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agosto 22, 2005
Namoro, química e física
Estamos sempre a aprender.
Não encontrei o acesso a este estudo ( ? ? ) , mas deixa-me a pensar.
Como?
“Comportamento do átomo em queda”???
Portanto, segundo estes senhores, a velha ideia de que o amor seria uma questão de química, está ultrapassada. Agora a última palavra é o modelo atómico. As pessoas sós procuram companheiro ( bem, isso não será novidade ) mas o melhor é que se «procure menos e deixar que os outros venham ao seu encontro»É uma ideia. Muito cómoda. Cómoda demais, parece-me a mim, se todos adoptarem este modelo, quem é que vai ao encontro de quem…?
Ná. Não me convence mesmo nada.
Nem química nem física, o mundo dos afectos é outra coisa.
Afixado por Emiéle em 22 de agosto de 2005, às 11:09
Afixadelas
E adorei aquela dos super daters ajudarem os casais, porque fazem com que as relações acabem e as pessoas procurem melhores parceiros...
Linda!
Afixado por M. em 22 de agosto de 2005, às 11:11
Olha, eu adorei tudo...apesar de não ter percebido muito bem nada. Mas deve ser porque sempre fui uma nódoa em física e em química...se os meus afectos tivessesm alguma coisa a ver com essas ciências, a minha vida tinha sido muito mais monótona...ainda bem que é como dizes, Émiéle, é mesmo outro coisa, o mundo dos afectos.
Sem H2Os nem E=mc2 p'lo meio.
Afixado por isabel em 22 de agosto de 2005, às 13:16
Pois é. As teorias mais ou menos científicas para os sentimentos, dão sempre vontade de rir. Também apreciei bastante esse interessante papel dos solteiros-profissionais, que vão desiquilibrar o que está periclitante. É cá uma teoria!!!!!
Afixado por Emiéle em 22 de agosto de 2005, às 16:40
EMIÉLE, embora não tivesse percebido patavina de nada, eu também fiquei confuso de quem é que temos de esperar: pela parceira e/ou pelo o átomo...
Afixado por soslayo em 22 de agosto de 2005, às 18:27
