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maio 09, 2005

Sem Título

Que grande surpresa, és exactamente como te imaginava.

Escolho esta frase.
Ao conhecermos as manifestações do pensamento através do modo como este, deliberada ou involuntariamente se desvenda, numa infinitude de possibilidades entre a dissimulação e o simulacro, imaginamos pessoas inteiras, com corpo, rosto, escala, voz, gestos, comportamentos, roupa.
Parte-se para um encontro com expectativas tão bem definidas que conhecemos à partida a improbabilidade de estas se confirmarem. Encontrei muitos detalhes diferentes das imagens que tinha antecipado com a consciência de que estariam erradas. Não encontrei, nas atitudes, nos comportamentos e nas conversas, qualquer diferença no que eram para mim as suas cabeças. Só adendas felizes.
As interrogações com que parti para os meus primeiros encontros com quem já conhecia virtualmente foram substituídas pela confirmação do meu discernimento: pessoas com corpo têm mesmo muito mais piada.
interrogaçoes.jpg

Afixado por Susana em 9 de maio de 2005, às 01:10

Afixadelas

Quem escreve expõe o seu interior, dai ao resto é um passo...

bj p ti Susana e uma boa semana para todos;)

Bin

Afixado por bin.tex em 9 de maio de 2005, às 02:29

E eu que estava admirada com o vosso silêncio.
Afinal estavam a digerir muito mais do que o jantar.

Afixado por Emiéle em 9 de maio de 2005, às 06:45

É mesmo como a Susana diz. Não retiro nem acrescento uma vírgula. (talvez um pontito de exclamação...)

Afixado por sharkinho em 9 de maio de 2005, às 11:11

"pessoas com corpo têm mesmo muito mais piada"

Ah, mas isso, minha amiga, é mais do que certo! Concordo com tudo o que escreveste. É impressionante a maneira como, mesmo virtualmente, nos damos tanto a conhecer por aquilo que escrevemos...

Afixado por Bernardo em 9 de maio de 2005, às 11:15

"Não encontrei, nas atitudes, nos comportamentos e nas conversas, qualquer diferença no que eram para mim as suas cabeças. Só adendas felizes."

Gostei muito, sobretudo das "adendas felizes" :)

foi um, como dizem os Brasileiros, um muito prazeiroso jantar.

PS- e prometo para a próxima não me esquecer de tomar primeiro a côr ao vinho (shame on me!).

Afixado por antónio b. em 9 de maio de 2005, às 11:26

Claro que a maior parte dos presentes se retirou no fim do jantar:

- a Susana teve de ir deitar os petizes, futuras promessas da blogosfera;
- o Jorge Morais disse que tinha um encontro com uma catequista no Hotel Zurique (desde que abusara de uma aos quinze anos não queria outra coisa);
- o Sharquinho disse que tinha de se poupar para outras olimpíadas, que não as de Pequim (e que nunca experimentou com uma catequista);
- o Bernardo tinha uma reunião maçónica (e garantiu não apresentar mais nenhuma catequista ao Jorge);

Eu e a M. lá tivemos de vestir a camisola da casa e fomos ter com o clube de fãs femininas do Aphixe: alguns bares conhecidos, algumas bebidas oferecidas pelas gerências - "Vanessa, estes amigos são do Aphixe, o que beberem é por conta da casa, que não lhes falte nada ou amnhã tás no olho da rua!" - iluminámos a pista do Moody (onde tive um ligeiro acidente a tentar atravessar um espelho) e terminámos a noite a incendiar o Jamaica eram quase as seis da matina e eu até dancei uma música qualquer que dizia "Venham mais cinco de uma assentada que eu pago já e trálálálátrálálá tititititi tititititi titititi" (até estou envergonhado, um homem de direita tem de ter outra compostura).

Afixado por antónio b. em 9 de maio de 2005, às 12:37

;))

Afixado por susana em 9 de maio de 2005, às 12:55

António, feita a descrição, agora vê lá é se começas a escrever posts, que isto de ter de vir às cx de comentários para te lêr não está com nada, ok?

Afixado por Monty em 9 de maio de 2005, às 13:23

Mas Monty, isto já foi uma espécie de Postinho.
Estava a ficar desapontada que ninguém dizia nada. Ainda por cima tanta gente e durante todo o fim-de-semana nenhum dizia nada, estava a começar a ficar preocupada. Se tinham ido todos fundar um novo blog ou uma cena assim.
Afinal não. Devia ser apenas a relembrar a jantarada. Antes assim.

Afixado por Emiéle em 9 de maio de 2005, às 14:00

Emiéle, foi um jantar e mais outro, um pouco mais longe. Foi por isso...

Afixado por susana em 9 de maio de 2005, às 14:04

:0

Não entendi nadinha! A "ponta-da-haste-de-um-novilho" como já aqui uma vez disse o antónio b.
Vou mandar-te um mail, Susana.

Afixado por Emiéle em 9 de maio de 2005, às 15:04

antónio b.,
uma correcção, não era de 15 anos mas de 14 e, tecnicamente, eu é que fui abusado...

Afixado por Jorge Morais em 9 de maio de 2005, às 15:55

Jorge,

lá tás tu a armar ao coitadinho! Um transmontano que se preze nunca é abusado, para mais já com 14 anos!

Afixado por antónio b. em 9 de maio de 2005, às 16:26

Gosto muito da adenda ao texto.

Afixado por derFred em 9 de maio de 2005, às 18:02

Deve ser por isso que há quem goste tanto de pessoas :)))

Afixado por Hipatia em 9 de maio de 2005, às 18:23

antónio b.,
a catequista é que tinha 14 anos, eu tinha uns 11 (acho que ainda não tinha feito os 12).

Afixado por Jorge Morais em 9 de maio de 2005, às 20:01

Só consigo uma resposta: :-)!!!

Afixado por susana em 9 de maio de 2005, às 22:43

Também adoro pessoas com corpo... :)))

Afixado por sharkinho em 10 de maio de 2005, às 00:08

Sharkyman, :D

Afixado por derFred em 10 de maio de 2005, às 01:10

Susana, é exactamente como dizes. Muito, muito mais piada!
E também só tive adendas felizes.
E na próxima temos de ir todoa para o Jamaica, que depois de o Tó perder a sua compostura de homem de direita, nunca se sabe que pode acontecer!

Afixado por M. em 18 de maio de 2005, às 11:22

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