« Brasileiros e optimismo | Entrada | Prenda de Natal »

dezembro 28, 2004

Moscas…

Ao ler mais um dos posts imaginativos do JPC das Ruínas relembrei um barrete que enfiei este verão.
Foi assim:
Primeiro, não aprecio moscas (sentimento partilhado creio que por todos!).
Segundo, não gosto também de sprays anti insectos. Por um lado ficam a cheirar, e por outro acredito que fazem realmente mal ao ambiente. Portanto, no verão acabo por usar os velhos mata-moscas, aqueles que são uma pazinha de plástico que as mata quando lhes conseguimos acertar… Mas também não me satisfaz muito, é um pouco violento, essa coisa de esmagar a pobre mosca. Já se sabe que sou um bom coração.
Portanto descobri "uma coisa", que diziam afastava as moscas até mesmo ao ar livre. Era uma geringonça aí do tamanho de uma maçã, amarelo vivo, com um fio comprido que se ligava a uma tomada e dava uns estalinhos baixinho: tic. tic, tic, tic. Não sabia se o resultado seria dos estalinhos ou dalguma emanação especial, mas garantiam o efeito.
A verdade é que durante todo este verão as moscas andavam florescentes, extremamente bem dispostas e já no final, quando fui guardar o dispositivo, reparei que ele estava completamente coberto de pintinhas pretas dos “resíduos” das tais moscas que deveria afugentar… aquilo afinal dava-lhes era saúde!!!

Afixado por Emiéle em 28 de dezembro de 2004, às 10:08

Afixadelas

LOL.

O que me impressiona mais nesta história é o «tic tic tic tic». Foi por causa de uma cena dessas que comecei a fumar.

Afixado por João Pedro da Costa em 28 de dezembro de 2004, às 10:14

Mas é que é mesmo! É um "tictictic" baixinho e constante. Ainda aqui tenho o aparelho...

Afixado por Emiéle em 28 de dezembro de 2004, às 10:37

O velhinho sistema do jornal dobrado continua a ser muito eficaz ...
:)))

Afixado por Margarida em 28 de dezembro de 2004, às 10:41

Então e o sistema do fantástico saco de plástico com água? :)

Afixado por cachucho em 28 de dezembro de 2004, às 10:56

Ia mesmo falar disso, Cachucho. O velho e tasqueiro saco com água. As gajas não curtem ver-se reflectidas e pisgam-se.

Afixado por Monty em 28 de dezembro de 2004, às 12:39

Por acaso também me tinham dito que a ideia era mesmo essa: aquilo era como se fosse uma lente, elas aproximavam-se, viam-se e fugiam.
O que tem graça é que esse princípio é o que faz com que os chineses ponham os espelhos á entrada de casa: os maus espíritos quando vão a entrra dão de frente com a sua feia imagem, apanham um susto e toca de fugir... Pior que as moscas.

Afixado por Emiéle em 28 de dezembro de 2004, às 14:15

Para as moscas, melgas e mosquitos a arma natural são as aranhas ou, para quem viva ao sul, as osgas. Quem não atura a presença destas bicharadas em casa há o manjerico à janela. Este, para durar, deve-se mudar de vaso após a compra, e não se pode deixar nas correntes de ar senão seca.

Afixado por João Ribeiro em 28 de dezembro de 2004, às 15:31

Olha João, aranhas é o que mais há por lá, e as moscas fintam-nas com toda a pinta! E osgas não sei, mas lagartixas são às dezenas também sem o menos efeito...
NÁ! Ainda o tal jornal dobrado batendo com força, desde que tenha boa pontaria, é o que dá!

Afixado por Emiéle em 28 de dezembro de 2004, às 15:38

Isso do jornal deixa marcas de sangue nas paredes e mais nojento que o cadáver esborrachado de uma mosca na alvura de um muro caiado só mesmo um casal de moscas a fornicar pelo ar; em voo lento...até me arrepio. Cruz credo.

Vivó manjerico Emiéle...vivó manjerico.

A ti desejo, como a todos do Afixe, e às Luas e às Estrelas Cadentes nos céus do Afixe, bons augúrios neste fim de Ano.

Afixado por João Ribeiro em 28 de dezembro de 2004, às 16:09

Olha que eu estou a falar de moscas, não é mosquitos. O "sangue" das moscas não se vê nas paredes, vê-se é a esborrachadela! Mas eu comecei por dizer isso, que também não apreciava essa crueldade, de acabar assim com elas. Contudo para ser mesmo, mesmo franca, lá essa do mangerico... Ããããã... é mesmo o que usas em casa?
Vá lá, Bom Fim de Ano também para ti!

Afixado por Emiéle em 28 de dezembro de 2004, às 16:25

Aranhas e osgas p'ra comer as moscas???NUNCA.
Uma vez tive uma osga na sala e tive que chamar um Sr. que ia a passar na rua e que eu não conhecia de lado nenhum para ir lá matá-la...
O Sr. era careca e andou de rastos a correr atràs da osga. Eu subi para a cadeira da sala e só via a careca do Sr. A osga foi vencida pelo desconhecido careca.Eu agradeci-lhe reconhecida por me permitir voltar a entrar na minha própria casa.
Aranhas, também não dá. Não suporto bichos com mais de quatro pernas.

Opto pelo jornal...

Afixado por isabel sousa em 28 de dezembro de 2004, às 16:44

Vamos falar de bichos?
Olha Isabel, é assim:
Sou uma valente!
Essa bicharada toda não me intimida nada! Ou lhe dou com a vasoura e até as deixo viver ( as aranhinhas, pequenininhas, tadinhas...)
Mas não me falem em BARATAS. Gnhaac! Isso vem-me o nojo todo por mim a cima! E uma baratona quase do tamanho de um ovo, a voar e a pousar-me no ombro...?!?!? Aconteceu-me! Ia vomitando!
Prontos, já confessei. Não sou nada tão valente como isso...

Afixado por Emiéle em 28 de dezembro de 2004, às 16:53


É isso. Segundo os últimos estudos:

"tictictic" dá-lhes caganeira.
"toctoctoc" dá-lhes prisão de ventre.

Qualquer um dos efeitos deixa as moscas como a Rainha de Inglaterra, isto é, com um "anûs horribils"...

Afixado por Guessuai_M em 28 de dezembro de 2004, às 19:03

Melhor solução, mais limpa: agarrar no aspirador e aspirar moscas, melgas e mosquitos. Resulta e é eficaz. Só não é método utilizável às tantas da manhã, quando as melgas atacam mas não se deve fazer barulho aos vizinhos...

(este sistema de comentários não se lembra de mim porquê????)

Afixado por 1poucomais em 28 de dezembro de 2004, às 19:34

Os comentários às vezes dá-lhes a louca. Eu, que sou da casa, acabo por desistir às vezes superfuriosa!!!
Quanto a aspirar a bicharada, nunca de tal me lembrei! quero dizer as tais aranhas e suas teias, isso sim. mas as moscas...? E elas não fogem quando ouvem barulho?
Quanto ao tictictic ninguém está a acreditar mas olhem que é mesmo. Faz uns sons que parecem uns estalinhos pequeninos.

Afixado por Emiéle em 28 de dezembro de 2004, às 20:53

Lembrei-me ontem depois de fechar a loja!
Há as sardinheiras, como é que não me lembrei? Deve ser porque até não cheiram lá muito a meu gosto mas são o ideal pois, à janela não deixam passar as moscas etc, e não carecem de atenção, resistem à secura estoicamente, podem levar com sol, chuva, gelo e neve, correntes de ar e até do arremesso à cabeça de namoradeiros chatos saiem ilesas para novo vaso, e sem se queixarem...
Cá está ponham floreiras com sardinheiras que o mosquedo voa voa.

Afixado por João Ribeiro em 29 de dezembro de 2004, às 12:16

Também não, João! (olha, rima e é verdade!)
Também tenho os canteiros cheios. De facto resistem a quase tudo, e por isso é que as lá tenho, que não sou muito atenta se forem flores delicadas não resistem
Mas as moscas parece que até gostam.

Afixado por Emiéle em 29 de dezembro de 2004, às 14:55

Olha olha que não há meio...então...mata-se c'o jornal!
Não digo mais; q'isto são argoladas em cima de argoladas.

Afixado por João Ribeiro em 29 de dezembro de 2004, às 16:06

BlogRating online