveu o lixo que vc diz é muito esperto, sendo verdade ou não o que esta escrito no lixo esta vendendo no mundo todo pra caramba, hahahahah.Como vc ja disse não tem interesse em fazer o mesmo, mas na verdade eu acho que vc esta puto pq acha que sabe mais do que ele mas é ele que esta fazendo o maior sucesso no mundo( QUE IRONIA NÃO).,
Pq vc diz que é tudo mentira o que ele escreveu?
Como vc escreveu antes, vc é catolico, certo?Quem te garante que o que esta escrito na biblia é verdade, quem te garante que os tantos livros que vc faz tanta questão de dizer que leu são todos fatos reais, quem te garante que vc esta certo em alguma coisa, quem te garante que não existe vida fora deste planeta, QUEM TE GARANTE QUE VC REALMENTE EXISTE???
Realmente como vc disse "GOSTO NÃO SE DISCUTE" eu tb acho e lhe digo mais"GOSTO NÃO SE DISCUTE SE LAMENTA" HAHAHAHAHA
Vc como catolico ja deveria saber de uma coisa muito basica:temos que respeitar a opnião das outras pessoas independente do seu nivel de cultura, cada qual tem uma maneira de se expressar, tem o seu ponto de vista e não me venha com este papo furado de que vc só não tolera desrespeito aqui se vc foi o primeiro a desrespeitar um autor e sua obra, o seu ponto de vista e ja desrespeitok varias pessoas aqui com sua prepotencia, arrogancia e ignorancia, ok?
vc pode ate deletar o que eu escrevi aqui, isso só mostraria quem vc é de verdade.
Meu caro Bernardo, não me leve a mal é apenas o meu ponto de vista igual ao seu a respeito da obra de Dan e a opnião das outras pessoas.
Abraços!!!!

Afixado por fabio em 7 de novembro de 2004, às 15:00

Caro Fabio,

o volume de vendas nem sempre é sinal de qualidade, basta pegar no exemplo de Paulo Coelho, que soube tirar vantagem de uma ausencia de orientacao ocidental, impigindo misticismo gratuito. Livros como As Valquirias ou O Demonio e a Sra Prym nao contribuem em nada para o enriquecimento espiritual da humanidade, pelo contrário, sim, para a sua simplicidade.
Também nao acredito que o Bernardo pretenda atinjir qualquer tipo de notoriedade com suas discussoes nem penso que se trate aqui de momentos de cobica ou inveja.
Bernardo publicita suas opinioes que até ver nao tem conseguido fundamentar de forma convincente, daí penso ser mais aconselhavel "permitir"-lhe esclarecer-nos quanto à sua verdade.
Mas por favor, deixemo-nos de escarnios em discussoes que pretendem atingir limites minimos de seriedade.
OK, com excepcao das escrituras biblicas, "elaboradas por maos humanas mas de inspiracao divina", esse comentário tira realmente qualquer um do sério...

Afixado por Rita em 7 de novembro de 2004, às 15:21

OLA RITA, TUDO BEM???
PRIMEIRAMENTE NÃO FUI EU QUEM ESCREVEU A PARADA DA INSPIRAÇAO DIVINA, OK.
NÃO QUERO OFENDER E SIM POR O MEU PONTO DE VISTA, ENTREI NESTE SITE POR ACASO, COMECEI A LER E SÓ ACHEI ERRADO O TAL DE BERNARDO TIRAR UMA ONDA DE O SENHO DA VERDADE.
ME DESCULPE RITA PELA FALTA DE SERIEDADE, APENAS NÃO DA PRA TENTAR TRATAR UMA PESSOA COMO ELE COM SERIEDADE, EU NÃO LI UMA LINHA DELE TRATANDO ALGUEM QUE FOI CONTRA AS OPNIOES COM SERIEDADE E RESPEITO
CONCORDO COM VC QUE VOLUME NÃO É QUALIDADE, NÃO GOSTO DE PAULO COELHO,MAS TEM GENTE QUE SE LIGA NISSO E ELE PARECE SER UMA PESSOA QUE LIGA.
POR FAVOR RITA NÃO ME LEVE A MAL E CONCORDO COM SEU PONTO DE VISTA A RESPEITO DO MEU COMENTARIO.
OBRIGADO
FABIO

Afixado por FABIO em 7 de novembro de 2004, às 16:15

acabei agora mesmo de ler o livro, li o livro como umo romance e digo que é um bom romance e esta muito bem construido. Vamos deixar-nos de mistorar as coisas de ume vez por todas, o livro e uma "estoria" muito bem conseguida. Se sãoverdade os factos nao interessa para o caso, ai tinhamos que ler livros mosmo historicos e nao romances.

Afixado por pfa em 7 de novembro de 2004, às 21:18

acabei agora mesmo de ler o livro, li o livro como umo romance e digo que é um bom romance e esta muito bem construido. Vamos deixar-nos de mistorar as coisas de ume vez por todas, o livro e uma "estoria" muito bem conseguida. Se sãoverdade os factos nao interessa para o caso, ai tinhamos que ler livros mesmo historicos e nao romances.

Afixado por pfa em 7 de novembro de 2004, às 21:19

acabei agora mesmo de ler o livro, li o livro como umo romance e digo que é um bom romance e esta muito bem construido. Vamos deixar-nos de mistorar as coisas de ume vez por todas, o livro e uma "estoria" muito bem conseguida. Se sãoverdade os factos nao interessa para o caso, ai tinhamos que ler livros mesmo historicos e nao romances.

Afixado por pfa em 7 de novembro de 2004, às 21:19

acabei agora mesmo de ler o livro, li o livro como umo romance e digo que é um bom romance e esta muito bem construido. Vamos deixar-nos de misturar as coisas de ume vez por todas, o livro e uma "estoria" muito bem conseguida. Se sãoverdade os factos nao interessa para o caso, ai tinhamos que ler livros mesmo historicos e nao romances.

Afixado por pfa em 7 de novembro de 2004, às 21:19

acabei agora mesmo de ler o livro, li o livro como umo romance e digo que é um bom romance e esta muito bem construido. Vamos deixar-nos de misturar as coisas de ume vez por todas, o livro e uma "estoria" muito bem conseguida. Se sãoverdade os factos nao interessa para o caso, ai tinhamos que ler livros mesmo historicos e nao romances.

Afixado por pfa em 7 de novembro de 2004, às 21:19

acabei agora mesmo de ler o livro, li o livro como umo romance e digo que é um bom romance e esta muito bem construido. Vamos deixar-nos de misturar as coisas de uma vez por todas, o livro e uma "estoria" muito bem conseguida. Se sãoverdade os factos nao interessa para o caso, ai tinhamos que ler livros mesmo historicos e nao romances.

Afixado por pfa em 7 de novembro de 2004, às 21:19

Acabei agora mesmo de ler o livro, li o livro como umo romance e digo que é um bom romance e esta muito bem construido. Vamos deixar-nos de misturar as coisas de uma vez por todas, o livro é uma "estoria" muito bem conseguida. Se são verdade os factos nao interessa para o caso, aí tinhamos que ler livros mesmo documentais e não romances.

Afixado por pfa em 7 de novembro de 2004, às 21:20

Olá Fabio,

eu sei que as palavras nao foram da tua autoria, so as utilizei como exemplo da falta de objectividade da parte do Bernardo. O que nao quer dizer que se va seguir o seu exemplo.
Parece-me que este debate está a por muitas vozes em alvoroco...

Afixado por Rita em 8 de novembro de 2004, às 00:07

isso aqui ta virando sala de bate papo...
quando chegarem a um acordo me avisem por favor... hahahahahahaha

Afixado por Anonymous em 8 de novembro de 2004, às 01:17

Olá Rita,

"desejo sem ironias congratula-lo pelo seu trabalho de pesquisa e pela sua eloquencia escrita, fundamentada por (acredito terem sido) anos de investigacao e fascinio."

Obrigado. Completo dizendo que a investigação é de carácter amador. A minha formação é em engenharia.

"Porém, as suas palavras revelam falta de humildade. A comecar pelo seu nome pleno de "des" e "das". Normais aspiracoes pseudo-aristocráticas de Portugal."

Oh, minha amiga, tenha juízo.
O meu nome, de BI, é Bernardo Ferraz de Lima Sanchez da Motta. Cada nome vem de um avô ou avó. Daí os quatro nomes. Assino Sanchez da Motta, porque o Sanchez é o apelido final da minha mãe, e o Motta do meu pai.
Este tem sido o meu nome, desde que o meu pai me registou no civil, há 28 anos atrás.
Como há-de imaginar, não alterei o nome que me foi atribuido pelos meus progenitores, por uma questão de respeito e porque gosto do nome.

Motta é um normalíssimo nome de família português. O "da Motta" tem a ver com o facto de que "mota", em português antigo, é sinónimo de mata, ou bosque. Era também um local, pelo que o "da" faz todo o sentido, para dizer que se trata de pertença a um local.
O facto de manter inalterado o nome dos meus avós é uma forma de respeitar o seu legado, e de respeitar o passado, muitas vezes humilde e de província, da minha família.
Não tenho títulos nobiliárquicos, nem qualquer tipo de pretensão a esse nível. Não sou aristocrata.

"Um trabalho literário do nivel de Dan Brown nao merece ser menosprezado com palavras semelhantes às que usa, se a verdade nao é relatada, pelo menos a pesquisa merece louvores, assim como a astucia em determinadas observacoes."

Não há qualquer tipo de pesquisa séria. Dan Brown pilhou as ideias de obras pseudo-históricas anteriores e de fóruns da internet, onde outras pessoas discutiam estes assuntos.
A qualidade literária de Brown é patética.
Dan Brown estuda história por livros de supermercado, e não pelos clássicos.

"Que o livro possa ser considerado difamatório percebe-se, mas mais poderoso será o atentado ao sentido realista da humanidade a doutrina de uma igreja catolica."

Se quiser, não precisa de aderir à doutrina católica. Mas esta sua frase, para mim, é incompreensível.

"As metáforas transformaram-se em verdades literais com o passar dos anos e é entristecedor que os crentes nao se consiguem libertar de tais veus."

É entristecedor ver que o leitor comum, por falta de leitura e por excesso de consumo mediático, não se consiga libertar dos véus que lhe atiram para cima.

"Pessoas iluminadas e crentes como o Bernardo conseguem vislumbrar através do horizonte de alegorias religiosas, mas nao deixa de ser malévola a manipulacao a que se assiste ao longo do passar dos tempos."

Minha amiga, eu não sou ninguém. Muito menos um iluminado.

"As massas querem-se ignorantes, assim torna-se mais fácil a manipulacao."

Exacto. É esse o meu plano para o domínio do mundo.

"Eu nao condeno crencas, condeno igrejas que se constroiem e alimentam delas. Para acreditar nao necessito de edificios ou instituicoes, qualquer fé deveria ser metafísica."

Mas a fé também é metafísica!
Não percebo a sua ideia: sem uma instituição, como é que se mantém a integridade de uma doutrina? Como é que se evita a sua adulteração, a sua perversão, o seu esquecimento?

"As religioes do mundo - quaisquer que elas sejam, ocidentais, orientais - e todos os seus orgaos sobrevivem à custa do maior medo da humanidade: a morte e o subsequente sentido da vida."

O sentido da vida é o que de mais importante temos para nos preocuparmos nesta existência.

Respeito a sua opinião, e o gosto que teve na leitura de Dan Brown. Peço-lhe que respeite a minha opinião, e o facto de que eu considero que Dan Brown é medíocre e mal intencionado.

Cumprimentos

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 8 de novembro de 2004, às 10:33

"Caro Fabio,

o volume de vendas nem sempre é sinal de qualidade, basta pegar no exemplo de Paulo Coelho, que soube tirar vantagem de uma ausencia de orientacao ocidental, impigindo misticismo gratuito. Livros como As Valquirias ou O Demonio e a Sra Prym nao contribuem em nada para o enriquecimento espiritual da humanidade, pelo contrário, sim, para a sua simplicidade."

Obrigado, Rita, pela sua resposta, que me fez dispensar uma resposta (que seria longa e trabalhosa) ao Fábio.
O facto de tanta gente gostar de Paulo Coelho, que como você diz e bem, em nada contribui para o esclarecimento espiritual, é precisamente um sinal de que as pessoas, regra geral, deixaram de conseguir discernir o bom do mau. Por isso é que, na minha opinião, tanta gente não consegue ver a mediocridade de Dan Brown.

"Também nao acredito que o Bernardo pretenda atinjir qualquer tipo de notoriedade com suas discussoes nem penso que se trate aqui de momentos de cobica ou inveja."

Exacto.

"Bernardo publicita suas opinioes que até ver nao tem conseguido fundamentar de forma convincente, daí penso ser mais aconselhavel "permitir"-lhe esclarecer-nos quanto à sua verdade."

Esclarecimento: não há a "minha" verdade, nem a "vossa" verdade. Há uma Verdade. Se eu ou qualquer um de vocês diz uma verdade, é porque a Verdade, nesse caso específico, operou através de vós. Se eu ou qualquer um de vocês diz um disparate, é porque erramos, e porque nesse caso específico, não fomos porta-voz da Verdade.

Assim:

1. Ou eu estou errado, e vocês estão certos, e a doutrina católica é péssima e está erradíssima

2. Ou eu estou certo, e vocês estão errados, e a doutrina católica é uma boa doutrina

Não há várias verdades! Há apenas uma verdade, seja qual for a questão que nos colocamos. Qualquer que seja a nossa dúvida, a pergunta que façamos, há sempre uma resposta verdadeira, que é preciso procurar com esforço e dedicação.

"Mas por favor, deixemo-nos de escarnios em discussoes que pretendem atingir limites minimos de seriedade."

Concordo.

"OK, com excepcao das escrituras biblicas, "elaboradas por maos humanas mas de inspiracao divina", esse comentário tira realmente qualquer um do sério..."

Rita, responda-me ao seguinte: com esta sua frase, não posso eu afirmar, com toda a justiça, que em relação à questão da inspiração divina ser inexistente, você acabou de emitir uma "verdade absoluta"?

Ao dizer "tira realmente qualquer um do sério", não está você a mutilar e a desrespeitar a minha opinião?

Relembro-lhe que tudo o que eu escrevo resulta de um investimento de tempo em leitura e raciocínio. Posso errar, mas nunca escrevo nada de forma ligeira, ou "light". Ou seja, por outras palavras, dou-me conta do que escrevo, e escreveria isso de novo.

Posso estar errado, mas respeite-se a seriedade da minha intenção, ao colocar em palavras o que penso.

Obrigado

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 8 de novembro de 2004, às 10:45

Ola,
Bernardo sou uma das anonimas a quem você respondeu ""Gostei do livro tanto é que agora estudo sobre Da Vinci e o priorado de sião quase que toscamente eu diria mais um dia eu chegarei a saber tanto quanto vocês. O livro deve ser o ponto de partida para a curiosidade de conhecimentos maiores e não deve ser tomado como uma Biblia sobre o assunto."

Ainda bem que tem a determinação de tentar saber mais. Foi precisamente assim que eu comecei: a ler comentários de outros que estudava isto há mais tempo. Se você for uma pessoa determinada, não duvido que avançará muito. Não tenho qualquer dificuldade sequer em supor que nos poderá ultrapassar a todos em conhecimento. Até lhe digo mais: oxalá o faça!"
Primeiro gostaria de agradecer atenção. Isso tem me chamado a atençâo a algum tempo mas de modo geral sou facinada por historia. Sou brasileira e as vezes me sinto perdida em meio a tanto lixo e falta de qualidade de ensino nas escolas. Tenho a penas 14 anos mas como você pode ver não estou disposta a ficar como a grande massa populosa que se contenta com coisas tão futeis e com meias verdades. Por isso gostaria de pedir delicadamente se você puder me mandar algumas referencias de livros que possam me ajudar nesse começo. Isso se estende as outras que possam de alguma forma me ajudar.
Obrigada pela atençâo.

Afixado por mira em 8 de novembro de 2004, às 20:57

Olá Bernardo,

nao sei onde foi buscar o "minha amiga", expressoes coloquiais do género sao infrutíferas quando se deseja eliminar ironias. Ah, perdao, talvez nao tenha sido o caso.
Se o Sanchez é materno e o Motta é paterno, de onde é proveniente o "da"? E se "da Motta" faz tanto sentido pelo desígnio de um local, de onde vem o "de Lima"? Enfim, o seu nome é de BI e pretende preservar o nome dos seus antepassados (deixe-me que lhe diga que nao creio que tenha sido uma escolha pessoal), espero sinceramente que os seus descendentes nao mantenham as mesmas pretensoes, de outra forma nao teremos um documento identificatório extenso o suficiente...

Nao pretendendo com as minhas palavras defender um Dan Brown, apenas me surpreende a sua certeza aguerrida e inabalável quanto à qualidade (ou falta de?) dos seus escritos literários. Em que fundamenta as suas teses? Já lhe ocorreu que Brown possa ser um contestatário? Nao me recordo de ter lido qualquer comentário onde seja afirmado o teor de veracidade factual de o Código da Vinci. Gostaria, porém, de regressar ao Louvre para poder dislumbrar uma ultima ceia desta vez com olhos mais astutos.
Se a verdade estivesse definida, Bernardo, estariamos aqui a ver escoar o nosso tempo com comentários fugazes. A verdade, Bernardo, é que, se existe uma Verdade, ela nao foi revelada, provavelmente nunca o será, ou pelo menos em tempo de vivencia mundana. Neste forum ninguém impoe uma verdade, mas opinioes sobre como se veste essa verdade, que forma ela poderá incorporar. Apenas o Bernardo pretende alcancar um consenso já de si impossivel, eliminado a priori. Li algures que "é preciso distinguir o que se sabe do que nao se sabe; e o que nao se sabe do que nem sequer se sabe que nao se sabe. O que nao sei que nao sei é o decisivo".
Mantenho a minha conviccao de que nao preciso de instituicoes de fé, bastam-me ja as instituicoes estatais, com todos os seus vícios e delicadezas. A doutrina divina, palreada por outros que, como seres humanos e de opiniao inerente, a poderao ter a(du)lterado, nao me interessa minimamente. Desprezo a Igreja Católica profundamente, como qualquer outra seita ou braco religioso-doutrinal, que se ache detentora da Verdade. Acredito em metáforas, o salvador guia seu rebanho, pois infelizmente cada qual sabe cada vez menos de si. Nenhuma teoria ja foi capaz de responder à pergunta original. Se quer a minha opiniao sincera, acho entristecedor que se enalteca uma Igreja por aquilo que ela apregoa, se pensarmos um pouco para além da superfície depressa nos apercebemos que os denominados 10 mandamentos nada mais serao do que as mais banais filosofias de vida de que se possa ter ideia.
Como diria Caeiro, eu nao tenho filosofias, tenho sentidos, acredito na minha consciencia e nao necessito de me penitenciar por pensamentos destruidores além do meu próprio purgatório mental. Sou livre na crenca de que a minha consciencia provem de algo que comigo nasce, independentemente da minha educacao e da minha socializacao. O primeirissimo grao no universo terá de originar de algo, a tal substancia a que alguém decidiu chamar Deus? de facto? mas nao haverá tantas leis na fisica ainda por explicar? Que prepotencia pensar que nós, os ínfimos perante a perenidade do universo, possamos estar perante qualquer tipo de verdade? Eu, o Bernardo, Karol Wojtyla...

Afixado por Rita em 8 de novembro de 2004, às 21:40

Pah oh bernardo ta calado mazé pah, achas k o romance é lixo? lixo eh a merda da tua religiao k como tu dizes "sobreviveu 2 mil anos". Isso sim é lixo e só 1 coisa la por seres engenheiro la da merda.. kem és tu pa andares a tentar mudar a cabeça das pessoas?

Afixado por Vinci em 8 de novembro de 2004, às 21:48

Viva!
Lembrem-se que os Pergaminhos do Mar Morto não foram inventados ontem! Incluem muitos livros que não foram incluidos nas Sagradas Escrituras! Muita informação ficou esquecida! O livro de Dan Brown apenas ve~io trazer à ribalta velhos catrapázios que a igreja quis esconder durante séculos em nome de algo em que se fundamenta a própria igreja. Fe~licito as pessoas que têm a sua opinião própria em vez de seguir piamente o que diz o "Santo Ofício" (que já podemos ver que de santo não tem nada...). Abraço a todos e um conselho: comprem (quem puder) o Código de Da Vinci! e não só diversifiquem vossas leituras e encontrem parte da verdade por vocês mesmos!

Afixado por Valium Pill em 8 de novembro de 2004, às 23:04

Viva!
Lembrem-se que os Pergaminhos do Mar Morto não foram inventados ontem! Incluem muitos livros que não foram incluidos nas Sagradas Escrituras! Muita informação ficou esquecida! O livro de Dan Brown apenas ve~io trazer à ribalta velhos catrapázios que a igreja quis esconder durante séculos em nome de algo em que se fundamenta a própria igreja. Fe~licito as pessoas que têm a sua opinião própria em vez de seguir piamente o que diz o "Santo Ofício" (que já podemos ver que de santo não tem nada...). Abraço a todos e um conselho: comprem (quem puder) o Código de Da Vinci! e não só diversifiquem vossas leituras e encontrem parte da verdade por vocês mesmos!

Afixado por Valium Pill em 8 de novembro de 2004, às 23:04

Viva!
Lembrem-se que os Pergaminhos do Mar Morto não foram inventados ontem! Incluem muitos livros que não foram incluidos nas Sagradas Escrituras! Muita informação ficou esquecida! O livro de Dan Brown apenas ve~io trazer à ribalta velhos catrapázios que a igreja quis esconder durante séculos em nome de algo em que se fundamenta a própria igreja. Fe~licito as pessoas que têm a sua opinião própria em vez de seguir piamente o que diz o "Santo Ofício" (que já podemos ver que de santo não tem nada...). Abraço a todos e um conselho: comprem (quem puder) o Código de Da Vinci! e não só diversifiquem vossas leituras e encontrem parte da verdade por vocês mesmos!

Afixado por Valium Pill em 8 de novembro de 2004, às 23:05

Viva!
Lembrem-se que os Pergaminhos do Mar Morto não foram inventados ontem! Incluem muitos livros que não foram incluidos nas Sagradas Escrituras! Muita informação ficou esquecida! O livro de Dan Brown apenas ve~io trazer à ribalta velhos catrapázios que a igreja quis esconder durante séculos em nome de algo em que se fundamenta a própria igreja. Fe~licito as pessoas que têm a sua opinião própria em vez de seguir piamente o que diz o "Santo Ofício" (que já podemos ver que de santo não tem nada...). Abraço a todos e um conselho: comprem (quem puder) o Código de Da Vinci! e não só diversifiquem vossas leituras e encontrem parte da verdade por vocês mesmos!

Afixado por Valium Pill em 8 de novembro de 2004, às 23:06

Viva!
Lembrem-se que os Pergaminhos do Mar Morto não foram inventados ontem! Incluem muitos livros que não foram incluidos nas Sagradas Escrituras! Muita informação ficou esquecida! O livro de Dan Brown apenas ve~io trazer à ribalta velhos catrapázios que a igreja quis esconder durante séculos em nome de algo em que se fundamenta a própria igreja. Fe~licito as pessoas que têm a sua opinião própria em vez de seguir piamente o que diz o "Santo Ofício" (que já podemos ver que de santo não tem nada...). Abraço a todos e um conselho: comprem (quem puder) o Código de Da Vinci! e não só diversifiquem vossas leituras e encontrem parte da verdade por vocês mesmos!

Afixado por Valium Pill em 8 de novembro de 2004, às 23:07

Para a Rita,

"nao sei onde foi buscar o "minha amiga", expressoes coloquiais do género sao infrutíferas quando se deseja eliminar ironias. Ah, perdao, talvez nao tenha sido o caso."

De facto, não era o caso.
Mas deixe lá cair o "amiga". Tanto me faz. Os meus amigos, tenho-os em respeito e não concedo amizade a qualquer um.

"Se o Sanchez é materno e o Motta é paterno, de onde é proveniente o "da"? E se "da Motta" faz tanto sentido pelo desígnio de um local, de onde vem o "de Lima"?"

Sabe qual é o meu problema?
É ter respeito a mais por certas pessoas. Já me arrependi de lhe ter explicado, visto que você não mereceu sequer uma letra da minha consideração, e demonstra uma tremenda falta de educação e de respeito.

"Nao me recordo de ter lido qualquer comentário onde seja afirmado o teor de veracidade factual de o Código da Vinci."

Tente a primeira página do romance, a que diz "FACTO:". E depois, tente o site de Dan Brown, onde o próprio o afirma.

"Mantenho a minha conviccao de que nao preciso de instituicoes de fé, bastam-me ja as instituicoes estatais, com todos os seus vícios e delicadezas."

Respeito a sua opinião, mas discordo totalmente, assim como discordo de tudo o que escreveu.

"Desprezo a Igreja Católica profundamente"

Sim, dá para ver que a sua postura está influenciada por um anti-clericalismo evidente.

Vá à sua vida, escolha outra vítima, e passe bem.

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 9 de novembro de 2004, às 09:24

"Assim:

1. Ou eu estou errado, e vocês estão certos, e a doutrina católica é péssima e está erradíssima

2. Ou eu estou certo, e vocês estão errados, e a doutrina católica é uma boa doutrina"

Já ouviu falar de falácia Bernardo? É porque há pessoas que não acreditam na igreja e mesmo assim consideram o "Código da Vinci" uma porcaria. Se essas pessoas estiverem certas, tanto o Bernardo como a Rita estão errados.

Afixado por Zuja em 10 de novembro de 2004, às 11:09

Já agora Rita, não consigo deixar de dizer que quando as pessoas escolhem ofender os outros com ataques pessoais, em vez de atacarem as suas opiniões, dão ideia de serem imaturas ou que não são suficientemente inteligentes.

Afixado por Zuja em 10 de novembro de 2004, às 11:21

"Já ouviu falar de falácia Bernardo? É porque há pessoas que não acreditam na igreja e mesmo assim consideram o "Código da Vinci" uma porcaria. Se essas pessoas estiverem certas, tanto o Bernardo como a Rita estão errados."

É evidente que sim, Zuja. Estive a reler o que escrevi, e também achei que saiu mal... Não devia ter misturado a questão da doutrina para dar o exemplo. Repare: eu escrevo a meio de outras coisas, muitas vezes a correr, não tenho tempo para mensagens muito estruturadas, e é normal ver disparates assim. É uma questão estatística: eu comento tanto aqui, que é normal sair-me mal de vez em quando.

A minha ideia era simples, e pode-se aplicar a tudo. Em relação a uma tese, seja ela qual for, há apenas UMA verdade. "Vasco da Gama foi à Índia por mar". Esta frase ou é verdadeira ou é falsa.

- O Priorado de Sião foi fundado no século XI
FALSO

- O Priorado de Sião tem provas de uma descendência de Jesus Cristo
FALSO

- O Priorado de Sião contou na sua história com elementos ilustres como Leonardo da Vinci
FALSO

Percebe?
Há por aqui muita gente a escrever com base em teses que são FALSAS. E não vale a pena virem-me dizer que há várias verdades em relação a isto. Quando eu escrevo aqueles "FALSO" debaixo das teses dadas atrás, das duas uma: a) eu estou certo; b) eu estou errado.
Fiz-me entender?
No fundo, detesto e repudio vivamente o relativismo em relação à verdade. Se as pessoas acham que eu estou errado, e que as teses atrás apresentadas (e outras) são teses VERDADEIRAS, elas têm que procurar factos concretos para refutação. Eu me baseio em factos para as classificar de FALSAS.

Um abraço

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 10 de novembro de 2004, às 11:23

Cara... nota dez a discussão... Gostaria de comentar, se alguém ainda não o fez,o Bernardo deve fazer parte da Opus Dei... Abraço!

Afixado por Tejada_templar em 11 de novembro de 2004, às 01:49

Cara... nota dez a discussão... Gostaria de comentar, se alguém ainda não o fez,o Bernardo deve fazer parte da Opus Dei... Abraço!

Afixado por Tejada_templar em 11 de novembro de 2004, às 01:50

Cara...

Nota seis pela tua perspicácia.
Não faço parte da Opus Dei, nem nunca fiz, mas obrigado pela tua útil contribuição...
Abraço!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 11 de novembro de 2004, às 09:45

Era bom que também se falasse sobre o perigo de desculpar e até louvar os actos sexuais como forma de aproximação a Deus. Ultimamente têm saído muitos best sellers a defender estas práticas. O “Código da Vinci”, “A Senhora de Avalon”…

Acho que estas ideias seduzem muitos leitores que podem começar a achar normal uma barbaridade destas. Parece que o mundo tem memória curta e já não se lembra de uma certas seitas dos EUA que conduziram à perversão e à morte de muitos inocentes.

Afixado por zuja em 11 de novembro de 2004, às 12:41

Bernardo Sanchez da Motta, quem és tu?

Afixado por Anonymous em 11 de novembro de 2004, às 22:34

Zuja,
parabéns por ter abordado as questões, que aqui se têm posto, sob um outro ângulo, pela perogosidade que constituem certo tipo de teorias que levam os incautos e inocentos ao engano, a cuja reflexão e advertência não devemos ficar indiferentes!
Helena

Afixado por Helena em 12 de novembro de 2004, às 11:24

1 -
Muitos se assustam ao ouvir dizer que existe um evangelho de Maria Madalena. Como? Uma prostituta escreveu um evangelho? O estudo acurado dos escritos apócrifos, isto é, textos sagrados que não entraram na Bíblia, nos proporciona descobertas inusitadas: Maria Madalena não era prostituta; Jesus a amava muito; A nossa devoção Mariana tem sua origem nos apócrifos. Os apócrifos do Segundo Testamento (Novo Testamento) são em torno de 60 e os do Primeiro Testamento, 52.

Afixado por Esclarecedor em 12 de novembro de 2004, às 15:35

2 -
Tanto Maria Madalena como Maria, a mãe de Jesus, são personagens que marcaram o cristianismo. A diferença está em descobrir que nos apócrifos Maria Madalena não era a prostituta e Maria, a mãe, não deixou de ser mulher para ser a mãe do Salvador.

Afixado por Esclarecedor em 12 de novembro de 2004, às 15:43

"sem uma instituição, como é que se mantém a integridade de uma doutrina? Como é que se evita a sua adulteração, a sua perversão, o seu esquecimento?"
Não pode uma instituição adulterar e perverter uma doutrina? Não são as instituições também elas feitas por homens? A única arma que o Homem possui na luta contra o esquecimento é a História e até essa, tanto quanto sei, é escrita pelos vencedores.

Afixado por Zuja em 12 de novembro de 2004, às 15:44

Nao quero com isto defender o livro, que fique bem claro. Considero que o livro é construido numa data de mentiras perigosas. Que não atingem apenas a religião católica romana, mas afectam também os valores éticos das sociedades. Por isso é que penso que devo participar. Porque as opiniões me parecem extremadas entre os católicos que condenam o livro e os acusadores o defendem. O que me entristece é que parece que a única alternativa à religião católica ou é entrar noutra religião, ou alimentarmo-nos do lixo literário que por aí anda. Pode ficar-me mal ir buscar a frase a um ditador, mas por vezes sinto-me "orgulhosamente só".

Afixado por Anonymous em 12 de novembro de 2004, às 16:11

Zuja,

ofensas a nível pessoal nao foram a minha intencao, apenas me interesso pelas origens e utilidades de certos nomes, cognomes e apelidos afins que se encontram na sociedade portuguesa que se afirma moderna. Entristece-me o facto dos superfluos "des" e "das" e "es" e "etc" muito frequentemente serem utilizados como atestados inerentes de supostas nobreza e inteligencia. Concedo-me o direito de discordar de tais usos e costumes. E agradeco a liberdade de expressao.
Mas se fala em ataques pessoais com os quais aparentemente nao concorda, parece-me que acabou de provar o contrario e colocar-se em posicao contraditoria à sua conduta. Ou acha que neste site se poem à prova QIs?

E Bernardo, o "amiga" veio de si, nao de mim. A ironia e a falta de educacao para com outros parece-me, além do mais, ser o de mais típico neste site e noutros, onde anonimamente se troca impressoes. Acredite que esse pensamento me passou pela cabeca quando li certos comentários seus. Mas enfim, nao quis comentar.
E se a minha postura anti-clerical o desagrada por ser antagonica à sua, e daí errada, pois a Verdade parece ter encarnado em entidades e anonimos que defendem a sua teoria pessoal com a veemencia bernardina pseudo-despótica a que temos vindo a assistir, lamento informá-lo de que se deve preparar para as desilusoes que o esperam, pois deparar-se com alguém que nao se curve perante as suas opinioes tao fundamentadas sucederá muito frequentemente na sua -que se espera - longa existencia.

Afixado por Rita em 13 de novembro de 2004, às 00:33

Querido Bernado!Não comprei e nem li o Código Da Vinci, pq não acredito nos "dez mais vendidos", embora me interesse muito o assunto.Comprei o Revelando o Código Da Vinci de Martin Lunn, estou lendo, confesso estou confusa, porisso é q cheguei até vcs. Sou uma dona-de-casa q pouco sabe usar a internet e muito menos poderia deixar minha opinião sobre algo q pouco conheço.Queria só dizer q admiro pessoas como voce q partilham conhecimentos e q respeitam opinões contrárias, desde q sejam c educação e tambem sabem responder á altura qdo alguem não o respeita.Parabens!Vou continuar na minha busca espero um dia poder deixar algo q interesse a vcs e q possa ser publicado para q tu ou outras pessoas concordem ou descordem , só assim poderemos ser uma única nação!

Afixado por Carmen em 14 de novembro de 2004, às 05:44

Rita,

Não vale a pena.

Já agora, ninguém viu o documentário que passou na SIC na semana passada? Abordou estes temas…

Afixado por Anonymous em 15 de novembro de 2004, às 12:58

Eu axo k o povo está maluco, lol.
Muita gente aqui se julga muito "culta" mas na minha opinião o mais culto é o que se julga burro ( tal como disse Socrates por outras palavras ). A cultura de uma pessoa pode ser no campo religioso, a de outra pessoa em fazer comida, a de outra em roubar, a de outra em lecionar, etc. A cultura, penso eu, está-nos subjacente da forma como nos foi ensinada. Se o nosso mundo tivesse leis inversas ás nossas, nós seriamos ignorantes, e os ignorantes de hoje seriam sábios. Por esta razão eu penso que todas as pessoas têm cultura e QI, algumas poderam é ter falta de educação. Quanto ao tema do site, penso que aqui nng está a ser "culto", pois se nao conseguem respeitar a opinião dos outros, tentando sempre fazer prevalecer a sua, estão a ser "ignoantes" (perdoem-me a palavra). Eu nao acredito em Deus, nem em nd de católico, acredito apenas que nao estamos só no universo, pois o espaco é imenso e seria demasiado egocentrismo acreditarmos sermos os únicos "sortudos". Mas eu louvo os crentes em qq seita religiosa ou mesmo os ateus, desde que esses valores que veneram facam delas pessoas melhores no dia-a-dia. E acho que isso é que é preciso, sentirmo-nos bem no nosso quotidiano, mas sempre respeitando a opinião/libredade dos outros.
Um abraço a toda a gente [] / ou um *

Afixado por Ricardo em 15 de novembro de 2004, às 13:00

Viva pessoal!
Com muita pena minha já algum tempo que não tenho oportunidade de ler os poucos comentários que algumas pessoas esclarecidas (outras infelizmente não..., mas quem sou eu pra julgar!) sobre algo tão importante como o nascimento de Jesus Cristo. Importante ao ponto de ser considerado um marco histórico na contagem dos anos, antes Dele e depois dele. É tão importante q chega ao ponto de ser considerado como profeta por outra religião que não o Cristianismo: o Islamismo! Os islamitas não consideram Jesus como filho de Deus, mas Têm-no como profeta vindo da parte de Deus, neste caso Alá.
Os célebres livros apócrifos, não foram incluidos nas Sagradas Escrituras plo seguinte motivo: no Antigo Testamento estão apenas os livros que originalmente foram escritos em hebraico e aramaico, no Novo Testamento estão apenas os livros escritos em grego, apesar de naquele tempo se falar maioritariamente o hebraico. Esses livros estão disponíveis pra quem os quiser ler, O PIOR DE TUDO É QUE A IGREJA NÃO OS TEM EM CONTA!
Deus lá em cima deve pensar que fizeram um negócio em torno do Seu nome e não deve estar nada feliz.

Afixado por Vallium Pill em 15 de novembro de 2004, às 22:38

Antes de mais gostaria de louvar a criação deste espaço de debate.
Se podemos afirmar que existem imprecisões graves no livro (isso sim é um FACTO), também é verdade que os estudos efectuados sobre a matéria em epígrafe deixam várias omissões, que nos colocam essas sim perante o chamado acto de Fé; Ou acreditamos ou não.
A Opus Dei, assim como outras congregações (Jesuítas, Franciscanos, etc,) são para alguns a prova da união da Santa Madre Igreja, para mim são a prova de que ao contrário dos protestantes (Ex: Anglicanos, Luteranos, Pentecostais) a igreja católica sabe divide-se dentro de si mesma e para si se volta. Não vamos cair na ingenuidade de pensar que a Opus Dei é uma congregação do tipo das carmelitas, aliás, com pouco estudo e por puro exercício comparativo lhe encontramos mais semelhanças à extinta (?) Ordem do Templo que a outra congregação qualquer.
Se foi verdade que a Ordem do Templo em pouco tempo se tornou muito rica e poderosa também o é em relação é Opus Dei

Mas deixando as minhas considerações acerca deste paralelismo, e voltando á temática em discussão, a verdade é que este livro parece ter sido escrito visando a promoção de imprecisões a FACTOS, e isso sim é perigoso.

Atrevo-me a concordar que o autor é um homem com um propósito, uma agenda que não se limita ao ganho fácil do dólar, e aproveitando o espírito aqui deixado por alguns contribuintes, porque não uma teoria da conspiração:

Uma teoria daquelas que começa desta maneira, um testa de ferro mandatado escreve um livro em troco de alguma fama e proveito monetário, e talvez uma promessa de destaque dentro da organização, livro esse visando a rotura com as doutrinas e valores vigentes da sociedade judaico-cristã. Quando a difusão do livro já estivesse em marcha seriam lançados mais uma série de livros do género; do mesmo e de outros autores a soldo da organização apoiando e corroborando os falsos factos do primeiro.
Aquando do estabelecimento da duvida generalizada acerca das instituição começariam a lançar a duvida acerca da veracidade de Cristo como Filho de Deus (talvez tivesse sido apenas um profeta), e depois desta duvida também já instalada, porque não torna-Lo apenas um profeta… sim um profeta, aquele que antecedeu o maior dos profetas Maomé ….

Parece ridículo, certo, é eu também acho …. Mas é neste tipo de certezas que assenta o livro.

Um abraço a todos

Afixado por Gentil em 15 de novembro de 2004, às 23:35

Bernardo,

ainda a respeito dos Gregos: a unidade é a representação do Caos. Na mitologia grega, a geração do universo começou no Caos, na Terra e no Céu. A partir do caos, uno, surgem todos os filhos da noite, esta noite não é o contrário do dia mas sim a representação do não ser e da inexistência.
A partir da multiplicidade, ou seja, do Céu e da Terra, surgem todos os conceitos relacionados com a vida, o ser, o conhecimento e até a morte (parte do plano da existência).

Os gregos acreditavam num universo complexo e múltiplo, representado em vários deuses. Se considerarmos que os deuses acreditavam num deus uno, esse era o caos primordial, anterior à existência do mundo, que os gregos temiam.

Afixado por Zuja em 16 de novembro de 2004, às 12:42

Caro Gentil,

"Parece ridículo, certo, é eu também acho …. Mas é neste tipo de certezas que assenta o livro."

Eu não excluo a possibilidade de uma "conspiração", no sentido literal e material do termo. Mas, se calhar, é mais provável estarmos apenas perante uma tendência anti-católica do que perante um "complot" anti-católico. Até porque, mais danosa que a propaganda do "Código", é a tendência preconceituosa anti-católica de muitos leitores do livro, que a sociedade moderna, mais que tolerar, encoraja e difunde. Hoje em dia, é escandaloso e inaceitável ser-se racista ou homofóbico, mas é perfeitamente aceitável e até desejável, aos olhos da pseudo-elite intelectual moderna, ser-se anti-católico.

No léxico pseudo-intelectual moderno, religião e superstição são sinónimos. Ateísmo e intelectualidade são sinónimos. Tristes tempos estes...

Um abraço

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 16 de novembro de 2004, às 15:35

Olá Zuja,

"esta noite não é o contrário do dia mas sim a representação do não ser e da inexistência."

Neste ponto, estamos TOTALMENTE de acordo. o Não-Ser, ou a não-manifestação, é precisamente o conceito metafísico que é designado pelos termos mais simples de "trevas" ou "caos".

Mas discordo do seguinte:

"a unidade é a representação do Caos"

Não conheço profundamente a mitologia grega, pelo que posso estar a cometer uma asneira, mas aos olhos do criacionismo judaico-cristão, a Unidade, outro nome para Deus, é a Ordem que organiza o Caos: "ordo ab chaos".

A Criação a partir do nada ("ex nihilo") é um axioma católico, sendo que este "nada" é, numa linguagem que já não é puramente metafísica, um termo para o não manifestado. Para o "caos".

Com as devidas mudanças de contexto (que permitem apenas analogias e não identidades), é como o termo hindu "Prakriti", a "Substância Universal", que teria sido moldada pela acção de Purusha o princípio activo.

Assim, a Unidade é a inteligência criadora, e não a "substância" que serviu de base (ou seja, o "caos", ou o "não-manifestado".

"Na mitologia grega, a geração do universo começou no Caos, na Terra e no Céu."

Bom, mas parece-me que a Terra e o Céu já são causalmente posteriores ao Caos, porque dele derivam (por ordenamento).

"A partir da multiplicidade, ou seja, do Céu e da Terra, surgem todos os conceitos relacionados com a vida, o ser, o conhecimento e até a morte (parte do plano da existência)."

Sim, aqui concordo plenamente. A multiplicidade é predicado da Manifestação, ou usando linguagem judaico-cristã, da Criação.

"Os gregos acreditavam num universo complexo e múltiplo, representado em vários deuses. Se considerarmos que os deuses acreditavam num deus uno, esse era o caos primordial, anterior à existência do mundo, que os gregos temiam."

Seria?
Não seria Zeus, precisamente, a Unidade por detrás da Multiplicidade do manifestado? Não seria Zeus a Inteligência que ordenou o Caos?

Um abraço

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 16 de novembro de 2004, às 15:46

mta onda neh...
;)
To meio de inxirido aqui mas..., Tamben li o livro De Dan Brown , e eu acho q o cara tah podre de rico enquanto o seu livro...
Eh claro q ele fes issu pra chamar a tencao , Da igreja , da Hunanidade , fui comentar do livro com a minha vo ela quase teve un infarto... :P
issu leva a intender... q ele tava bem siente dissu , e fes soh pra causar una polemica.

Afixado por Anonymous em 16 de novembro de 2004, às 19:26

Caro Bernardo,

Quanto ao Caos primordial, era um só. Nele se encontravam todas as coisas – o tudo e o nada. Para haver ordem, teve de haver separação. Do Caos surgiu a Terra e o Céu. Para além destes, o Caos gerou mais “filhos” sozinho – tipo amiba, entende? Estes “filhos” são considerados na mitologia grega a anulação do ser.

A partir do Céu e da Terra são geradas todas as coisas relacionadas com o ser. Repare Bernardo, para os gregos só a partir de 2 entidades em conjunto é que surge o plano da existência. Ou seja, mais que um.

No entanto, não existe ainda ordem. Esta só é conseguida com a geração de Cronos, o Tempo.

Segundo a mitologia grega, todos os filhos da Terra e do Céu encontravam-se dentro do útero de sua mãe já que Terra e Céu estavam unidos. Foi preciso o Tempo para separá-los. Alegoricamente isto é explicado da seguinte forma: O Céu e a Terra eram amantes e permaneciam em coito permanente (isto é ridículo de se dizer assim mas não tenho outra forma de o explicar) e os filhos estavam presos dentro da mãe. Cronos (tempo em grego) então consegue da mãe uma foice (já que esta tem pena dos seus filhos aprisionados) e corta o órgão :) ao pai para se libertar e aos irmãos.

Curiosamente, já que estou em maré de contar, há muita gente que não sabe mas uma das 2 explicações do nascimento de Afrodite conta que Afrodite nasceu do sangue e sémen da castração do Céu. Interessante já que assim, eles acreditavam que o amor era uma forma de aniquilação do sexo.

Quanto a Zeus, pertence já ao panteão de Deuses do Olimpo e não tanto à génese do universo. Tem mais a ver com a história, criação e desenvolvimento do Homem e das Sociedades. Para os gregos, era o representante da Justiça e o decisor do destino dos Homens (não do universo).

Acrescento que não há correspondente entre o Deus católico e os gregos porque, se reparar, todos os deuses gregos podem ser de alguma forma anulados, enganados ou subjugados. Quanto ao Deus católico, isto não se verifica.

Bem, já me estou a alongar e isto é tudo demasiado complexo de explicar em poucas palavras. Não pretendo maçar ninguém :) termino por aqui.

Afixado por Zuja em 16 de novembro de 2004, às 20:28

Olá!!

Só pra dizer que acabo de ler o artigo na revista sabado, e quero te dar os parabens!!! Eu tb venho a fazer o mm, mas mais virada para os templarios! Achei piada ao codigo da vince, mas é um romance tem algumas "meias verdades"!!
Beijo


Ml

Afixado por Marisa em 16 de novembro de 2004, às 22:49

"Bem, já me estou a alongar e isto é tudo demasiado complexo de explicar em poucas palavras. Não pretendo maçar ninguém :) termino por aqui."

Bom, se eu fosse achar que estes temas são demasiado complexos para poucas palavras, nunca os teria levantado aqui no Afixe!

Os seus comentários são muito interessantes. Claro que falo apenas por mim, mas não estarei sozinho. Garanto-lhe que, longe de maçar, lança novas luzes sobre algumas questões que eu conhecia menos.

Um abraço

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 17 de novembro de 2004, às 09:17

"Só pra dizer que acabo de ler o artigo na revista sabado, e quero te dar os parabens!!!"

Obrigado, Marisa!

Afixado por Bernardo Sanchez da Motta em 17 de novembro de 2004, às 09:20

Penso que o livro de Dan Brown não é mais que um romance com um enredo que só uma expressão pode caracterizar: "é um filme".

Afixado por mig em 17 de novembro de 2004, às 11:14

João Pedro Silveira

A pressa é inimiga da perfeição e a falta de tempo faz com que eu, muitas vezes, leia por alto os comentários aqui expostos, motivo por que deixei passar um que me parece essencial.
Não sei se ainda continua a aceder a este site (é assim que se chama? Sou muito ignorante nestas teorias internéticas), mas espero que sim, pois só hoje, tendo dado uma vista de olhos, com maior precisão, reparei que em 18 de Outubro, apenas lhe respondi aos seus comentários de 16 de Outubro, sobre o que expus em 13 de Outubro.
Tenho pena de ter perdido a oportunidade de entabular consigo uma conversa mais profícua acerca dos meus argumentos expostos em 8 de Outubro e que mereceram os seus esclarecimentos e rectificações.
Obrigada por isso, pois Graças a Deus não levo a mal, antes pelo contrário, fico feliz sempre que posso encontrar um substrato onde possa colher mais conhecimentos e sanar dúvidas.
Portanto, diga alguma coisa, pois tenho algumas questões a pôr quanto aos referidos pontos.

Um abraço a todos

Helena

Afixado por Helena em 17 de novembro de 2004, às 18:29


Romance-lixo nao concordo com voce.
Acho um quanto tanto exagerado este termo, em que voce nao acredita no livro. Na possivel relaçao de jesus com maria madalena ou outra coisa ?

Andre

Afixado por andre em 17 de novembro de 2004, às 20:41

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