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setembro 22, 2005

Acabadinha

de chegar de Helsínquia, ainda nem desfiz as malas nem nada. Vinha cheia de vontade de escrever este post, no avião as palavras fluíam. Era para ser assim meio engraçado, umas bocas acerca de recolher obrigatório, hábitos finlandeses de diversão, relações peculiares com o álcool e as suas relações ao protestantismo, mais as maiores gaivotas que já vi, e o sabor a pouco que me ficou, por a cidade ser tão incaracterística. Estava à espera que fosse parecida com Estocolmo, e esperava reviver um pouco a impressão que me causou, quando a visitei há cerca de 15 anos atrás – nunca lá voltei, e agora que penso nisso, nem sei se a impressão se ficou a dever ao facto de a cidade ser realmente bonita, ou se foi só porque foi a primeira cidade do norte da Europa que visitei, a primeira vez que vi aqueles edifícios de tijolos de todos os tons de castanho e vermelho, os telhados pontiagudos... Desilusão total nesse aspecto. E um mar castanho sem ondas a piorar as coisas.
Mas agora que estou aqui, já não consigo escrever.
Tenho medo de algures, sem perceber como, ter deixado todas as minhas palavras.

Afixado por M. Butterfly em 22 de setembro de 2005, às 18:19

Afixadelas

Li o post três vezes. Não é fácil, mas é bonito.

Afixado por Monty em 22 de setembro de 2005, às 19:17

Para a próxima levas um moleskine e um lápis na malinha ou no casaco ;)

Afixado por bluegift em 23 de setembro de 2005, às 11:51

Não estranhes, Monty. Tendo em conta o estado de confusão da minha cabeça, é normal que o que eu escrevo também não faça muito sentido...

Bluegift, na verdade, tenho andado a pensar nisso...

Afixado por M. em 23 de setembro de 2005, às 12:01

Eu não diusse que não fazia sentido, M. Achei-o algo estranho e por isso o reli. Mas gostei, sim.

Afixado por Monty em 23 de setembro de 2005, às 12:11

Sobretudo o mar não tem cheiro. A linha de costa não é definida; há sempre mais uma ilha com pinheiros e casas em madeira no horizonte. E vendem arenque defumado lado a lado com o peixe fresco.

Afixado por João Ribeiro em 23 de setembro de 2005, às 15:09

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