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dezembro 15, 2005

Zoo

Jorge Coelho, com a sua proverbial educação, chama cordeiro a Cavaco

Comentários:
- um coelho a chamar cordeiro a outrém, não sei porque não há-de ser um elogio, dado que tudo se passa no reino animal;
- chamar "cordeiro", pela parte que me toca (e estou certo que o Pedro se associará a esta ideia), é mesmo o supremo elogio.
Enfim, cada um tira da cartola os cordeiros, digo, coelhos, que pode...

Afixado por Mário Cordeiro em 15 de dezembro de 2005, às 16:02

Afixadelas

De Jorge Coelho, guardo a imagem dos responsáveis de uma obra em que estive quando ele era ministro, que "fugiam" de lá quando sabiam que ele estava para aparecer (sempre acompanhado do habitual séquito de jornalistas "independentes"), só para não terem que o aturar. Era, segundo um dos engenheiros de obra, duas asneiras em cada palavra.

Afixado por Nelson Santos em 12 de dezembro de 2005, às 18:45

De Jorge Coelho, guardo a imagem dos responsáveis de uma obra em que estive quando ele era ministro, que "fugiam" de lá quando sabiam que ele estava para aparecer (sempre acompanhado do habitual séquito de jornalistas "independentes"), só para não terem que o aturar. Era, segundo um dos engenheiros de obra, duas asneiras em cada palavra.

Afixado por Nelson Santos em 12 de dezembro de 2005, às 18:45

Boa foi quando apelou à desistência dos candidatos da Esquerda a favor do "seu" candidato (pois claro!). Dava-lhe muito jeitinho, não dava?... Só que esse apelo nunca devia ter sido proferido. É claro que os outros se tiveram que apressar a dizer que não senhor, que não desistiam e agora no futuro não poderão desistir sem que se diga que desistiram em resposta ao apelo de Coelho...

Uma grande inabilidade política por parte de Coelho, este episódio...

Afixado por Rui Martins em 15 de dezembro de 2005, às 20:23

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