« Ainda e sempre Guantanamo | Entrada | Entrevista a Richard A. Epstein »

janeiro 25, 2005

Dois excelentes posts

Cá está.
Temos aqui a Catarina a falar-nos de como nos nasce um post e logo antes encontramos no 100nada outra imagem importante de de um tema que eu própria tinha aqui, na cabeça, para falar.
Pronto, ela adiantou-se.
E agora, ou seja, mais logo que agora tenho de sair, vou comentar aqui, os posts dela.
Bem feito!

Afixado por Emiéle em 25 de janeiro de 2005, às 08:11

Afixadelas

É engraçada a forma como nasce um post para quem gosta de escrever e não procura temas. Acho q os temas fazem toc toc aqui estou eu. Pode ser um doce de morango a trazer à superfície o humor ou a consciência de q não se quer fazer humor e nas profundezas do dito humor está algo que sinto como se meu fosse, esta frase lida algures. 'Nada no homem é mais sério q o seu senso de humor. É sinal que ele qur toda a verdade'
Emiéle, acho q me desviei do tema inicial, é a tal coisa das conversas que são como cerejas que se encadeiam naqueles tronquinhos pequeninos, cujo nome desconheço.

Afixado por vague em 25 de janeiro de 2005, às 09:54

Não, não estou a fazer publicidade ao meu blog poético, mas a pedir-lhe que o leiam. E que opinem. Espero assim vir ainda a escrever dois ou três grandes poemas antes de morrer

Afixado por alexandre dale em 25 de janeiro de 2005, às 11:58

Dás cabo de mim, Emiéle! :) Beijinhos!

Afixado por catarina em 25 de janeiro de 2005, às 12:24

Oh, Vague!!! Atão!? São os chamados "pés de cereja"...
:)
Já cá volto, mas esta achei graça!

Afixado por Emiéle em 25 de janeiro de 2005, às 12:35

Portanto, Catarina, vai ter de ser dois comentários, né?
Quanto ao nascimento do post:
A mim chateia-me é quando penso uma coisa “interessantíssima” é claro, e acho de mim para mim: Isto vai pr’ó Blog! Mas ou vou a conduzir, ou estou a falar com alguém, ou a fazer alguma coisa que me prende as mãos, e o pensamento passa a outro assunto. Chego a casa e a tal coisa interessantíssima desapareceu completamente! Ai, que ódio! Decidi ter um blocozinho à mão para esses momentos, mas nem sempre dá. A conduzir vou ter de esperar pelo vermelho, e já se imaginou, eu à conversa com alguém e dizer :-Péra aí! Tive agora uma ideia e vou tomar nota…
Mas tenho de reconhecer, que quase tudo me sugere um post. É raríssimo faltar assunto, que sou uma conversadora incansável, e isto afinal é conversa…

Afixado por Emiéle em 25 de janeiro de 2005, às 13:22

Agora o outro post, das pessoas que encontramos na rua e olhar ou não para elas, é uma chatice porque dava para uma dúzia de comentários ! Devia escrever o “tal” meu. Bom, primeiro uma história e juro que verdadeira ( só para ilustrar o facto de se olhar para quem está na rua ao nosso lado)
Dois homens pararam na placa do meio de uma avenida, à espera que o sinal mudasse. Um deles bocejou. Diz o outro – O senhor tem a boca aberta. Resposta – Eu sei. Fui que a abri.
Esta história passou-se mesmo há muitos anos. Eu conheço a pessoa ( a que bocejou)

Afixado por Emiéle em 25 de janeiro de 2005, às 13:34

Mas quando VEJO mesmo quem me rodeia, é no metro. Também, é natural, não é? Estamos ali, quietos, sentados ou em pé, sem nos mexermos, só a olhar. E olha que daí já têm saído alguns posts para o Afixe! O que se vê no metro, quem tiver olhos para observar, dava um romance e grande. Mas falar disso ia ficar um comentário do tamanho da légua da Póvoa.
É que acontece que eu gosto de pessoas!

Afixado por Emiéle em 25 de janeiro de 2005, às 13:45

Boa tarde, Emiéle! :) Boa tarde, Catarina! :) Boa tarde a toda(o)s! :)
Adorei a ironia de «mais um» no Legalize. Adorei a colher dos morangos. Adoro a forma como escreves que parece ser a tua respiração.
Afinal, os posts são clic's que nos apaixonam...

Afixado por maria arvore em 25 de janeiro de 2005, às 15:43

ML, tenho uma sugestão para ti: lembras-te daquele investigador do Twin Peaks? (a mana não se deve ter esquecido, com certeza) Tinha um minigravador onde guardava todas as suas reflexões. Qualquer coisa digna de nota e ele começava "Diane..." Eu tenho um e quando comecei a gravar aquilo de que não me queria esquecer ficava tão inibida que me faltavam as palavras e até me esquecia mais depressa, mas pode ser que no teu caso resulte.

Afixado por susana em 25 de janeiro de 2005, às 15:55

Boa!Grande ideia! Lembro-me sim senhor, e há quem tenha esses pequeninos para essas coisas tipo post-it. E não é que se calhar vou mesmo fazer.
É que dá uma raiva, pensar que era ( tinha sido...?) uma ideia engraçada e entretando desvanecer-se...
( a propósito, o teu comentário entrou duas vezes mas apaguei um; claro que aumentava as estatísticas, mas não era lá assim muito honesto para as ditas e eu sou muito honestazinha apesar de adorar ter comentários)

Afixado por Emiéle em 25 de janeiro de 2005, às 16:27

Diane...estou a gravar este comentário no telemóvel que tem um coiso de gravar que nunca descobri onde fica mas que de vez em quando funciona sem eu querer e grava coisas como porra ganda cabrão filho de uma bruta vaca é assim que se guia na tua terra ó meu espantalho? Mas consta que é muito útil, até grava conversas

- Olha não te esqueças dos pensos higiénicos
- dos quê? eu não vou comprar isso!
- Não sejas parvo, achas que alguém liga?
- Mas eu não percebo nada de quais são.
- Olha são aqueles iada iada iada marca iadaiada tamanho iadaiadaiada com a embalhagem cor de iadaiadaiada

Mas sabes, Diane, nunca me lembro disso, nunca. Mesmo que tivesse um gravador como tu eras, naquela mão daquele homem lindo daquela série espantosa que eu seguia sempre religiosamente, nunca o usaria, não me ocorreria...as ideias aparecem de repente e, quando as queremos agarrar, já se foram embora, fugiram, se calhar de propósito para não as escrevermos, para ficarem a pairar, uma espécie de nevoeiro que depois (quem sabe?) pode muito bem cair em cima de outra pessoa, um dia outro-qualquer, e nesse momento essa pessoa (pode ser a Emiéle, não pode?) escreve o post e eu assim comento...:)
Beijinhos, Emiéle.

Afixado por catarina em 25 de janeiro de 2005, às 16:41

PS: esqueci-me de explicar, depois quando quem gravou aquela conversa chega ao escaparate certo, é só ouvir as explicações e comprar sem se enganar...;)

Afixado por catarina em 25 de janeiro de 2005, às 16:44

Esperta, sim senhora, Catarina. E acredito que venha mesmo a escrever eu, o post que tu pensaste. Acontece tanto coincidir-se assim mesmo, na mesma ideia, na mesma observação, no mesmo sentir. Isso é completamente "comprovável" quando 2 comentários entram no mesmo minuto a dizer a mesmíssima coisa! Tanta vez que acontece.
Mas olha que este truque de os comentários aos teus escritos ficarem por aqui, não se transpõe para os textos dos posts. O teu modo de escrever é tão pessoal, que um pastiche ficava ingramável.

Afixado por Emiéle em 25 de janeiro de 2005, às 16:57

Emiéle, volto a dizer: dás cabo de mim. :)

Afixado por catarina em 25 de janeiro de 2005, às 17:05

BlogRating online